Gravidade
Média
4,3
5040 notas

383 Críticas do usuário

5
143 críticas
4
98 críticas
3
61 críticas
2
42 críticas
1
23 críticas
0
16 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Gilcar C.
Gilcar C.

2 seguidores 7 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de outubro de 2013
Excelente experiência em 3D, consegue captar o medo e o fascínio do universo. Sandra está muito bem.
Daniel F.
Daniel F.

7 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de outubro de 2013
Filme muito intenso com cenas de arrepiar. Gostei muito da trama e do roteiro. A historia e muito criativa, e deixa uma mensagem muito bonita no final. Belíssima imagens da terra e do espaço, mostrando o quanto somos pequenos perante a imensidão do universo. Vale a pena conferir!!!
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 16 de outubro de 2013
Gravidade mostra que veio e veio para ficar! Mesmo com toda a empolgação que a critica criou em volta dele o filme não decepciona em momento nenhum, pelo contrário mostra o amadurecimento do Alfonso Cuáron no qual, em minha opinião, dirige sua obra prima, apesar de ser cedo para dizer isso. Um filme muito bem pesquisado e estudado no qual várias informações estão realmente em harmonia com as leis da física sobre o universo. Depois de “Um Sonho Possível” Sandra Bullock consegue repetir mais uma grande atuação, uma das melhores de sua carreira, enquanto George Clooney continua sendo... George Clooney, o mesmo cara carismático da maioria de seus filmes. Gravidade é tenso e envolvente, que não faz tanto uso de falas mas sim de imagens, pois como um velho provérbio diz “uma imagem vale mais do que mil palavras” e no caso desse filme as imagens são espetaculares e de tirar o fôlego. As referências para quem viu 2001 – Uma Odisseia no Espaço do Kubrick são claríssimas, principalmente naquela cena em que a Sandra Bullock fica em posição fetal, para quem viu o filme do Kubrick vai lembrar na hora. Com respeito à história ela é muito bem contada apesar de não dar tudo mastigado ao espectador, como a maioria dos filmes atualmente estão fazendo, mas que deixa muitas vezes quem está assistindo em dúvida, deixa o espectador pensar um pouco, o que é um recurso bem interessante, o mesmo adotado pelo Kubrick e por outros renomados diretores. É muito cedo para dizer se o filme do Cuáron será um clássico ou que é o maior filme já feito sobre o espaço, como alguns afirmaram, mas uma coisa é certa, acima de tudo dito, Gravidade é um espetáculo em termos de fotografia e no futuro possivelmente será lembrado principalmente por isso, por ser uma obra de arte visual, o filme que mudou a concepção do espaço!
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de outubro de 2013
Um bom filme catástrofe, tipo Titanic, Aeroporto, Impacto profundo, e outros da espécie, onde tudo dá errado, toda hora. Os efeitos especiais e principalmente o de gravidade zero convencem. Ótima direção e excelentes atuações de George Clooney e Sandra Bullock, que ficou com o papel principal, como Dra. Ryan e deu um show. Não tem romance, não tem sexo, não tem luta, não tem tiros, não tem pega nas ruas ou no espaço. É para quem curte cinema e com tema científico. Recomendo.
Pati Lima
Pati Lima

43 seguidores 84 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de outubro de 2013
Ótimo! Não tem melhor definição. Vi algumas opiniões negativas aqui, mas estou com a grande maioria! O filme é ótimo, respeito só não entendo realmente quem consegue achar um filme destes horrível. Filme inteligente, você mal pisca, cinema todo em silência e adorando. Sim, o filme é um pouco parado! Mas isto não afeta em nada, pelo contrário, as batidas do coração que praticamente juntam-se as nossas, as lágrimas (como já falado aqui), tudo muito bem feito! Ainda mistura com lição de vida e luta pela sobrevivência. O tipo de filme q vc sai do cinema e continua lembrando por alguns dias.
Obs.: mas se você só gosta de besteirol americano, comédia, tiroteio, nem assista; este é um filme diferente com certeza, e que bom!
Na torcida pelo Óscar pra Sandra Bullock , arrasou!!! Vale muito a pena em 3D, por estas e outras indico...
Luiz C.
Luiz C.

49 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de outubro de 2013
A arte de viver a sós consigo mesmo

Na semana passada, fui assistir a um filme que está dando o que falar entre os cinéfilos de plantão. “Gravidade”, em cartaz nos cinemas, caiu no gosto do povo e da crítica talvez pela novidade e ousadia de se produzir um longa de 90 minutos com mais de 90% das cenas no espaço. No filme do diretor mexicano Alfonso Cuarón, a pesquisadora Ryan Stone (Sandra Bullock) faz parte de uma equipe espacial, comandada pelo bem-humorado astronauta Matt Kowalsky (George Clooney). Enquanto mexem num telescópio, eles são avisados de que um acidente no espaço enviou destroços para a órbita em que estão. Ryan e Matt são atingidos, e o acidente faz com que eles vaguem pelo espaço à procura de alternativas de sobrevivência. São muitos planos-sequência de tirar o fôlego, imagens em 3D que realmente valem a pena o ingresso mais caro e aquela adrenalina improvável para um filme espacial.

A partir daí você já pode me responder: o que você faria se ficasse solto, sozinho, à deriva no espaço, onde as opções para se safar dessa seriam restritas a uma única possibilidade: se agarrar à perseverança e ao mais forte instinto de superação? No meio do filme você já consegue a resposta. Só o mais puro e interno sentimento individual de sobrevivência te instiga a querer continuar, a buscar formas para reagir, a forçar a mais bruta vontade de prosseguir...

Ninguém quer morrer, muito menos ter uma morte lenta, no meio do espaço sideral. No filme, a personagem de Bullock – que por sinal está muito bem no papel, esbanjando drama, vitalidade e um corpaço aos 49 anos – recebe ajuda do personagem de Clooney, que a direciona à saída daquele pesadelo. Por mais que Matt mostre o caminho das pedras à sofrida Ryan, ela está sozinha naquela gelada intergalática e depende só dela – e de mais ninguém – para sobreviver.

É assim nos filmes, é assim na vida. Por mais amigos que tenha, por mais que a família o rodeie, a luta pela sobrevivência diária do acordar, estudar, trabalhar, se relacionar, conseguir, driblar, convencer, realizar, florescer, aparecer, ganhar, subjugar, cativar, dominar, querer, entusiasmar, vencer, conquistar é completamente sua... De mais ninguém! Rodeados de desconhecidos ou de pessoas que amamos e que nos amam, vivemos no nosso mundo, buscando os nossos ideais, nossas paixões e vontades individuais. Nas letras da canção “Tá Combinado”, imortalizada por Maria Bethânia e Gal Costa em épocas distintas, Caetano Veloso já poetizava: “Podemos ver o mundo juntos, sermos dois e sermos muitos. Nos sabermos sós sem estarmos sós”. Recebemos uma avalanche de influências em todas as épocas de nossas vidas, sentimos a presença de Deus e de nossos pais, mas nascemos, crescemos e morremos sós. Precisamos nos descobrir a cada minuto, vasculhar a nossa caixinha de surpresas diárias e viver de forma única no mundo. Em certo momento do filme ou da vida, Ryan ou nós mesmos quase desistimos, mas, como somos responsáveis por cada ato de nossas vidas, ninguém vai lutar para te reerguer se não for você e sua fé em algo maior que a vida, maior que a morte, maior que a eternidade. Definitivamente, não estamos sós, mas nos conhecemos e sabemos que somos o que somos por uma única razão: nós mesmos.
Ricardo M.
Ricardo M.

1 seguidor 14 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de outubro de 2013
Eu estou há 11 anos sem ir no cinema, até agora não vi nada que me faça ir no cinema. Mas quando vi o trailer imaginei como seria ver a terra em 3D , logo pensei , deve ser igual estivessemos no espaço, e de fato minha teoria foi comprovada. Eu estou impressionado com o filme, vale a pena o filme, e preciso ir no cinema novamente somente para ir assistí-lo, é um daqueles filmes que vc só poderá desfrutar totalmente dele no cinema. Até o momento tento definir o gênero deste filme e não consigo, alguns dizem que é SCI FI, mas não acredito que seja pois tudo aquilo é real e existe no espaço, existe um pouco de drama, muita ação, muito suspense, muita aventura, enfim não consigo definir o estilo desse filme, Eu acho que isso que diferencia este filme dos demais. Somente o cliente poderá definir o estilo deste filme !!! Vale a pena ir e digno de replay. Eu dei 4,5 devido a quantidade de falhas científicas que encontrei no filme, mas nada tão visível para destruir um filme merecedor de Oscar !!!! Espero encontrar mais filmes nesse estilo.
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de outubro de 2013
Gravidade faz lembrar a todo instante como nós, seres humanos, somos frágeis e condicionados a tantas coisas das quais dependem nossa sobrevivência e bem-estar, colocando-nos em muitos aspectos em grande desvantagem aos restantes dos animais que habitam a Terra. Só uns poucos dias somos capazes de ficar sem água ou alimento. Precisamos de roupas para nos protegermos do frio. Levamos muitos anos para conseguirmos sobreviver sozinhos sem a proteção dos pais. Além disso, precisamos de amor, de carinho, de respeito, de reconhecimento para nos sentirmos integrados a algum grupo social que seja e não definharmos num sentido moral ou espiritual. E, muitas vezes, basta um microscópico vírus, alguns minutos sem oxigênio, ou um tombo estúpido para tirar nossas vidas.
Mas, por outro lado - e este é exatamente o tema do filme - o ser humano possui uma capacidade extraordinária de se superar, de vencer obstáculos e de sobreviver nas mais inóspitas situações, através da força de vontade e da fé - em si mesmo ou algo superior - que o faz subverter mesmo os mais pessimistas prognósticos e repensar a lógica coerente de nossas expectativas racionais.
É claro que já foram feitos outros filmes sobre este tema. Poderia citar o excelente exemplo de O Escafandro e a Borboleta. Mas o que este filme tem de especial é fazer com que o espectador de certa forma interaja e se sinta "na pele" da Dra. Ryan Stone, experimentando junto com ela suas emoções, sua angústia, seu desespero, sua ansiedade. Entramos literalmente dentro de seu macacão espacial, vendo através de seus olhos, sentindo sua respiração ofegante e seu coração acelerado. A tensão em Gravidade está o tempo todo lá, e esta experiência é vívida e extenuante para quem assiste assim como é para a personagem.
Existem alguns filmes que tem diálogos demais, personagens demais, enredos demais, ação demais, efeitos visuais demais. Gravidade, ao contrário, ao focar em uma situação-limite, ao invés de abordar uma história narrativa que se desenvolve num tempo e espaço amplos, é sucinto, e por isso mesmo mais impactante que a maioria dos filmes.
Afinal, o diretor Cuarón - também autor do roteiro, juntamente com seu filho - tinha poucos elementos para construir seu filme. Praticamente 2 atores e um estúdio. Nestas condições, o diretor comprova definitivamente o seu domínio da narrativa e das ferramentas da arte cinematográfica - algo que já demonstrara no excelente Filhos da Esperança. spoiler: O moderno uso da computação gráfica, que adicionou quase tudo que vemos além dos atores , criou cenas e ambientes absurdamente convincentes e belos. Destaco a cena em que a Dra. Ryan chora dentro da nave, e uma gota de lágrima vem ao encontro da câmera, flutuando pela falta de gravidade. Some-se a isso a música composta por Steven Price, que cumpre mesmo o papel de uma "trilha sonora". Afinal, Gravidade teve o bom senso, esquecido pela maioria dos filmes de ficção científica, de lembrar que no espaço não há propagação de som. Então, quando não há diálogos, o silêncio é preenchido pela música, que pontua a ação praticamente o tempo todo, incorporando às vezes o papel de efeitos sonoros. Quando Sandra Bullock ganhou seu Oscar por Um Sonho Possível houve muitos que disseram que o prêmio era prematuro e injusto. A Academia vai ficar numa saia justa em 2014. Porque o prêmio, agora sim, seria merecido. Em Gravidade, Bullock foi testada ao limite, tanto física quanto emocionalmente. Se não há tempo em meio à ação do filme para uma verdadeira construção de personagem, ela é obrigada a reproduzir um arco de emoções somente através da voz e expressões do rosto - principalmente o olhar - visto que em praticamente todo o filme sua expressão corporal está bloqueada por um pesado traje espacial. Clooney, que faz uma espécie de contraponto humorístico como personagem, não está mal, mas o filme é dela, totalmente. Na cena final, quando ela caminha com dificuldade, ainda se readaptando à gravidade da Terra, a câmera a filma num ângulo bem acentuado de baixo para cima, fazendo-a parecer um gigante, em estatura, como querendo dizer que está mulher pequena e aparentemente frágil tem dentro de si, como muitos de nós, uma força e determinação que supera seus limites físicos.

Em meu último post no blog fiz uma prévia seleção dos melhores filmes de 2013 e, sem querer imitar as últimas edições do Oscar, cheguei a um número de 9 filmes. Gravidade chegou para completar o 10º lugar na lista. Até o final do ano, poderá haver alguma mudança nas escolhas, mas seguramente este filme vai ficar, porque embora ainda falte 2 meses, o Sr. Cuarón trouxe este presente de Natal antecipado a todos os apreciadores da sétima arte.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de outubro de 2013
Imagine um filme que se passa quase que em sua totalidade no espaço, e onde um terrível acidente faz com que uma astronauta fique à deriva no meio do nada. Depois de assistir ao instigante e aflitivo trailer de Gravidade e saber que o filme foi alvo de excelentes críticas, bateu aquela curiosidade para saber como o reconhecido mexicano Alfonso Cuarón conduziria um filme deste tipo com seu corriqueiro mergulho existencial nas vidas de seus personagens. Como plus, temos um casal de superestrelas hollywoodianas no elenco. Sandra Bullock nunca esteve tão bem em um papel, nem mesmo quando ganhou o Oscar e outros prêmios por sua performance em Um Sonho Possível. Aqui, a fragilidade de sua personagem aliada a todas as circunstâncias extremas a que ela é obrigada a passar por sua sobrevivência, é vividamente interpretada pela atriz, que mostra um talento incrível nas nuances de seu dificílimo papel, tornando-se o ponto mais forte de todo o filme. George Clooney também brilha com seu carisma e rouba algumas cenas com seu ar de astronauta galã. Além do acerto na escolha das duas figuras do elenco (pois praticamente só existem os dois durante todo o filme), o filme conta com efeitos especiais impressionantes, e que mesmo assim, não ofuscam a intensidade e profundidade de um roteiro muitíssimo bem conduzido, e que cativa a cada instante. Incrível como conseguiram seguir à risca aquela premissa de que nada está tão ruim que não possa piorar. Mas por outro lado, mesmo quando aparentemente não há mais jeito para superar os obstáculos, no fundo há sempre aquela esperança que tudo se ajeitará. E por fim, o filme consegue a proeza de mostrar cenas belíssimas e reflexivas, nas quais nos vemos diante da velha indagação sobre a magnitude e a fragilidade da vida. Um filme intenso, muito bem realizado e que merece toda a atenção que vem recebendo. Simplesmente excelente.
Mateus S.
Mateus S.

67 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de outubro de 2013
Gravidade traz Sandra Bullock como protagonista, acompanhada de George Clooney. Algo bem perceptível logo no trailer, ou na sinopse, é que o Roteiro não o mais complicado já visto, muito pelo contrário, é algo simples, mas que funciona. E o que falta em roteiro, o filme adiciona em Elenco e maravilhosos Efeitos Especiais.
O 3D é simplesmente indispensável, já que o filme além de lindo em termos estéticos, tem seus momentos de ação, que são bem filmados e feitos de uma maneira lógica, o que muitos filmes que se passam no Espaço erram. O filme é dirigido pelo veterano Alfonso Cuarón e escrito por ele e seu filho Jonas Cuarón.
Sandra Bullock que interpreta Ryan Stone, a especialista da missão, atua maravilhosamente, como já esperado da atriz. Mas, o destaque vai para George Clooney, que interpreta Matt Kowalski, um personagem utilizado como Alívio Cômico, o que funciona super bem.
Mas, o aspecto que mais merece destaque nesse filme é a direção de Alfonso Cuarón e a forma que ele faz as cenas funcionarem, o que não seria possível sem os maravilhosos Efeitos Especiais, já que quase todo o filme é feito com tal coisa. Os momentos de tensão e agonia que são vários, praticamente quase todos, funcionam incrivelmente bem e de uma maneira que não permite o telespectador piscar ou se quer se mexer. Prendem completamente qualquer um ao filme, de uma maneira incrível. Principalmente quando você se imagina lá, onde não há O2, não há som, não há ninguém que possa fazer nada para você ou por você. A cada momento do filme, Ryan Stone (Sandra Bullock), tem que enfrentar o que há de pior no espaço, a solidão.
Gravidade mostra o que o 3D é capaz, e que é possível fazer um filme de qualidade sem a necessidade de um roteiro exagerado e completamente de ficção, contanto que seja bem feito, exatamente como esse é.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa