Gravidade
Média
4,3
5039 notas

383 Críticas do usuário

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Felipe Ferrão
Felipe Ferrão

21 seguidores 31 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de outubro de 2013
Dificilmente não leva "algumas" estatuetas, principalmente pelos critérios técnicos como edição de som. fotografia , etc.. além da bela atuação da Sandra que provavelmente deve ser indicada. Filme muito bem dirigido, se caracteriza por poucos diálogos mas que uma imagem retratava profundamente o que a longa proporcionava.
Gustavo V.
Gustavo V.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de outubro de 2013
BOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOMBOM
Quezia S.
Quezia S.

29 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de outubro de 2013
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"Espaço Sideral. Escuridão total. Sem som. Sem oxigênio. Um ambiente completamente inóspito para a vida humana. O medo é seu único companheiro. Assim é Gravidade: um filme de ficção científica dirigido pelo diretor Alfonso Cuarón (Filhos da Esperança) que se passa no Espaço Sideral. A trama é bem simples no início, 3 astronautas estão em pleno espaço realizando concertos externos no telescópio Hubble, quando são surpreendidos por destroços de um satélite russo que foi derrubado por um míssil (destroços-que até certo ponto não apresentavam perigo), porém, os mesmos foram destruindo outros satélites ao longo do percurso, atingindo assim os 3 astronautas. Um deles morre. Os outros dois que são Matt Kowalski, interpretado por George Clooney e a Dra. Ryan Stone, interpretada por Sandra Bullock; são assim lançados no espaço sideral ficando então perdidos na imensidão do universo.

Essa cena é feita em um Plano Sequência de 20 minutos aparentemente sem cortes (claro que possui vários cortes, porém, invisíveis). O efeito da câmera também é bem interessante; Cuarón não teve “regras” digamos assim, com a câmera, deixando-a flutuar; nesse momento, vemos a Terra lá em baixo, os astronautas, logo após a câmera gira em torno da terra, produzindo assim um efeito “balé”. Há um momento em que a câmera mergulha no capacete da Dra. Ryan Stone (Sandra Bullock) mostrando o ponto de vista dela. Gravidade é um show de tensão. O filme todo é muito claustrofóbico. Cuarón quis e conseguiu produzir um filme épico. Toda a fotografia do filme, feita por Emmanuel Lubezki, é espetacular; o 3D chega a ser de arrepiar, realmente é de tirar o fôlego de quem o assiste. Podemos citar Stanley Kubrick diretor do filme “2001-Uma Odisséia no Espaço” (1968), o qual é um clássico intocável, porém, Gravidade é o único filme que se passa no espaço sideral com a tecnologia de hoje.

Falando um pouco do elenco, Sandra Bullock e George Clooney mais uma vez chega surpreendendo com o seu show de atuação. Cuarón criou personagens com aspectos diferentes: o personagem Matt Kowalski (Clooney), costuma a ser irônico durante todo o filme, procurando focar na área emocional da Dra. Ryan Stone (Bullock), o qual é uma personagem triste, emotiva e solitária pelo fato de que perdeu sua filha Sarah de 4 anos em um acidente na escola. Durante toda a trama, Matt procura animar Stone dizendo pra ela não desistir, que vai sobreviver, etc. Chega a ter momentos em que Stone tenta tirar sua vida pelo fato de que não vai sobreviver; acontecendo então algo surpreendente...

No meu ponto de vista, Gravidade foi espetaculoso, a história, a direção, o roteiro, o elenco impecável, sem falar da trilha sonora a qual é ótima estimulando assim o desenvolver da trama. O desfecho do filme é maravilhoso e surpreendente, a cena em que a Dra. Ryan Stone (Bullock) , vê que a única solução de se salvar e ir para casa é uma estação chinesa no Espaço Sideral que fica à 1000 Km de distância de onde ela está. Ela então vai seguindo até lá “conversando” com Matt Kowalski (o qual não está ali) , para assim ter forças pra poder sobreviver, penso eu. Gravidade não é pra ser baixado ou assistido online, é pra ser assistido no cinema ou na maior tela que você consegui em 3D. Sandra Bullock e George Clooney serão lembrados para sempre nesse filme épico.

Gravidade sem dúvida, é um altíssimo concorrente para o Oscar 2014."

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by: Quezia Santos

Cine & Movies
Luciano B.
Luciano B.

5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de outubro de 2013
FILME ESPETACULAR, NOS SEUS EFEITOS ESPECIAIS NA ANGÚSTIA PROVOCADA NA ALUCINANTE TENTATIVA DO SER HUMANO PELA SOBREVIVÊNCIA EM UM LOCAL INÓSPITO. VOCÊ SAI DA SALA DE CINEMA EM ESTADO DE CHOQUE COM AS IMAGENS DE NOSSO PLANETE DE UMA FORMA JAMAIS VISTA. FANTÁSTICO.
AntonioBitt
AntonioBitt

5 seguidores 11 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de outubro de 2013
Olha, o filme tinha tudo para ser 10 estrelas, mas pela falta de um roteiro que saísse um pouco do tema sobrevivência no espaço, fica no meio do caminho. É praticamente um documentário das roubadas que podem acontecer a um astronauta, com cenas maravilhosas da terra, nasceres do sol deslumbrantes, parece que vc realmente está lá, o que é um sufoco, pois é um perigo atrás do outro que a protagonista vai, com a ajuda divina, se livrando. É para sair do cinema com os punhos doendo de tanto torcer para que a astronauta se safe. Poderia ser comparado, mal comparado, a Naufrago, mas, como disse, faltou uma estória, um roteiro mais... como dizer... saboroso e abrangente - o que talvez não fosse o objetivo do diretor. Mas, lembro, as imagens são belíssimas, o filme prende o tempo todo e é uma ótima forma de compreender como é a vida no espaço. Vc vai dar mais valor à sua vida na terra. (rsrsr)
Diego M.
Diego M.

