Estava tentando arranjar um tempo pra assistir, e não me arrependi, ótimo efeitos visuais, porém, com uma história bem fraca, tanto que os premios ganhados pelo filme foram somente de efeito visual, eu sinceramente não ligo para o enredo, mas esse deixou a desejar, o filme é curto, você nem vê o tempo passar, a atuação da Sandra Bullock junto com o George Clooney foram como o esperado, muito boa, por sinal.
Sem dúvidas o maior filme feito nos últimos tempos, mas somente em relação aos efeitos visuais. Com roteiro simplório, Gravidade é um filme que não promove nenhuma discussão, apenas mostra que espaço pode ser perigoso para os astronautas, o que não é uma grande novidade.
efeitos visuais sons incríveis 3d, agora deixa a desejar no enredo muito fraco você não se apega a nenhum personagem sem história nada, por isso meus 3.5.
Posso afirmar que todos os OSCAR que o filme recebeu foram extremamente merecidos, porém não venceu de melhor filme no meu ponto de vista pela forma de avaliação da acadêmia geralmente não premiar filmes de ficção cientifica e por 12 anos de escravidão ter sido concerteza bem melhor também. A fotografia e o som do filme são incrivelmente perfeitos, trazendo ao telespectador uma maravilhosa sensação de realidade nas cenas. Sandra Bullock tem uma boa atuação enchendo a história do longa de muito drama e expectativa pela sua luta pela vida no espaço sideral. O gênero de filme não me agrada muito, contudo a direção de Alfonso Cuarón é de se admirar e aplaudir de pé apesar de que a NASA em recente manifesto fez questão de ressaltar que o ocorre no filme, apesar de ser ficção, não encontra eco na realidade: "A Nasa trabalha ativamente para proteger seus astronautas e espaçonaves dos perigos retratados pelo filme". Gravidade é um filme bom de ser visto. Nota 7,5.
Antes de mais nada, Gravidade é um bom filme. Mas é um filme sobre o quê? Sobre o espaço? Sobre o quão somos pequenos diante de tudo? Não. Eu não diria exatamente isso. Se eu pudesse resumir o filme em uma palavra, seria: superação. No fundo – e nem precisamos ir tão ao fundo assim -, é um filme motivacional. A complexidade do filme fica por conta da ambientação, da sua beleza cinematográfica, dos movimentos de câmera, da sensação que nos passa ao assistir quase o filme inteiro no espaço. Isso é bom, mas essa grandeza não é o suficiente para suprir a falta de uma profundidade no enredo, destas profundidades que levam de uma forma ou outra, a uma pluralidade de conceitos, ideias, opiniões e interpretações. Tenho muito gosto por filmes simples que se fazem complexos em sua simplicidade. Ao contrário dos que se fazem simples na sua complexidade. Os primeiros investigam tudo o que pode ser investigado, olhando para lugares em que outros dizem: “Não há nada aí”; os outros mostram algo grandioso para encobrir a falta de uma investigação mais profunda, e é neste plano que fica o filme Gravidade. Se começa olhando com admiração, mas assim que se acostuma ao ambiente do filme, se percebe que, apesar de ser bom, é raso demais para ser admirado por muito tempo depois de sair da sala do cinema.
Um bom filme( Apesar de ter esperando bem mais), o forte são os efeitos especiais que são perfeitos, e a originalidade do filme, Sandra como sempre arrasando na interpretação.
O filme conta, basicamente, com dois atores, que são Sandra Bullock e George Clooney. Bullock assume um ótimo e sofrido papel, levando nos a alternar entre o sentimentos empáticos e antipáticos, enquanto Clooney se mostra que é algo alem que um sex simbol da terceira idade e transmite bem as divertidas frases experientemente brincalhonas.
Durante o filme surgem vários personagens, como as vozes nos comunicadores e os mortos nos acidentes, porem são tão notáveis quando sem aparência (quase não vemos seus rostos). A ausência de outros personagens deu total foco à Ryan Stone, mas também tornou o filme um pouco cansativo ( ela pode ser uma super estrela e amada pelo público, mas tudo em excesso cansa).
O enredo da historia é singelamente bem feito, apesar de poder ser explorado de formas menos cansativas, e conta com a extrema adrenalina das catástrofes que acontecem com Ryan, isso leva ao ponto de você desejar a morte dela para que a paz finalmente reine. O roteiro foi tão gostoso de se sentir e tão aconchegante que até as gafes cientificas ficam insignificantes frente a isso (não estou dizendo que não existem e sim que o roteiro faz com que isso não seja um problema desconfortante).
Uma outra característica, que é um ótimo recurso usado no filme, é a enfase no vácuo, cenas de extrema adrenalina e barulhentas cortam para uma cena de terceira pessoa onde o silencio reina (ressaltando o som no vácuo), o que nos prende ainda mais ao suspense do filme.
O filme possui um final surpreendente, visto que o filme causa diversas reações e percepções aos telespectadores, ele despertou vários desejos e esses meus desejos não se realizaram de uma forma que tornou o filme ainda melhor, foi uma ótima experiência.
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