Gravidade
Média
4,3
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383 Críticas do usuário

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Mateus S.
Mateus S.

67 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de outubro de 2013
Gravidade traz Sandra Bullock como protagonista, acompanhada de George Clooney. Algo bem perceptível logo no trailer, ou na sinopse, é que o Roteiro não o mais complicado já visto, muito pelo contrário, é algo simples, mas que funciona. E o que falta em roteiro, o filme adiciona em Elenco e maravilhosos Efeitos Especiais.
O 3D é simplesmente indispensável, já que o filme além de lindo em termos estéticos, tem seus momentos de ação, que são bem filmados e feitos de uma maneira lógica, o que muitos filmes que se passam no Espaço erram. O filme é dirigido pelo veterano Alfonso Cuarón e escrito por ele e seu filho Jonas Cuarón.
Sandra Bullock que interpreta Ryan Stone, a especialista da missão, atua maravilhosamente, como já esperado da atriz. Mas, o destaque vai para George Clooney, que interpreta Matt Kowalski, um personagem utilizado como Alívio Cômico, o que funciona super bem.
Mas, o aspecto que mais merece destaque nesse filme é a direção de Alfonso Cuarón e a forma que ele faz as cenas funcionarem, o que não seria possível sem os maravilhosos Efeitos Especiais, já que quase todo o filme é feito com tal coisa. Os momentos de tensão e agonia que são vários, praticamente quase todos, funcionam incrivelmente bem e de uma maneira que não permite o telespectador piscar ou se quer se mexer. Prendem completamente qualquer um ao filme, de uma maneira incrível. Principalmente quando você se imagina lá, onde não há O2, não há som, não há ninguém que possa fazer nada para você ou por você. A cada momento do filme, Ryan Stone (Sandra Bullock), tem que enfrentar o que há de pior no espaço, a solidão.
Gravidade mostra o que o 3D é capaz, e que é possível fazer um filme de qualidade sem a necessidade de um roteiro exagerado e completamente de ficção, contanto que seja bem feito, exatamente como esse é.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 13 de outubro de 2013
Uma experiência incrível, com uma visão mais plausível e espetacular do espaço. Enquanto os astronautas giram em torno da Terra, Gravidade gira em torno de Sandra Bullock e a luta pela sobrevivência de sua personagem. A atriz, vencedora do Oscar, mostra que está em ótima forma (física e profissionalmente, lembrando Sigourney Weaver no filme Alien, de 1979) conseguindo uma atuação muito satisfatória e digna de, ao menos, uma indicação para este ano. Não posso deixar de comentar que George Clooney e seus diálogos que contrastavam a tensão do filme, tiveram um impacto marginalmente negativo e descartável. Gravidade não deve ser considerado uma Obra-Prima de imediato, mas tem fortes chances de se tornar um filme "Cult" daqui uns 10 ou 15 anos. É apenas o começo de uma série de incríveis produções cinematográficas jamais vistas ou sentidas pelos seres humanos.
Anthony
Anthony

3 seguidores 15 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de outubro de 2013
O filme começa com a imagem de tirar o fôlego da Terra, já mostrando o quão belo será o filme e então surge os personagens. Ah, sem esquecer do som incrivelmente alto e insurdecedor quando surge ao aparecer o título do filme.
Realmente o filme possui uma qualidade de som que eu nunca vi. Mas o destaque está na atuação de Sandra Bullock. Ela consegue ser muito expressiva do começo ao fim.
Mas falando em efeitos especiais esse filme é incrível, belíssimo. O realismo conquistado é muito bom. O 3D desse filme é excepicional na questão de profundidade e no pop-up também.
Esse filme é muito bem feito e merece várias estatuetas do Oscar.
Alessandro V
Alessandro V

