Gravidade
Média
4,3
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383 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 13 de outubro de 2013
Uma experiência incrível, com uma visão mais plausível e espetacular do espaço. Enquanto os astronautas giram em torno da Terra, Gravidade gira em torno de Sandra Bullock e a luta pela sobrevivência de sua personagem. A atriz, vencedora do Oscar, mostra que está em ótima forma (física e profissionalmente, lembrando Sigourney Weaver no filme Alien, de 1979) conseguindo uma atuação muito satisfatória e digna de, ao menos, uma indicação para este ano. Não posso deixar de comentar que George Clooney e seus diálogos que contrastavam a tensão do filme, tiveram um impacto marginalmente negativo e descartável. Gravidade não deve ser considerado uma Obra-Prima de imediato, mas tem fortes chances de se tornar um filme "Cult" daqui uns 10 ou 15 anos. É apenas o começo de uma série de incríveis produções cinematográficas jamais vistas ou sentidas pelos seres humanos.
Sidney  M.
Sidney M.

29.817 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de outubro de 2013
Gravidade têm muitas referências sobre a humanidade, origem da vida, nascimento, até de quando damos os nossos primeiros passos. Sem falar também que nos ensina sobre nosso dia a dia, nós vamos só dirigir e empurrando a vida com a barriga, ou vamos agir, fazer o negócio acontecer. São essas impressões que tirei de Gravidade. Agora para aqueles que procura muita ação, com muitos barulhos, talvez se decepcione um pouco,pois é um filme mais humano, podemos ver isso nas muitas vezes onde o silêncio toma conta do momento. Destaque para a produção e efeitos visuais.
Marcio A.
Marcio A.

165 seguidores 134 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de outubro de 2013
De forma original e repleta de simbolismos e reflexões, a película se desenvolve sob a magistral direção de Cuaron, que tece com estilo e sem compromisso com explicações; desprovido de laços sobrenaturais; e amparado pela melhor atuação de Sandra Bullock de sua carreira; Sem nenhum traço alienativo, senão o de contar uma história num âmbito claustrofóbico, sob a companhia muito bem empregada do 3D - que amplia ainda mais a sensação de solidão no espaço, diante de uma luta pela sobrevivência mostrada de forma quase perfeita. E a maior parte do filme: Sandra Bullock ( uma mistura de Rypley do filme Alien, e o náufrago personificado por Hanks), Insere com precisão cirúrgica: a insegurança, a viscerabilidade, a destreza corporal em junção com o esforço pessoal em ascender e ampliar os seus limites como atriz, mesmo já tendo faturado um Oscar, e fazendo esquecer a bola fora que fora seu filme anterior: Armadas e perigosas. A incômoda e deslumbrante travessia que este filme imprime, prende a atenção do espectador do começo ao fim, e mesmo tendo uma trama simples embutida num apuro visual que flerta com o sublime, em nenhum momento o filme se torna cansativo. Tantas qualidades, só poderiam fazer com que estas estrelas da cotação contemplassem a gravidade deste espaço. Um filmaço!
Fernando Sampaio
Fernando Sampaio

9 seguidores 53 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de outubro de 2013
Este filme, apesar de ser uma obra de ficção científica, apresenta nas entrelinhas do roteiro (com poucas falas) um drama de muito boa qualidade, suscitando grandes reflexões existências, pois toca em questões importantes da vida (perdas de entes queridos, solidão, esperança ...). Gostei, sim, do filme, em todos os aspectos, incluindo os efeitos especiais e, mais especificamente, o desempenho da Sandra Bullock, que certamente será indicada ao Oscar 2014, com grandes chances de levar mais uma estatueta para sua casa (neste, sim, ela merece uma estatueta, visto que, em Um Sonho Possível, apenas a indicação já teria sido de bom tamanho).
Thalita Uba
Thalita Uba

66 seguidores 52 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de outubro de 2013
Eu sempre fico com medo quando as pessoas falam bem demais de um filme porque aí vou ao cinema cheia de expectativas e acabo me frustrando. Quando vi que "Gravidade" foi escolhido um dos dez melhores filmes do ano por ninguém menos que Quentin Tarantino, aí ferrou tudo. Pensei “pronto, já era, vou achar uma porcaria”. Ainda bem que, dessa vez, ninguém estava enganado.

