Gravidade
Média
4,3
5040 notas

383 Críticas do usuário

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143 críticas
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Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de outubro de 2013
Um bom filme catástrofe, tipo Titanic, Aeroporto, Impacto profundo, e outros da espécie, onde tudo dá errado, toda hora. Os efeitos especiais e principalmente o de gravidade zero convencem. Ótima direção e excelentes atuações de George Clooney e Sandra Bullock, que ficou com o papel principal, como Dra. Ryan e deu um show. Não tem romance, não tem sexo, não tem luta, não tem tiros, não tem pega nas ruas ou no espaço. É para quem curte cinema e com tema científico. Recomendo.
Pati Lima
Pati Lima

43 seguidores 84 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de outubro de 2013
Ótimo! Não tem melhor definição. Vi algumas opiniões negativas aqui, mas estou com a grande maioria! O filme é ótimo, respeito só não entendo realmente quem consegue achar um filme destes horrível. Filme inteligente, você mal pisca, cinema todo em silência e adorando. Sim, o filme é um pouco parado! Mas isto não afeta em nada, pelo contrário, as batidas do coração que praticamente juntam-se as nossas, as lágrimas (como já falado aqui), tudo muito bem feito! Ainda mistura com lição de vida e luta pela sobrevivência. O tipo de filme q vc sai do cinema e continua lembrando por alguns dias.
Obs.: mas se você só gosta de besteirol americano, comédia, tiroteio, nem assista; este é um filme diferente com certeza, e que bom!
Na torcida pelo Óscar pra Sandra Bullock , arrasou!!! Vale muito a pena em 3D, por estas e outras indico...
Luiz C.
Luiz C.

49 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de outubro de 2013
A arte de viver a sós consigo mesmo

Na semana passada, fui assistir a um filme que está dando o que falar entre os cinéfilos de plantão. “Gravidade”, em cartaz nos cinemas, caiu no gosto do povo e da crítica talvez pela novidade e ousadia de se produzir um longa de 90 minutos com mais de 90% das cenas no espaço. No filme do diretor mexicano Alfonso Cuarón, a pesquisadora Ryan Stone (Sandra Bullock) faz parte de uma equipe espacial, comandada pelo bem-humorado astronauta Matt Kowalsky (George Clooney). Enquanto mexem num telescópio, eles são avisados de que um acidente no espaço enviou destroços para a órbita em que estão. Ryan e Matt são atingidos, e o acidente faz com que eles vaguem pelo espaço à procura de alternativas de sobrevivência. São muitos planos-sequência de tirar o fôlego, imagens em 3D que realmente valem a pena o ingresso mais caro e aquela adrenalina improvável para um filme espacial.

A partir daí você já pode me responder: o que você faria se ficasse solto, sozinho, à deriva no espaço, onde as opções para se safar dessa seriam restritas a uma única possibilidade: se agarrar à perseverança e ao mais forte instinto de superação? No meio do filme você já consegue a resposta. Só o mais puro e interno sentimento individual de sobrevivência te instiga a querer continuar, a buscar formas para reagir, a forçar a mais bruta vontade de prosseguir...

Ninguém quer morrer, muito menos ter uma morte lenta, no meio do espaço sideral. No filme, a personagem de Bullock – que por sinal está muito bem no papel, esbanjando drama, vitalidade e um corpaço aos 49 anos – recebe ajuda do personagem de Clooney, que a direciona à saída daquele pesadelo. Por mais que Matt mostre o caminho das pedras à sofrida Ryan, ela está sozinha naquela gelada intergalática e depende só dela – e de mais ninguém – para sobreviver.

