Gravidade
Média
4,3
5036 notas

383 Críticas do usuário

5
143 críticas
4
98 críticas
3
61 críticas
2
42 críticas
1
23 críticas
0
16 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Mateus S.
Mateus S.

67 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de outubro de 2013
Gravidade traz Sandra Bullock como protagonista, acompanhada de George Clooney. Algo bem perceptível logo no trailer, ou na sinopse, é que o Roteiro não o mais complicado já visto, muito pelo contrário, é algo simples, mas que funciona. E o que falta em roteiro, o filme adiciona em Elenco e maravilhosos Efeitos Especiais.
O 3D é simplesmente indispensável, já que o filme além de lindo em termos estéticos, tem seus momentos de ação, que são bem filmados e feitos de uma maneira lógica, o que muitos filmes que se passam no Espaço erram. O filme é dirigido pelo veterano Alfonso Cuarón e escrito por ele e seu filho Jonas Cuarón.
Sandra Bullock que interpreta Ryan Stone, a especialista da missão, atua maravilhosamente, como já esperado da atriz. Mas, o destaque vai para George Clooney, que interpreta Matt Kowalski, um personagem utilizado como Alívio Cômico, o que funciona super bem.
Mas, o aspecto que mais merece destaque nesse filme é a direção de Alfonso Cuarón e a forma que ele faz as cenas funcionarem, o que não seria possível sem os maravilhosos Efeitos Especiais, já que quase todo o filme é feito com tal coisa. Os momentos de tensão e agonia que são vários, praticamente quase todos, funcionam incrivelmente bem e de uma maneira que não permite o telespectador piscar ou se quer se mexer. Prendem completamente qualquer um ao filme, de uma maneira incrível. Principalmente quando você se imagina lá, onde não há O2, não há som, não há ninguém que possa fazer nada para você ou por você. A cada momento do filme, Ryan Stone (Sandra Bullock), tem que enfrentar o que há de pior no espaço, a solidão.
Gravidade mostra o que o 3D é capaz, e que é possível fazer um filme de qualidade sem a necessidade de um roteiro exagerado e completamente de ficção, contanto que seja bem feito, exatamente como esse é.
Thalita Uba
Thalita Uba

66 seguidores 52 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de outubro de 2013
Eu sempre fico com medo quando as pessoas falam bem demais de um filme porque aí vou ao cinema cheia de expectativas e acabo me frustrando. Quando vi que "Gravidade" foi escolhido um dos dez melhores filmes do ano por ninguém menos que Quentin Tarantino, aí ferrou tudo. Pensei “pronto, já era, vou achar uma porcaria”. Ainda bem que, dessa vez, ninguém estava enganado.

Se eu fosse resumir todo o filme em apenas duas palavras, seriam: tenso e impressionante. Impressionante porque o visual é extraordinário – como é de se esperar de qualquer filme que envolva viagens espaciais –, o cuidado com os detalhes e a direção de arte é absolutamente fantástico, e a interpretação tanto de Clooney quanto de Sandra Bullock (especialmente dela – o que, ao menos pra mim, que ainda tinha aquela imagem da Miss Simpatia na minha cabeça, é uma bela surpresa) é impecável. Tenso porque a trama tem um ritmo narrativo bastante intenso, com vários plot points, um atrás do outro, mal dando tempo de o espectador se recuperar do susto anterior. Além disso, os diálogos são poucos, porém interessantes, conferindo a pitada perfeita de inteligência a um roteiro que é bastante simples – o que é, por sinal, uma das reclamações de alguns cinéfilos e críticos chatos por aí, como se apenas roteiros supercomplexos e elaborados pudessem render um bom filme (sério, me poupem, vão assistir Woody Allen).

Uma coisa que precisa ficar clara é que "Gravidade" é um filme muito mais de drama que de ficção científica, como alguns podem esperar. Não se trata meramente de uma missão da Nasa ao espaço para consertar um telescópio quebrado, mas da luta dos sobreviventes de um desastre para manter a calma e conseguir, em meio a um ambiente completamente desfavorável à existência humana, se virar e dar um jeito de voltar pra casa. Esse é o trunfo do filme: conseguir, com aquele pano de fundo magnífico que a ficção científica proporciona, ser um baita drama; uma história que, se não tivesse elementos dos dois gêneros mesclados, talvez não funcionasse tão bem e não tivesse a menor graça. Cuarón conseguiu criar um efeito paradoxal sensacional em sua obra: a sensação de claustrofobia no ambiente mais amplo que existe – o universo. Não tem como um troço assim não ser, no mínimo, interessante. Por fim, a cereja do bolo e grande sacada dos caras: quem dá voz à base Houston que orienta os astronautas é ninguém menos que Ed Harris, uma das principais figuras do clássico sci-fi "Apollo 13". Foi ou não foi uma idéia de gênio?