Se eu fosse resumir todo o filme em apenas duas palavras, seriam: tenso e impressionante. Impressionante porque o visual é extraordinário – como é de se esperar de qualquer filme que envolva viagens espaciais –, o cuidado com os detalhes e a direção de arte é absolutamente fantástico, e a interpretação tanto de Clooney quanto de Sandra Bullock (especialmente dela – o que, ao menos pra mim, que ainda tinha aquela imagem da Miss Simpatia na minha cabeça, é uma bela surpresa) é impecável. Tenso porque a trama tem um ritmo narrativo bastante intenso, com vários plot points, um atrás do outro, mal dando tempo de o espectador se recuperar do susto anterior. Além disso, os diálogos são poucos, porém interessantes, conferindo a pitada perfeita de inteligência a um roteiro que é bastante simples – o que é, por sinal, uma das reclamações de alguns cinéfilos e críticos chatos por aí, como se apenas roteiros supercomplexos e elaborados pudessem render um bom filme (sério, me poupem, vão assistir Woody Allen).

Uma coisa que precisa ficar clara é que "Gravidade" é um filme muito mais de drama que de ficção científica, como alguns podem esperar. Não se trata meramente de uma missão da Nasa ao espaço para consertar um telescópio quebrado, mas da luta dos sobreviventes de um desastre para manter a calma e conseguir, em meio a um ambiente completamente desfavorável à existência humana, se virar e dar um jeito de voltar pra casa. Esse é o trunfo do filme: conseguir, com aquele pano de fundo magnífico que a ficção científica proporciona, ser um baita drama; uma história que, se não tivesse elementos dos dois gêneros mesclados, talvez não funcionasse tão bem e não tivesse a menor graça. Cuarón conseguiu criar um efeito paradoxal sensacional em sua obra: a sensação de claustrofobia no ambiente mais amplo que existe – o universo. Não tem como um troço assim não ser, no mínimo, interessante. Por fim, a cereja do bolo e grande sacada dos caras: quem dá voz à base Houston que orienta os astronautas é ninguém menos que Ed Harris, uma das principais figuras do clássico sci-fi "Apollo 13". Foi ou não foi uma idéia de gênio?

Com boas escolhas de elenco, um trabalho primoroso do pessoal dos efeitos especiais e a direção firme e certeira de Alfonso Cuarón, Gravidade é um drama-ficção que surpreende e vale a pena assistir (em 3D, de preferência) – se não por tudo isso que falei, ao menos pelo visual maravilhoso que enche os olhos cada vez que nosso belo planeta é mostrado lá do alto. Uma belezura.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 9 de outubro de 2013
Dores de cabeça à parte (ainda não me adaptei à realidade do cinema 3D), o filme impressiona, distrai e, até mesmo, diverte. Os efeitos especiais são excelentes e de um primor incrível, principalmente aqueles referentes à falta de gravidade. Os vários momentos de tensão, algumas vezes mesclados com pitadas de humor, e os de superação dos limites de sobrevivência, que extrapolam o impossível, conseguem arrancar risos da galera mais crítica. Deu até vontade de ser astronauta; parece ser tão fácil viver aquela adrenalina toda no espaço (Superman que se cuide).
Clelia C
Clelia C

22 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de outubro de 2013
Além de fazer o melhor filme da série Harry Potter, (O Prisioneiro de Azkaban), Alfonso Cuarón, surpreende com este.
Apesar de ser tenso e angustiante, tem poesia e reflexões da vida e uma Sandra Bullock (finalmente!) convincente.
Matt (George Clooney) e Dra. Ryan (Sandra Bullock) são surpreendidos por uma chuva de destroços em decorrência da destruição de um satélite por um míssil russo enquanto consertavam o telescópio Hubble. Lançados no espaço, sem comunicação e pouco oxigênio, precisam encontrar um meio de sobreviver...
Destaco também que em 87 minutos de filmagens com técnicas de filmagens diferentes e ângulos de câmera que transportam quem está na poltrona neste mundo inóspito. A bela paisagem da terra e a sutileza de uma lágrima pairando no ar e a música que pára de repente para ceder lugar ao silêncio das batidas dos nossos corações e fazem deste filme, um dos melhores do gêneros de ficção no espaço.
Como na propaganda, curta esta experiência em 3D,
Antony
Antony

37 seguidores 7 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de outubro de 2013
Muito bom mesmo! Não é 2001, claro que não, mas é uma viagem no espaço muito agradavel!
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