Gravidade
Média
4,3
5040 notas

383 Críticas do usuário

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Nane C.
Nane C.

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0,5
Enviada em 28 de fevereiro de 2014
Putz!!!! Oh massada esse filme hein! Não dar estímulo nenhum pra continuar assistindo, tenho certeza que estar indicado ao oscar por babação a atriz ai.
Alex FreireRP
Alex FreireRP

9 seguidores 42 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2014
Bem fraquinho, só não dou zero por causa da sensação de espaço (realmente incrível o efeito 3D no cinema) e nada mais! Dos concorrentes ao Oscar sem dúvida é o que tem a história mais pobre, é como se eu contar a história de um homem que cai em um buraco e fica preso lá, aliás, há muitos filmes assim, como 127 horas, que na minha opinião é muito melhor que este.
Adriana Ilma C.
Adriana Ilma C.

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
história tão fraca que nem o investimentos nos atores salvou a falta de conteúdo do filme,mas os efeitos são bons!
Icaro G
Icaro G

21 seguidores 42 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2014
Superou Náufrago. Gravidade, um filmaço com apenas dois atores (literalmente), onde já se viu isso? rs
Ana Carolina N.
Ana Carolina N.

2 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2014
Se filmes passados no espaço são, em geral, de nicho, Gravidade pode se orgulhar de não ser. Não são só os amantes do SciFi que sairão do cinema maravilhados. Alfonso Cuarón ultrapassa todas as barreiras da ficção científica para contar uma história sobre a Terra, e terra, em um hora e trinta minutos de puro espaço.

Logo de cara, nos simpatizamos com o personagem de George Clooney, Matt Kowalsky. Para o papel do capitão conquistador, sempre otimista e com muitas histórias para contar, a escolha é óbvia. No entanto, se justifica bem. Clooney reaparece pontualmente ao longo da trama com a dose justa de esperança, necessária para lidarmos com a frieza e depressão da Dra. Ryan Stone. E é a maturidade de Sandra Bullock que torna Gravidade um dos monólogos mais agradáveis do cinema nos últimos tempos, que se segura apesar de algumas falas clichês que soam como lições de vida. A atuação de Bullock prova novamente seu talento e versatilidade, e nos remete às boas surpresas de Crash e Um Sonho Possível.

Pelo vidro embaçado do capacete de Ryan, nos curvamos à imensidão do espaço e à pequenez de todo o resto, dos grãos de poeira que nos cercam, dos dejetos da nave que nos atingem e mesmo da Terra e sua proximidade desconfortável. Em uma transição sutil e silenciosa de planos, a câmera entra em seu corpo, e o público passa de espectador à marionete da personagem. Nossa respiração encontra o mesmo ritmo da dela, a sala de cinema parece se fechar ao entorno e os olhos resistem à vontade de piscar.

A câmera de Cuarón dança um ballet perfeitamente coreografado e, no entanto, livre de amarras. Seus longos planos sequência recriam a lentidão da vida no espaço, enquanto a falta de eixo das tomadas avisa que o referencial agora é a Dra. Ryan Stone, e lembra que ela não está parada. Os efeitos visuais e a fotografia refletem a habilidade de Alfonso Cuarón de lidar com o desconhecido, seja o espaço em Gravidade, o futuro apocalíptico em Filhos da Esperança ou o mundo da bruxaria em Harry Potter e O Prisioneiro de Azkaban.

A construção do ambiente se completa com o som, que se torna também personagem. Logo ele, que não se propaga no espaço. Os efeitos e a trilha sonora de Steven Price evocam medo, tensão e desespero, para depois oferecerem abrigo, trazerem a calma e o alívio, até se fundirem no silêncio total, que é tão sufocante quanto os crescentes dissonantes. Às vezes Price anuncia o vazio com gentileza, outras com grosseria, e manuseia o silêncio como uma de suas próprias composições.

Seja na companhia ou na pele da Dra. Ryan Stone, buscamos gravidade. A trama desenvolve com ritmo a ânsia pela força que prenderá seus pés ao chão outra vez. O pensamento que a mandará de volta para casa. spoiler: E sua primeira volta para casa acontece ainda no espaço. É a volta para a estação espacial e seu emaranhado de fios, a nave mãe e seus cordões umbilicais, que abraçam Ryan no primeiro momento em que respiramos aliviados.


E a volta para o planeta Terra é ainda mais metafórica: spoiler: Ryan precisa quebrar seu ovo espacial, se livrar de suas pesadas membranas e buscar oxigênio fora do oceano amniótico. Pela primeira vez o ar que ela inspira não é uma porcentagem no computador de bordo. E ela rasteja em um habitat que ainda não é o dela, luta contra a seleção natural para sair da água e virar um ser terrestre. Ao tentar ficar de pé, fraqueja: encontrou gravidade. Ryan a reconhece e sorri, está em casa. Em um último ato, ela se porta como humano, seu corpo já não vence a força gravitacional, como tem que ser.
A mensagem nos créditos iniciais é reiterada: qualquer vida no espaço é impossível, e a Dra. Ryan Stone, assim como todos nós, é um ser de chão.
Mateuzin F.
Mateuzin F.

14 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2014
Sabe aquele filme que dá gosto de continuar vendo ? Se você gosta de ficção , este é o filme perfeito!!
Flaviane Damasceno
Flaviane Damasceno

21 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2014
O que chama atenção nesse filme é o cenário, o visual da terra é incrivelmente deslumbrante.
É belíssimo para assistir em 3D, trilha sonora também ajudou muito.
Mas uma coisa deixou a desejar, a historia em geral não surpreende, é monótomo simples de mais!
Poderia ter sido mais complexa, rebatadora, desafiante mas enfim...
Comparo esse filme com o mesmo esquema As aventuras de Pi, ambos tem os mesmos fins e conflitos
E uma coisa que é bem interessante foi a diferença de sentimentos dos astronautas Matt Kouwalski e Ryan Stone diante da mesma situação hostil !
Lucas E.
Lucas E.

6 seguidores 3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2014
Antes de mais nada, Gravidade é um bom filme. Mas é um filme sobre o quê? Sobre o espaço? Sobre o quão somos pequenos diante de tudo? Não. Eu não diria exatamente isso. Se eu pudesse resumir o filme em uma palavra, seria: superação. No fundo – e nem precisamos ir tão ao fundo assim -, é um filme motivacional.
A complexidade do filme fica por conta da ambientação, da sua beleza cinematográfica, dos movimentos de câmera, da sensação que nos passa ao assistir quase o filme inteiro no espaço. Isso é bom, mas essa grandeza não é o suficiente para suprir a falta de uma profundidade no enredo, destas profundidades que levam de uma forma ou outra, a uma pluralidade de conceitos, ideias, opiniões e interpretações.
Tenho muito gosto por filmes simples que se fazem complexos em sua simplicidade. Ao contrário dos que se fazem simples na sua complexidade. Os primeiros investigam tudo o que pode ser investigado, olhando para lugares em que outros dizem: “Não há nada aí”; os outros mostram algo grandioso para encobrir a falta de uma investigação mais profunda, e é neste plano que fica o filme Gravidade. Se começa olhando com admiração, mas assim que se acostuma ao ambiente do filme, se percebe que, apesar de ser bom, é raso demais para ser admirado por muito tempo depois de sair da sala do cinema.
B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.969 seguidores 762 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2014
Um bom filme( Apesar de ter esperando bem mais), o forte são os efeitos especiais que são perfeitos, e a originalidade do filme, Sandra como sempre arrasando na interpretação.
Icaro A.
Icaro A.

44 seguidores 18 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2014
O filme conta, basicamente, com dois atores, que são Sandra Bullock e George Clooney. Bullock assume um ótimo e sofrido papel, levando nos a alternar entre o sentimentos empáticos e antipáticos, enquanto Clooney se mostra que é algo alem que um sex simbol da terceira idade e transmite bem as divertidas frases experientemente brincalhonas.

Durante o filme surgem vários personagens, como as vozes nos comunicadores e os mortos nos acidentes, porem são tão notáveis quando sem aparência (quase não vemos seus rostos). A ausência de outros personagens deu total foco à Ryan Stone, mas também tornou o filme um pouco cansativo ( ela pode ser uma super estrela e amada pelo público, mas tudo em excesso cansa).

O enredo da historia é singelamente bem feito, apesar de poder ser explorado de formas menos cansativas, e conta com a extrema adrenalina das catástrofes que acontecem com Ryan, isso leva ao ponto de você desejar a morte dela para que a paz finalmente reine. O roteiro foi tão gostoso de se sentir e tão aconchegante que até as gafes cientificas ficam insignificantes frente a isso (não estou dizendo que não existem e sim que o roteiro faz com que isso não seja um problema desconfortante).

Uma outra característica, que é um ótimo recurso usado no filme, é a enfase no vácuo, cenas de extrema adrenalina e barulhentas cortam para uma cena de terceira pessoa onde o silencio reina (ressaltando o som no vácuo), o que nos prende ainda mais ao suspense do filme.

O filme possui um final surpreendente, visto que o filme causa diversas reações e percepções aos telespectadores, ele despertou vários desejos e esses meus desejos não se realizaram de uma forma que tornou o filme ainda melhor, foi uma ótima experiência.
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