Com boas escolhas de elenco, um trabalho primoroso do pessoal dos efeitos especiais e a direção firme e certeira de Alfonso Cuarón, Gravidade é um drama-ficção que surpreende e vale a pena assistir (em 3D, de preferência) – se não por tudo isso que falei, ao menos pelo visual maravilhoso que enche os olhos cada vez que nosso belo planeta é mostrado lá do alto. Uma belezura.
Harisson G.
Harisson G.

72 seguidores 40 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de fevereiro de 2014
Filme realmente impressionante, com efeitos visuais muito bons, atuações perfeitas, achei inovador e fiel a proposta de alguém ficar a deriva no espaço. Praticamente existi apenas um único personagem central Ryan Stone (Sandra Bullock) algo que realmente me intrigou. Se a pessoa for atenta vai pegar possíveis enigmas deixados pelo filme, imagens que você pensa que é desnecessária mas que realmente deixa a obra mais elaborada. A única crítica negativa são as desnecessárias piadas de George Clooney, no demais o filme é muito bom.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 13 de outubro de 2013
Uma experiência incrível, com uma visão mais plausível e espetacular do espaço. Enquanto os astronautas giram em torno da Terra, Gravidade gira em torno de Sandra Bullock e a luta pela sobrevivência de sua personagem. A atriz, vencedora do Oscar, mostra que está em ótima forma (física e profissionalmente, lembrando Sigourney Weaver no filme Alien, de 1979) conseguindo uma atuação muito satisfatória e digna de, ao menos, uma indicação para este ano. Não posso deixar de comentar que George Clooney e seus diálogos que contrastavam a tensão do filme, tiveram um impacto marginalmente negativo e descartável. Gravidade não deve ser considerado uma Obra-Prima de imediato, mas tem fortes chances de se tornar um filme "Cult" daqui uns 10 ou 15 anos. É apenas o começo de uma série de incríveis produções cinematográficas jamais vistas ou sentidas pelos seres humanos.
Fernando Sampaio
Fernando Sampaio

9 seguidores 53 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de outubro de 2013
Este filme, apesar de ser uma obra de ficção científica, apresenta nas entrelinhas do roteiro (com poucas falas) um drama de muito boa qualidade, suscitando grandes reflexões existências, pois toca em questões importantes da vida (perdas de entes queridos, solidão, esperança ...). Gostei, sim, do filme, em todos os aspectos, incluindo os efeitos especiais e, mais especificamente, o desempenho da Sandra Bullock, que certamente será indicada ao Oscar 2014, com grandes chances de levar mais uma estatueta para sua casa (neste, sim, ela merece uma estatueta, visto que, em Um Sonho Possível, apenas a indicação já teria sido de bom tamanho).
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2021
Uma obra que mistura contemplação, beleza e adrenalina com um virtuosismo técnico espetacular. O que foi alcançado aqui será lembrado. Água e T(t)erra. A celebração do homem em contraponto à imensidão do universo. O plano final que resume todo um conceito. E tudo isso em meros 90 minutos. Pequeno Grande Filme.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de outubro de 2013
Com certeza, a maior motivação que leva o homem a se aventurar no espaço, além, é claro, das pesquisas científicas visando desvendar um pouco da vastidão do universo; é, sem dúvida alguma, a curiosidade em torno da seguinte questão: existe alguma forma de vida nos planetas que rodeiam a Terra? Os créditos iniciais de “Gravidade”, filme dirigido e co-escrito por Alfonso Cuarón, respondem a essa pergunta quase que de imediato, uma vez que, devido à enorme variação de temperatura no espaço sideral, eles acreditam ser quase impossível levar qualquer forma de vida no espaço.

