Gravidade
Média
4,3
5038 notas

383 Críticas do usuário

5
143 críticas
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Anthony
Anthony

3 seguidores 15 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de outubro de 2013
O filme começa com a imagem de tirar o fôlego da Terra, já mostrando o quão belo será o filme e então surge os personagens. Ah, sem esquecer do som incrivelmente alto e insurdecedor quando surge ao aparecer o título do filme.
Realmente o filme possui uma qualidade de som que eu nunca vi. Mas o destaque está na atuação de Sandra Bullock. Ela consegue ser muito expressiva do começo ao fim.
Mas falando em efeitos especiais esse filme é incrível, belíssimo. O realismo conquistado é muito bom. O 3D desse filme é excepicional na questão de profundidade e no pop-up também.
Esse filme é muito bem feito e merece várias estatuetas do Oscar.
Rodrigo O.
Rodrigo O.

10 seguidores 7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de dezembro de 2013
Impressionante realidade das cenas, a história realmente me prendeu do início ao fim, diálogo realista e detalhes impressionantes. Sandra Bulock atuando perfeitamente bem e Cloney da mesma forma. Com certeza um dos melhores filmes do ano.
Thomas Jefferson
Thomas Jefferson

192 seguidores 133 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de outubro de 2013
Fisicamente, frustrado atentamente. Descompreendo os neros fatos equivocados pelos críticos tolos, e tudo é uma questão de opinião. Gravidade não é um simples filme, encorajador ou sufocante, mas, um filme esplendido, triunfante, contendo apenas simples elementos, que só uma pessoa atenta o bastante tem a oportunidade de enxergar. Claro, Alfonso Cuarón fez um filme com que todos pudessem gozar, fica boquiaberto diante de uma magnifica obra de Arte, um obra cinematográfica, altissimamente deslumbrante, apresentada ao nossos olhos. Um visual incrível. Com que todos terem que respirar, ficar sufocados com o percurso agoniante que Ryan Stone (Sandra Bullock) tem de enfrenta pra sobreviver. Fazendo com que cada minuto que passa, nosso Oxigênio vá acabando, tornando nossa respiração limitada. Mas, claro, a trilha sonora é encorajadora o bastante pra fazer todos respirarem lentamente como os últimos minutos do filme. Sendo assim, todo nem sempre é perfeito, contendo defeitos, Gravidade tem uma conversão em 3D medíocre, mas, o espetáculo diante de nossos olhos faz o 3D ser apenas um destroço, perdido no espaço. Digino de vários Oscar, o filme tem os elementos que todo filme deveria ter.
Phelipe V.
Phelipe V.

510 seguidores 204 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de junho de 2014
Primeiro de tudo, Gravidade está bem além de ser um simples filme. Está mais pra um acontecimento. Não só pelo grande hype em torno de tudo o que veio da nova produção de Alfonso Cuarón nos últimos dois anos, e que se intensificou nos últimos meses, como a forma com que ele foi feito. Certa vez, James Cameron disse que o que Cuarón tinha em mente estava muito à frente do que a tecnologia atual poderia conceber. É muito cedo pra dizer, com certeza, se ele estava correto nessa afirmação, mas o que o diretor de Filhos da Esperança fez aqui, tecnicamente, é algo quase infilmável. E é inacreditável que o resultado tenha saído tão bom.

Dos efeitos especiais até à edição de som (incrível), passando pela montagem e a trilha-sonora, o filme triunfa ao confrontar os seus personagens com situações de perigo iminente. E é a vida que está em risco. Genial, entretanto, é a direção de Alfonso Cuarón. O cara, que faz os melhores planos-sequência da atualidade, simplesmente se superou aqui. A sequência inicial, de longos e longos minutos ininterruptos, até o momento em que o corte explícito é finalmente feito, é um desbunde visual. E esse aspecto técnico talvez seja o que mantém a imersão no Universo - literal - de Gravidade, tão constante.