É assim nos filmes, é assim na vida. Por mais amigos que tenha, por mais que a família o rodeie, a luta pela sobrevivência diária do acordar, estudar, trabalhar, se relacionar, conseguir, driblar, convencer, realizar, florescer, aparecer, ganhar, subjugar, cativar, dominar, querer, entusiasmar, vencer, conquistar é completamente sua... De mais ninguém! Rodeados de desconhecidos ou de pessoas que amamos e que nos amam, vivemos no nosso mundo, buscando os nossos ideais, nossas paixões e vontades individuais. Nas letras da canção “Tá Combinado”, imortalizada por Maria Bethânia e Gal Costa em épocas distintas, Caetano Veloso já poetizava: “Podemos ver o mundo juntos, sermos dois e sermos muitos. Nos sabermos sós sem estarmos sós”. Recebemos uma avalanche de influências em todas as épocas de nossas vidas, sentimos a presença de Deus e de nossos pais, mas nascemos, crescemos e morremos sós. Precisamos nos descobrir a cada minuto, vasculhar a nossa caixinha de surpresas diárias e viver de forma única no mundo. Em certo momento do filme ou da vida, Ryan ou nós mesmos quase desistimos, mas, como somos responsáveis por cada ato de nossas vidas, ninguém vai lutar para te reerguer se não for você e sua fé em algo maior que a vida, maior que a morte, maior que a eternidade. Definitivamente, não estamos sós, mas nos conhecemos e sabemos que somos o que somos por uma única razão: nós mesmos.
Kelvin Cri?ti
Kelvin Cri?ti

10 seguidores 47 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de outubro de 2013
O filme não tem localização, a não ser a do próprio "espaço". Não possui história alguma, o que não tira nem um pouco a qualidade e realidade dos acontecimentos que parecem ter sido retratados com bastante fidelidade, e proporcionalidade, do que pode acontecer em nossas vidas. Sentimos na pele o medo que ativa o extinto de sobrevivência do ser humano onde quer que seja. Sentimos emoção nos dois personagens. Vale a pena assistir e relembrar.
Rapha Travassos
Rapha Travassos

8 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de outubro de 2013
Tecnicamente impressionante, o filme só comprova aquilo que todo mundo já sabe: Alfonso Cuarón é um dos melhores diretores em atividade. Em tempos de arrasa quarteirões escapistas e vulgares, com efeitos que em nada acrescentam à narrativa, fazer um filme onde eles são indispensáveis é louvável. Gravidade é um dos poucos longas a ter o uso do 3D justificado. Além do mais, a aparente simplicidade do roteiro é preenchida com metáforas belíssimas sobre vida, nascimento e morte. A cereja no topo do bolo é a atuação de Sandra Bullock que, na minha opinião, agora sim é digna de Oscar.
Sueli S.
Sueli S.

6 seguidores 18 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de outubro de 2013
Não gostei muito do roteiro, nem do trailer... Mesmo assim fui assistir cheia de expectativa e sem ressalvas. Não gostei. Achei fraco em todos os sentidos. Amo ficção científica, mas fiquei decepcionada com Gravidade.
Cinetrix
Cinetrix

20 seguidores 55 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de outubro de 2013
O grande trunfo de “Gravidade” é sua ousada realização que trás inúmeros, longos e espetaculares planos sequência que foram magistralmente dirigidos por Alfonso Cuarón. Aqui, os tais planos e travellings valorizam a dramaticidade das cenas, sobretudo na abordagem dos temas solidão e autocontrole, e proporcionam uma incrível tensão de tirar o fôlego!

Tudo é amarrado de forma intensamente eficiente em uma trama simples que trás um suspense espacial claustrofóbico, o melhor desde “Apollo 13”. O filme tem uma história que foge do convencional e basicamente retrata a tentativa de sobrevivência de uma astronauta que está à deriva no espaço e é constantemente ameaçada por uma chuva de detritos que está na órbita da Terra.

Tecnicamente, “Gravidade” é voluptuoso, principalmente no que diz respeito aos impressionantes efeitos visuais que beiram o realismo. Outra boa sacada é a harmonia da engenharia de som com a angustiante trilha sonora de Steven Price que entram em cena em momentos pontuais. Há ruídos aterrorizantes e explosões em gravidade zero, quase silenciosas, que fazem tremer a sala com potentes tons graves dos subwoofers.

O longa ainda apresenta belíssimas cenas espaciais, algumas soam poéticas (como o renascimento da protagonista), e uma atuação inspirada de Sandra Bullock. Apesar de alguns furos na narrativa, como o inexplicável isolamento das estações, e do 3D que poderia ser melhor, “Gravidade” consegue ser uma obra prima do entretenimento. Imperdível!
Marcius M.
Marcius M.

6 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de outubro de 2013
Raríssimas vezes em meus 30 anos de cinéfilo tive a experiência mágica que foi GRAVIDADE. Um filme ao mesmo tempo simples e direto. Sandra Bullock nos mostra mais uma vez a grande atriz que ela é, nem sempre alcançando sua potencialidade artística, mas este seu trabalho é o pico de sua carreira. Apesar de não ter todas as questões filosóficas de 2001 UMA ODISSÉIA NO ESPAÇO, GRAVIDADE pode estar no mesmo panteão dos grandes filmes de ficção científica. Aliás, GRAVIDADE é FICÇÃO CIENTÍFICA com letras capitulares!
É obrigatório assistir em 3D, onde a experiência é ampliada ao máximo, aliás, não deveria ter exibições em 2D, que tira um pouco (mas não muito) da mágica que é GRAVIDADE.
Sabe aquele livro chamado "1001 FILMES PARA SE ASSISTIR ANTES DE MORRER"? Pois ele terá que mudar seu título para "1002 FILMES..." com o acréscimo de GRAVIDADE!
Ricardo M.
Ricardo M.

1 seguidor 14 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de outubro de 2013
Eu estou há 11 anos sem ir no cinema, até agora não vi nada que me faça ir no cinema. Mas quando vi o trailer imaginei como seria ver a terra em 3D , logo pensei , deve ser igual estivessemos no espaço, e de fato minha teoria foi comprovada. Eu estou impressionado com o filme, vale a pena o filme, e preciso ir no cinema novamente somente para ir assistí-lo, é um daqueles filmes que vc só poderá desfrutar totalmente dele no cinema. Até o momento tento definir o gênero deste filme e não consigo, alguns dizem que é SCI FI, mas não acredito que seja pois tudo aquilo é real e existe no espaço, existe um pouco de drama, muita ação, muito suspense, muita aventura, enfim não consigo definir o estilo desse filme, Eu acho que isso que diferencia este filme dos demais. Somente o cliente poderá definir o estilo deste filme !!! Vale a pena ir e digno de replay. Eu dei 4,5 devido a quantidade de falhas científicas que encontrei no filme, mas nada tão visível para destruir um filme merecedor de Oscar !!!! Espero encontrar mais filmes nesse estilo.
Shau B.
Shau B.

9 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de outubro de 2013
Intensidade é a palavra que melhor define esse filme.
A sonorização dá uma sensação de tensão todo o tempo, até quando ela não se faz presente. Escutamos aquele silêncio espacial e, de repente, o som se torna ensurdecedor... É magnífico!
O filme relata a incrível viagem, quase sem volta, da Drª Ryan Stone, interpretada pela magnífica Sandra Bullock, com mais quatro colegas, entre eles o Matt Kowalsky (George Clooney), com quem se relaciona empaticamente todo o tempo, até após perceber que é a única sobrevivente no espaço.
Tudo gira em torno da ação de sobrevivência. Como sobreviver com pouco oxigênio? como conseguir chegar à "nave" sem gravidade? como sobreviver sem o contato com a "central terrestre"? Como não se desesperar? Como não pensar em desistir? Onde encontrar a esperança?

Afinal, como uma engenheira-médica que nunca tinha ido ao espaço, que só pilotava naves em simuladores, que é "sozinha no mundo" pois perdeu a sua filha fatalmente, consegue passar por tantos percalços e enfim voltar à terra?
Chegar perto da morte não é algo tão fácil. Neste instante, perde-se a esperança e começa-se a valorizar coisas simples que, visivelmente, são insignificantes.
Os momentos de tensão que o filme proporciona, fez com que o telespectador ficasse mais atento às cenas e acompanhasse a jornada até o fim com a mesma empolgação do início. É uma história intrigante e, com certeza, bem próxima do sufoco que alguns astronautas devem ter passado ou até semelhante a história daqueles que tentaram mas, sem êxito, não conseguiram mais pisar no âmbito terrestre.
Tudo acaba quando volta-se à terra e percebe-se que aconteceu uma viagem surreal e que tudo voltou ao seu devido lugar.

Realmente, os resultados de rankings por todo o mundo só confirmam o belíssimo trabalho de Alfonso Cuáron, Sandra Bullock, George Clooney e toda a equipe que fez esse trabalho acontecer. A obra foi bastante valorizada por ser em 3D.Não é atoa que até James Cameron se sentiu à vontade para elogiar.

É um filme que vale muito à pena ser assistido. Vai liberar vários instintos de sobrevivência e questionamentos acerca da forma mais conveniente de tentar voltar à terra ultrapassando todos os obstáculos.
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