3 seguidores 12 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 13 de outubro de 2013
O filme é tenebroso, horrível, diálogos que dão sono, sem um pingo de criatividade. Um filme no espaço com apenas 2 atores é de amargar, foi minha pior experiência esse ano disparado. É monótono, previsível, não conseguem retirar do público nada de empatia e requer um exercício de acreditar no mais do que impossível naquelas situações que ocorrem no espaço. Pessoal, não joguem seu dinheiro FORA, isso é uma CILADA e das grandes, é uma agressão a inteligência humana, pois além de ficção é FANTASIA PURA, enfim eu dei nota 1 pela minha paciência de ter visto até o final , porque este filme é NOTA ZERO.
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de outubro de 2013
Gravidade têm muitas referências sobre a humanidade, origem da vida, nascimento, até de quando damos os nossos primeiros passos. Sem falar também que nos ensina sobre nosso dia a dia, nós vamos só dirigir e empurrando a vida com a barriga, ou vamos agir, fazer o negócio acontecer. São essas impressões que tirei de Gravidade. Agora para aqueles que procura muita ação, com muitos barulhos, talvez se decepcione um pouco,pois é um filme mais humano, podemos ver isso nas muitas vezes onde o silêncio toma conta do momento. Destaque para a produção e efeitos visuais.
Luiz Henrique d.
Luiz Henrique d.

14 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 13 de outubro de 2013
Ótimos efeitos visuais! Nada mais. A história é bem fraca, e chata. Com pouco mais de meia hora me deu sono e aborrecimento por ver as mesmas coisas. Nem o carisma de Sandra Bullock salvou o filme. As piadinhas do personagem de George Clooney: desnecessárias. Muito 'barulho" para um filme bem meia boca. Posso "queimar minha língua", mas a única indicação a Oscar deve ser pelos efeitos visuais do filme que são realmente fantásticos. Fora isso é um filme comum.
Juliana S.
Juliana S.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 13 de outubro de 2013
Esse filme é péssimo, O roteiro é entediante, o filme em si é um Tédio, história vaga, sem sentido, ou significado ... Não recomendo !
Phelipe V.
Phelipe V.

510 seguidores 204 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de junho de 2014
Primeiro de tudo, Gravidade está bem além de ser um simples filme. Está mais pra um acontecimento. Não só pelo grande hype em torno de tudo o que veio da nova produção de Alfonso Cuarón nos últimos dois anos, e que se intensificou nos últimos meses, como a forma com que ele foi feito. Certa vez, James Cameron disse que o que Cuarón tinha em mente estava muito à frente do que a tecnologia atual poderia conceber. É muito cedo pra dizer, com certeza, se ele estava correto nessa afirmação, mas o que o diretor de Filhos da Esperança fez aqui, tecnicamente, é algo quase infilmável. E é inacreditável que o resultado tenha saído tão bom.

Dos efeitos especiais até à edição de som (incrível), passando pela montagem e a trilha-sonora, o filme triunfa ao confrontar os seus personagens com situações de perigo iminente. E é a vida que está em risco. Genial, entretanto, é a direção de Alfonso Cuarón. O cara, que faz os melhores planos-sequência da atualidade, simplesmente se superou aqui. A sequência inicial, de longos e longos minutos ininterruptos, até o momento em que o corte explícito é finalmente feito, é um desbunde visual. E esse aspecto técnico talvez seja o que mantém a imersão no Universo - literal - de Gravidade, tão constante.

O filme é do diretor, definitivamente, mas é incrível como uma atriz que sempre foi mediana - inclusive em na atuação que lhe concedeu um dos Oscars mais absurdos dos últimos anos - dá tudo de si e entrega uma atuação GRANDE. Sandra Bullock atinge todos os níveis interpretativos exigidos para que Ryan Stone conseguisse segurar o filme praticamente sozinha. Há uma cena em específico, no grande ápice dramático do roteiro, em que Bullock eleva-se pela primeira vez ao status de uma grande atriz. E então, finalmente, se torna uma atriz possivelmente Oscarizável. É, sem dúvidas, a atuação de sua vida.

[podem haver spoilers]

Durante boa parte do filme, existe um certo rigor em rechear o filme de ações, e reações, cenas em que a protagonista é colocada no limite da vida e tem que lutar com o que tem em mãos, e assim, poder surpreender quem está assistindo. Isso, durante os dois primeiros atos do filme, compromete a jornada da personagem, mas, por outro lado, eleva a experiência cinematográfica. De qualquer forma, é no terceiro ato que o filme justifica o que veio antes, e o conflito existencial da personagem é colocado em cheque, finalmente. A cena em que Ryan imagina Matt, e consegue pensar em uma saída pra situação limite que estava vivendo, pode parecer preguiçosa pra alguns, mas me surpreendeu positivamente no sentido do desenvolvimento narrativo da mulher. Afinal, ela estava sozinha ali, no espaço, vagando sem rumo e só com a própria mente para se apoiar. E, dessa forma, não é nada forçada a forma com que Alfonso e Jonas Cuarón introduziram a "fala consigo mesma" e o "pensar em voz alta" dentro dessa história. E é o que torna esse momento de epifania da personagem (a cena do contato com os cães/bebês, a memória da filha morta, a aceitação da morte) um momento tão bonito. E até o humor do filme é legal, nesse sentido. A cena em que Ryan explica a origem de seu nome é divertida e arranca sorrisos facilmente da plateia, por exemplo.