A Dra. Ryan Stone (Sandra Bullock), o Tenente Matt Kowalsky (George Clooney) e Shariff (Phaldut Sharma) irão sentir isso, literalmente, na pele. Eles são os tripulantes de uma missão espacial enviada pelos Estados Unidos para uma operação de rotina que envolve o conserto de uma das estações espaciais que eles mantêm na órbita do planeta Terra. O que seria algo completamente trivial se transforma em um evento catastrófico quando os destroços de uma outra estação espacial comandada pelos russos viram uma arma letal que, não só destroi a nave espacial deles, como também deixa cada vez mais remotas as chances de todos eles retornarem com vida para casa.

Literalmente perdidos na vastidão do espaço, os personagens têm duas opções: ou se entregam a um sentimento de total impotência diante da situação em que estão ou enfrentam com coragem e força o desconhecido de forma a tentarem o milagre de voltar ao planeta Terra e, assim, serem resgatados. Acompanhar este dilema é somente um dos pontos mais interessantes do roteiro curto, de linguagem ágil e completamente direta escrito por Alfonso Cuarón e Jonás Cuarón. A dupla de roteiristas soube usar muito bem elementos que, em outros filmes, por exemplo, seriam fatais: como os silêncios e a restrição de situações narrativas que a premissa principal do longa ocasiona.

“Gravidade” é um filme que se aproveita muito bem dos aspectos técnicos – a construção do espaço e dos ambientes aos quais os personagens estão confinados é muito bem feita. A trilha sonora composta por Steven Price contribui muito também para a manutenção do clima tenso que permeia todo o filme. Entretanto, Alfonso Cuarón transforma “Gravidade” num belíssimo longa em dois aspectos fundamentais: na forma como a sua câmera consegue fazer poesia visual com o espaço e a maneira como ele confina os seus personagens a uma ótima direção dos atores. Enquanto George Clooney quebra o clima tenso do filme com seu verborrágico Matt Kowalsky, Sandra Bullock está soberba como Ryan Stone, representando muito bem, com gestos, com olhares e em monólogos, literalmente, solitários, o desespero de alguém que se vê jogada em algo que lhe é completamente desconhecido, mas que decide lutar até o fim.
Jeferson C.
Jeferson C.

10 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de março de 2014
Gravidade, como postei no meu twitter depois de vê-lo, é um belo filme. O drama da sobrevivência da Dra. Stone, interpretada por Sandra Bullock, vem de uma forma incrivelmente científica e simultaneamente humana. Todo o cenário espacial, a paisagem da terra, é isolador. Contudo, diferente de muitos roteiros americanos, em que pessoas ficam presas, exiladas, escondidas ou desaparecidas, onde você sempre tem um corte de cena para mostrar um apoio, alguém que procura, em Gravidade isso é mais distante do que parece. Em nenhum momento, dos noventa minutos do longa, uma equipe na Terra desesperada por ajudar a protagonista é mostrada. É um isolamento que não tem respiro fora do quadro, de uma família ou do próprio governo. Quem assiste percebe e sente mais.

Em aspectos mais técnico, o cenário é impecável. A direção de Afonso Cuarón é genial. A trilha, os efeitos e a direção de arte são precisos. E a atuação em gravidade zero de Sandra nem se fala. Um filme diferente, belo e tecnicamente digno de qualquer premiação. Um drama simples em um universo literalmente complexo.
Sidney  M.
Sidney M.

29.815 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de outubro de 2013
Gravidade têm muitas referências sobre a humanidade, origem da vida, nascimento, até de quando damos os nossos primeiros passos. Sem falar também que nos ensina sobre nosso dia a dia, nós vamos só dirigir e empurrando a vida com a barriga, ou vamos agir, fazer o negócio acontecer. São essas impressões que tirei de Gravidade. Agora para aqueles que procura muita ação, com muitos barulhos, talvez se decepcione um pouco,pois é um filme mais humano, podemos ver isso nas muitas vezes onde o silêncio toma conta do momento. Destaque para a produção e efeitos visuais.
Pedro A.
Pedro A.

24 seguidores 61 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de novembro de 2016
Gravidade traz a historia de Matt Kowalski(George clooney) e DRa Ryan stone(Sandra bullock) que são mandados para o espaço para reparar o telescopio espacial Hubble e se deparam com destroços espaciais de um satelite russo e que coloca os dois em deriva no espaço.O filme e dirigido por Alfonso Guarón(Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban),e com uma direção muito solida e coerente,porem o roteiro e muito fraco e confuso,com otimos efeitos visuais o filme se sobre sai e no fim se torna divertido.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa