Gravidade
Média
4,3
5039 notas

383 Críticas do usuário

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Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de março de 2014
Gravidade o filme com maior números de Oscar conquistado em 2014, foram 7 incluindo o de melhor diretor que foi merecido para Alfonso Cuarón, mais o Oscar mais importante o filme não conseguiu levar que é o de melhor filme e agora que já assistir ao filme eu intendo o pq que Gravidade realmente não levaria o Oscar de melhor filme, é um belo filme com efeitos especiais de encher os olhos de emoção, cenários brilhantes com aspectos incríveis, filmagem sensacional e a história do Matt Kowalski e da Dr. Ryan Stone tbm é muito boa. Mais eu achei o filme muito curto e pouco abrangente, a emoção fica por conta da luta pela sobrevivência da Dr. Stone no espaço, mais tbm é só isso, o forte do filme é o foco que ele da na luta da personagem pela sua própria vida, mais depois ela consegue cair na terra e o filme simplesmente acaba, eu achei que deveria ter focado um pouco mais na história tanto da Dr Stone quanto no Matt Kowalski que por sinal deviam ter mostrado oq realmente aconteceu com ele. A interpretação do George Clooney é até boa mais é muito curta pq o foco total e na protagonista Sandra Bullock que fez um bela interpretação, mais que na minha opinião não foi um interpretação digna de um Oscar na qual ela foi indicada.
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de outubro de 2013
Gravidade faz lembrar a todo instante como nós, seres humanos, somos frágeis e condicionados a tantas coisas das quais dependem nossa sobrevivência e bem-estar, colocando-nos em muitos aspectos em grande desvantagem aos restantes dos animais que habitam a Terra. Só uns poucos dias somos capazes de ficar sem água ou alimento. Precisamos de roupas para nos protegermos do frio. Levamos muitos anos para conseguirmos sobreviver sozinhos sem a proteção dos pais. Além disso, precisamos de amor, de carinho, de respeito, de reconhecimento para nos sentirmos integrados a algum grupo social que seja e não definharmos num sentido moral ou espiritual. E, muitas vezes, basta um microscópico vírus, alguns minutos sem oxigênio, ou um tombo estúpido para tirar nossas vidas.
Mas, por outro lado - e este é exatamente o tema do filme - o ser humano possui uma capacidade extraordinária de se superar, de vencer obstáculos e de sobreviver nas mais inóspitas situações, através da força de vontade e da fé - em si mesmo ou algo superior - que o faz subverter mesmo os mais pessimistas prognósticos e repensar a lógica coerente de nossas expectativas racionais.
É claro que já foram feitos outros filmes sobre este tema. Poderia citar o excelente exemplo de O Escafandro e a Borboleta. Mas o que este filme tem de especial é fazer com que o espectador de certa forma interaja e se sinta "na pele" da Dra. Ryan Stone, experimentando junto com ela suas emoções, sua angústia, seu desespero, sua ansiedade. Entramos literalmente dentro de seu macacão espacial, vendo através de seus olhos, sentindo sua respiração ofegante e seu coração acelerado. A tensão em Gravidade está o tempo todo lá, e esta experiência é vívida e extenuante para quem assiste assim como é para a personagem.
Existem alguns filmes que tem diálogos demais, personagens demais, enredos demais, ação demais, efeitos visuais demais. Gravidade, ao contrário, ao focar em uma situação-limite, ao invés de abordar uma história narrativa que se desenvolve num tempo e espaço amplos, é sucinto, e por isso mesmo mais impactante que a maioria dos filmes.
Afinal, o diretor Cuarón - também autor do roteiro, juntamente com seu filho - tinha poucos elementos para construir seu filme. Praticamente 2 atores e um estúdio. Nestas condições, o diretor comprova definitivamente o seu domínio da narrativa e das ferramentas da arte cinematográfica - algo que já demonstrara no excelente Filhos da Esperança. spoiler: O moderno uso da computação gráfica, que adicionou quase tudo que vemos além dos atores , criou cenas e ambientes absurdamente convincentes e belos. Destaco a cena em que a Dra. Ryan chora dentro da nave, e uma gota de lágrima vem ao encontro da câmera, flutuando pela falta de gravidade. Some-se a isso a música composta por Steven Price, que cumpre mesmo o papel de uma "trilha sonora". Afinal, Gravidade teve o bom senso, esquecido pela maioria dos filmes de ficção científica, de lembrar que no espaço não há propagação de som. Então, quando não há diálogos, o silêncio é preenchido pela música, que pontua a ação praticamente o tempo todo, incorporando às vezes o papel de efeitos sonoros. Quando Sandra Bullock ganhou seu Oscar por Um Sonho Possível houve muitos que disseram que o prêmio era prematuro e injusto. A Academia vai ficar numa saia justa em 2014. Porque o prêmio, agora sim, seria merecido. Em Gravidade, Bullock foi testada ao limite, tanto física quanto emocionalmente. Se não há tempo em meio à ação do filme para uma verdadeira construção de personagem, ela é obrigada a reproduzir um arco de emoções somente através da voz e expressões do rosto - principalmente o olhar - visto que em praticamente todo o filme sua expressão corporal está bloqueada por um pesado traje espacial. Clooney, que faz uma espécie de contraponto humorístico como personagem, não está mal, mas o filme é dela, totalmente. Na cena final, quando ela caminha com dificuldade, ainda se readaptando à gravidade da Terra, a câmera a filma num ângulo bem acentuado de baixo para cima, fazendo-a parecer um gigante, em estatura, como querendo dizer que está mulher pequena e aparentemente frágil tem dentro de si, como muitos de nós, uma força e determinação que supera seus limites físicos.

Em meu último post no blog fiz uma prévia seleção dos melhores filmes de 2013 e, sem querer imitar as últimas edições do Oscar, cheguei a um número de 9 filmes. Gravidade chegou para completar o 10º lugar na lista. Até o final do ano, poderá haver alguma mudança nas escolhas, mas seguramente este filme vai ficar, porque embora ainda falte 2 meses, o Sr. Cuarón trouxe este presente de Natal antecipado a todos os apreciadores da sétima arte.
Marcio A.
Marcio A.

165 seguidores 134 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de outubro de 2013
De forma original e repleta de simbolismos e reflexões, a película se desenvolve sob a magistral direção de Cuaron, que tece com estilo e sem compromisso com explicações; desprovido de laços sobrenaturais; e amparado pela melhor atuação de Sandra Bullock de sua carreira; Sem nenhum traço alienativo, senão o de contar uma história num âmbito claustrofóbico, sob a companhia muito bem empregada do 3D - que amplia ainda mais a sensação de solidão no espaço, diante de uma luta pela sobrevivência mostrada de forma quase perfeita. E a maior parte do filme: Sandra Bullock ( uma mistura de Rypley do filme Alien, e o náufrago personificado por Hanks), Insere com precisão cirúrgica: a insegurança, a viscerabilidade, a destreza corporal em junção com o esforço pessoal em ascender e ampliar os seus limites como atriz, mesmo já tendo faturado um Oscar, e fazendo esquecer a bola fora que fora seu filme anterior: Armadas e perigosas. A incômoda e deslumbrante travessia que este filme imprime, prende a atenção do espectador do começo ao fim, e mesmo tendo uma trama simples embutida num apuro visual que flerta com o sublime, em nenhum momento o filme se torna cansativo. Tantas qualidades, só poderiam fazer com que estas estrelas da cotação contemplassem a gravidade deste espaço. Um filmaço!
Gabi A.
Gabi A.

8 seguidores 4 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 28 de março de 2014
Nem ia publicar nada sobre esse filme, mas como ele foi muito ruim, saí revoltado, e vejo tanta gente gostar dele e dar notão, faço questão de falar que ele é ruim demais, filme sem graça, dá uma raiva de Sandra Bullock ela faz um papel de uma pessoa muito idiota, chega a dar raiva, além do filme ser muito muito mentiroso, na hora que a nave cai então... perda de tempo, só não dou horrível pq gostei dos efeitos de imagem do filme.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de outubro de 2013
Um bom filme catástrofe, tipo Titanic, Aeroporto, Impacto profundo, e outros da espécie, onde tudo dá errado, toda hora. Os efeitos especiais e principalmente o de gravidade zero convencem. Ótima direção e excelentes atuações de George Clooney e Sandra Bullock, que ficou com o papel principal, como Dra. Ryan e deu um show. Não tem romance, não tem sexo, não tem luta, não tem tiros, não tem pega nas ruas ou no espaço. É para quem curte cinema e com tema científico. Recomendo.
William D.
William D.

33 seguidores 63 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de outubro de 2013
Ousadia é a característica mais marcante deste filme. Produção e criatividade desmedidas, com cenas impactantes e uma tensão tão forte que nos aprofunda ao abismo solitário do espaço. Gravidade é de se tirar o chapéu, pois lhe deixa sem fôlego e assustado, mesmo tendo uma trama absurdamente simples e complexa como o espaço, onde o nada dá espaço ao absurdo que nos engole no medo e angústia de estar em órbita no infinito.
Pati Lima
Pati Lima

43 seguidores 84 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de outubro de 2013
Ótimo! Não tem melhor definição. Vi algumas opiniões negativas aqui, mas estou com a grande maioria! O filme é ótimo, respeito só não entendo realmente quem consegue achar um filme destes horrível. Filme inteligente, você mal pisca, cinema todo em silência e adorando. Sim, o filme é um pouco parado! Mas isto não afeta em nada, pelo contrário, as batidas do coração que praticamente juntam-se as nossas, as lágrimas (como já falado aqui), tudo muito bem feito! Ainda mistura com lição de vida e luta pela sobrevivência. O tipo de filme q vc sai do cinema e continua lembrando por alguns dias.
Obs.: mas se você só gosta de besteirol americano, comédia, tiroteio, nem assista; este é um filme diferente com certeza, e que bom!
Na torcida pelo Óscar pra Sandra Bullock , arrasou!!! Vale muito a pena em 3D, por estas e outras indico...
Pereira P
Pereira P

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 3 de novembro de 2013
não curti o filme... falaram tanto, um filme como disse uma critica ai que li em meia hora fiquei com sono a mexer no celular um final sem pe nem cabeça ...
Clelia C
Clelia C

22 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de outubro de 2013
Além de fazer o melhor filme da série Harry Potter, (O Prisioneiro de Azkaban), Alfonso Cuarón, surpreende com este.
Apesar de ser tenso e angustiante, tem poesia e reflexões da vida e uma Sandra Bullock (finalmente!) convincente.
Matt (George Clooney) e Dra. Ryan (Sandra Bullock) são surpreendidos por uma chuva de destroços em decorrência da destruição de um satélite por um míssil russo enquanto consertavam o telescópio Hubble. Lançados no espaço, sem comunicação e pouco oxigênio, precisam encontrar um meio de sobreviver...
Destaco também que em 87 minutos de filmagens com técnicas de filmagens diferentes e ângulos de câmera que transportam quem está na poltrona neste mundo inóspito. A bela paisagem da terra e a sutileza de uma lágrima pairando no ar e a música que pára de repente para ceder lugar ao silêncio das batidas dos nossos corações e fazem deste filme, um dos melhores do gêneros de ficção no espaço.
Como na propaganda, curta esta experiência em 3D,
david
david

1 seguidor 12 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 25 de outubro de 2013
NÃO CONSIGO ENTENDER COMO UMA PORCARIA DESSA PODE ESTÁ CLASSIFICADA COM 5 ESTRELAS.
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