Apesar das associações de Gravidade com 2001: Uma Odisseia no Espaço que pipocaram por aí desde que o filme foi visto pela primeira vez, não teria como discordar mais. O filme de Cuarón é sobre a vida, sobre viver (ou sobreviver), mas não chega nem perto da complexidade existencial da obra-prima de 1968. Não diminui em nada, pois são filmes diferentes, com propostas diferentes. O que é impossível deixar de notar são as referências visuais e/ou textuais "Kubrickianas" que o diretor, como todo bom criador de sci-fi pós-2001, faz questão de incorporar. As mais óbvias talvez sejam: a) a caneta que está flutuando em torno da personagem de Bullock durante várias cenas do longa, b) a belíssima cena final com a astronauta tendo que "reaprender a andar", numa metáfora muito legal sobre o descontrole sobre os próprios movimentos que o ser-humano tem no espaço e c) a relação homem x máquina, quando a segunda está fora de controle.

A inesperada virada final de Gravidade, com Ryan conseguindo surpreendentemente pousar na Terra é tão gratificante quanto controversa, e vai ser o que muitos vão implicar no filme. Não esperava que isso fosse ser mostrado pelo longa de forma alguma, mas foi uma cena bem bonita. Com uma trilha-sonora pontual, a câmera faz questão de enfocar a personagem de baixo pra cima, dando uma nítida impressão apoteótica sobre a coisa toda. O fato é que o que filme tem grandes momentos de desenvolvimento da personagem, mas não chega a estudá-la propriamente dito, pois sempre tenta não fugir muito de seu lado blockbuster. Mas quer saber? Isso não importa. De tudo isso, o que sobra é o gosto desse espetáculo visual tão imenso e tão maravilhoso que talvez não redefina o Cinema, mas que vai marcar pra sempre como uma das grandes experiências cinematográficas possíveis de serem sentidas no Cinema atual. E Cuarón não precisa do Oscar (e outros prêmios) pra mostrar o quão foda é. O Oscar, pelo contrário, deveria é agradecer por ter a chance de premiar um diretor que concebeu uma obra como essa. Que seja feita a justiça.
Elias N.
Elias N.

13 seguidores 25 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de outubro de 2013
Um filme espetacular, com efeitos impressionantes,nunca fui no espaço mais tenho certeza seria igualzinho como está no filme. Sandra Bullock fez um papel digna de um oscar, contou ainda com uma pequena participação de George Cloney, mas bem importante. Um filme muito bem dirigido e com uma fotografia muito boa e com uma 3d impecável!! Recomendo...
Marcio A.
Marcio A.

165 seguidores 134 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de outubro de 2013
De forma original e repleta de simbolismos e reflexões, a película se desenvolve sob a magistral direção de Cuaron, que tece com estilo e sem compromisso com explicações; desprovido de laços sobrenaturais; e amparado pela melhor atuação de Sandra Bullock de sua carreira; Sem nenhum traço alienativo, senão o de contar uma história num âmbito claustrofóbico, sob a companhia muito bem empregada do 3D - que amplia ainda mais a sensação de solidão no espaço, diante de uma luta pela sobrevivência mostrada de forma quase perfeita. E a maior parte do filme: Sandra Bullock ( uma mistura de Rypley do filme Alien, e o náufrago personificado por Hanks), Insere com precisão cirúrgica: a insegurança, a viscerabilidade, a destreza corporal em junção com o esforço pessoal em ascender e ampliar os seus limites como atriz, mesmo já tendo faturado um Oscar, e fazendo esquecer a bola fora que fora seu filme anterior: Armadas e perigosas. A incômoda e deslumbrante travessia que este filme imprime, prende a atenção do espectador do começo ao fim, e mesmo tendo uma trama simples embutida num apuro visual que flerta com o sublime, em nenhum momento o filme se torna cansativo. Tantas qualidades, só poderiam fazer com que estas estrelas da cotação contemplassem a gravidade deste espaço. Um filmaço!
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