23 seguidores 24 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de outubro de 2013
Impressionante como um filme com dois atores de renome, roteiro de simples entendimento e um show de efeitos especiais é capaz. Sandra Bullock (Dr. Ryan) e George Clooney (Matt Kowalski) dão um espetáculo de encenação, uma vez que além do profissionalismo apresentado na maioria de suas atuações, vale destacar a dificuldade imposta por esta excelente ficção científica, já que o cenário, situações e relações interpessoais são totalmente escassas.
O local de “gravação” nada mais é que o infinito vácuo do espaço, onde gravidade, oxigênio e sobrevivência são nulos. A maestria com que as câmeras acompanham os movimentos dos personagens, nos levam a sensação de estarmos também no universo. A frequente tensão passada pelas conjecturas adversas e atuações magníficas, é intrinsecamente sensibilizada pelos telespectadores, haja vista a perfeição com que nos identificamos a cada quadro que passa, a cada respiração ofegante, a cada girada gravitacional, a cada trilha sonora de pura agonia, enfim, a cada dificuldade vivenciada pelos protagonistas.
Alfonso Cuarón dirige tal drama de forma esplendorosa, propiciando aos personagens características estritamente essenciais, visto que nos proporcionam um tom cômico perfeitamente contracenado por Kowalski, em meio a um teor dramático e sério imposto pela sofrida Dr. Ryan. Salientando ainda que o mesmo teve total sucesso no aproveitamento de 91 minutos de muita angústia, medo, pressão e nervosismo, nos deixando aflitos do início ao fim.
Enredo, encenações e tensões a parte, o longa ainda nos oferece referências concernentes a observações abstratas de cunho simbólico, as quais podem ser interpretadas nos mais diversos paradigmas e dogmas, favorecendo desta forma, ideologias alheias aos diversos postulados teológicos existentes. Tais situações podem ser notadas tanto na posição fetal tomada por Bullock, oriunda de um grande alívio momentâneo e somente possibilitado pela ausência de forças gravitacionais; quanto na conclusão épica em sublime apologia às variadas crenças humanitárias primícias.
Desta maneira, não sendo de maiores espantos quanto a possíveis inúmeras indicações ao Oscar, tal trama acarreta 100% de interatividade, aconselhável em 3D (devido aos excelentes efeitos especiais) e para todas as idades, detendo assim um 4,5.
Pedro P.
Pedro P.

7 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de outubro de 2013
Um filme onde apenas um cenário existe: O espaço. Assim, parece um filme ruim. Mas, na verdade ele e maravilhoso e muito bem feito. Ótimos atores.
Filipe N.
Filipe N.

28 seguidores 52 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de outubro de 2013
Filme perfeito. Puro cinema. Envolvente, tenso, bem produzido e dirigido. Ótimas atuações. Um dos melhores de 2013.
Sandro M.
Sandro M.

6 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de outubro de 2013
Assisti duas vezes em 3D, a 2a em uma tela maior. Não imagino uma aplicação mais realista do recurso 3D ou maior efeito dramático de imagens no espaço, tudo a serviço de um roteiro espartano, executado com perfeição.
Fábio C.
Fábio C.

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de outubro de 2013
Apesar do trailer não conseguir reunir elementos suficientes para instigar os expectadores a irem para o cinema, “Gravidade” nos mostra na mais absoluta perfeição o ambiente espacial como nunca visto antes nas telonas, muito devido aos seus brilhantes e caprichados efeitos em 3D.
A quantidade de detalhes que o diretor Alfonso Cuarón, que também assina o roteiro ao lado de seu filho Jonas Cuarón, impressiona pela fidelidade em na retratação de um ambiente inóspito e sufocante, de constante perigo aos astronautas Matt Kowalsky (George Clooney) e a Dr. Ryan Stone (Sandra Bullock). A esta segunda (Bullock) cabe destacar sua atuação memorável, sendo de longe sua mais brilhante atuação nos cinemas.
O silêncio e a respiração foram um acerto de rara felicidade no filme, transmitindo assim uma sensação de perda de fôlego constante, onde somos levados a prender a nossa respiração na ansiedade em saber em que rumo seguiriam os protagonistas.
Enquanto assistia ao filme eu pensava: “nunca fui ao espaço, nem nunca cheguei perto de uma nave espacial, mas eu posso garantir que é exatamente desse jeito”.
Com uma história simples, porém dinâmica, e pela primazia em transmitir com tamanho realismo o espaço sideral, “Gravidade” atinge níveis estratosféricos, no que diz respeito a filmes sobre o espaço, como disse com tamanha propriedade o diretor James Cameron: “Gravidade” é o melhor filme sobre o espaço já realizado.

Nota: 5 # # # # #
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