Gravidade
Média
4,3
5040 notas

383 Críticas do usuário

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Icaro G
Icaro G

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5,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2014
Superou Náufrago. Gravidade, um filmaço com apenas dois atores (literalmente), onde já se viu isso? rs
Ana Carolina N.
Ana Carolina N.

2 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2014
Se filmes passados no espaço são, em geral, de nicho, Gravidade pode se orgulhar de não ser. Não são só os amantes do SciFi que sairão do cinema maravilhados. Alfonso Cuarón ultrapassa todas as barreiras da ficção científica para contar uma história sobre a Terra, e terra, em um hora e trinta minutos de puro espaço.

Logo de cara, nos simpatizamos com o personagem de George Clooney, Matt Kowalsky. Para o papel do capitão conquistador, sempre otimista e com muitas histórias para contar, a escolha é óbvia. No entanto, se justifica bem. Clooney reaparece pontualmente ao longo da trama com a dose justa de esperança, necessária para lidarmos com a frieza e depressão da Dra. Ryan Stone. E é a maturidade de Sandra Bullock que torna Gravidade um dos monólogos mais agradáveis do cinema nos últimos tempos, que se segura apesar de algumas falas clichês que soam como lições de vida. A atuação de Bullock prova novamente seu talento e versatilidade, e nos remete às boas surpresas de Crash e Um Sonho Possível.

Pelo vidro embaçado do capacete de Ryan, nos curvamos à imensidão do espaço e à pequenez de todo o resto, dos grãos de poeira que nos cercam, dos dejetos da nave que nos atingem e mesmo da Terra e sua proximidade desconfortável. Em uma transição sutil e silenciosa de planos, a câmera entra em seu corpo, e o público passa de espectador à marionete da personagem. Nossa respiração encontra o mesmo ritmo da dela, a sala de cinema parece se fechar ao entorno e os olhos resistem à vontade de piscar.

A câmera de Cuarón dança um ballet perfeitamente coreografado e, no entanto, livre de amarras. Seus longos planos sequência recriam a lentidão da vida no espaço, enquanto a falta de eixo das tomadas avisa que o referencial agora é a Dra. Ryan Stone, e lembra que ela não está parada. Os efeitos visuais e a fotografia refletem a habilidade de Alfonso Cuarón de lidar com o desconhecido, seja o espaço em Gravidade, o futuro apocalíptico em Filhos da Esperança ou o mundo da bruxaria em Harry Potter e O Prisioneiro de Azkaban.

A construção do ambiente se completa com o som, que se torna também personagem. Logo ele, que não se propaga no espaço. Os efeitos e a trilha sonora de Steven Price evocam medo, tensão e desespero, para depois oferecerem abrigo, trazerem a calma e o alívio, até se fundirem no silêncio total, que é tão sufocante quanto os crescentes dissonantes. Às vezes Price anuncia o vazio com gentileza, outras com grosseria, e manuseia o silêncio como uma de suas próprias composições.

Seja na companhia ou na pele da Dra. Ryan Stone, buscamos gravidade. A trama desenvolve com ritmo a ânsia pela força que prenderá seus pés ao chão outra vez. O pensamento que a mandará de volta para casa. spoiler: E sua primeira volta para casa acontece ainda no espaço. É a volta para a estação espacial e seu emaranhado de fios, a nave mãe e seus cordões umbilicais, que abraçam Ryan no primeiro momento em que respiramos aliviados.


E a volta para o planeta Terra é ainda mais metafórica: spoiler: Ryan precisa quebrar seu ovo espacial, se livrar de suas pesadas membranas e buscar oxigênio fora do oceano amniótico. Pela primeira vez o ar que ela inspira não é uma porcentagem no computador de bordo. E ela rasteja em um habitat que ainda não é o dela, luta contra a seleção natural para sair da água e virar um ser terrestre. Ao tentar ficar de pé, fraqueja: encontrou gravidade. Ryan a reconhece e sorri, está em casa. Em um último ato, ela se porta como humano, seu corpo já não vence a força gravitacional, como tem que ser.
A mensagem nos créditos iniciais é reiterada: qualquer vida no espaço é impossível, e a Dra. Ryan Stone, assim como todos nós, é um ser de chão.
Mateuzin F.
Mateuzin F.

14 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2014
Sabe aquele filme que dá gosto de continuar vendo ? Se você gosta de ficção , este é o filme perfeito!!
GeorGe P.
GeorGe P.

22 seguidores 7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de fevereiro de 2014
Uma palavra descreve: PERFEITO. Sem fôlego ate agora!!! Sandra me deixou alucinado e com o coração batendo mais forte o filme todo!!!
Samuca M.
Samuca M.

3 seguidores 14 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de junho de 2014
Espetacular! Cheio de tensão e adrenalina, efeitos especiais fantásticos, merece o Oscar! esse filme passa uma mensagem muito boa que é a de não desistir da sua vida e que nos momentos de apreensão você pode conseguir td sem parar de lutar! tradução ESPETACULAR! NOTA 1000
C Marcelo P.
C Marcelo P.

16 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2014
perfeito e super recomendo. imperdível. um filme super criativo com atuação bem elaborada. o melhor 3d que assistir ate agora
Alex O.
Alex O.

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2014
esse filme eh demais, coraçao disparado do começo ao fim do filme, o meu coraçao ficou na garganta, recomendo esse filme, e otimos efeitos visuais...
Mateus E.
Mateus E.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de janeiro de 2014
Maravilhoso esse filme, fui assistir 2 vezes.
Digino de vários Oscar, o filme tem os elementos que todo filme deveria ter.
itamarmj
itamarmj

6 seguidores 38 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de janeiro de 2014
Belo filme pra abrir a temporada 2014(atrasado mas vale) :D.
30/01/2014.
Daniela A.
Daniela A.

13 seguidores 13 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de janeiro de 2014
Foi o melhor filme em 3D que eu já vi! Excelentes efeitos! Atuação de Sandra Bullock e George Clonney são impecáveis.
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