O filme é do diretor, definitivamente, mas é incrível como uma atriz que sempre foi mediana - inclusive em na atuação que lhe concedeu um dos Oscars mais absurdos dos últimos anos - dá tudo de si e entrega uma atuação GRANDE. Sandra Bullock atinge todos os níveis interpretativos exigidos para que Ryan Stone conseguisse segurar o filme praticamente sozinha. Há uma cena em específico, no grande ápice dramático do roteiro, em que Bullock eleva-se pela primeira vez ao status de uma grande atriz. E então, finalmente, se torna uma atriz possivelmente Oscarizável. É, sem dúvidas, a atuação de sua vida.

[podem haver spoilers]

Durante boa parte do filme, existe um certo rigor em rechear o filme de ações, e reações, cenas em que a protagonista é colocada no limite da vida e tem que lutar com o que tem em mãos, e assim, poder surpreender quem está assistindo. Isso, durante os dois primeiros atos do filme, compromete a jornada da personagem, mas, por outro lado, eleva a experiência cinematográfica. De qualquer forma, é no terceiro ato que o filme justifica o que veio antes, e o conflito existencial da personagem é colocado em cheque, finalmente. A cena em que Ryan imagina Matt, e consegue pensar em uma saída pra situação limite que estava vivendo, pode parecer preguiçosa pra alguns, mas me surpreendeu positivamente no sentido do desenvolvimento narrativo da mulher. Afinal, ela estava sozinha ali, no espaço, vagando sem rumo e só com a própria mente para se apoiar. E, dessa forma, não é nada forçada a forma com que Alfonso e Jonas Cuarón introduziram a "fala consigo mesma" e o "pensar em voz alta" dentro dessa história. E é o que torna esse momento de epifania da personagem (a cena do contato com os cães/bebês, a memória da filha morta, a aceitação da morte) um momento tão bonito. E até o humor do filme é legal, nesse sentido. A cena em que Ryan explica a origem de seu nome é divertida e arranca sorrisos facilmente da plateia, por exemplo.

Apesar das associações de Gravidade com 2001: Uma Odisseia no Espaço que pipocaram por aí desde que o filme foi visto pela primeira vez, não teria como discordar mais. O filme de Cuarón é sobre a vida, sobre viver (ou sobreviver), mas não chega nem perto da complexidade existencial da obra-prima de 1968. Não diminui em nada, pois são filmes diferentes, com propostas diferentes. O que é impossível deixar de notar são as referências visuais e/ou textuais "Kubrickianas" que o diretor, como todo bom criador de sci-fi pós-2001, faz questão de incorporar. As mais óbvias talvez sejam: a) a caneta que está flutuando em torno da personagem de Bullock durante várias cenas do longa, b) a belíssima cena final com a astronauta tendo que "reaprender a andar", numa metáfora muito legal sobre o descontrole sobre os próprios movimentos que o ser-humano tem no espaço e c) a relação homem x máquina, quando a segunda está fora de controle.

A inesperada virada final de Gravidade, com Ryan conseguindo surpreendentemente pousar na Terra é tão gratificante quanto controversa, e vai ser o que muitos vão implicar no filme. Não esperava que isso fosse ser mostrado pelo longa de forma alguma, mas foi uma cena bem bonita. Com uma trilha-sonora pontual, a câmera faz questão de enfocar a personagem de baixo pra cima, dando uma nítida impressão apoteótica sobre a coisa toda. O fato é que o que filme tem grandes momentos de desenvolvimento da personagem, mas não chega a estudá-la propriamente dito, pois sempre tenta não fugir muito de seu lado blockbuster. Mas quer saber? Isso não importa. De tudo isso, o que sobra é o gosto desse espetáculo visual tão imenso e tão maravilhoso que talvez não redefina o Cinema, mas que vai marcar pra sempre como uma das grandes experiências cinematográficas possíveis de serem sentidas no Cinema atual. E Cuarón não precisa do Oscar (e outros prêmios) pra mostrar o quão foda é. O Oscar, pelo contrário, deveria é agradecer por ter a chance de premiar um diretor que concebeu uma obra como essa. Que seja feita a justiça.
Marcos A.
Marcos A.

95 seguidores 123 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de outubro de 2013
O melhor filme deste ano (até agora) e o melhor final de um filme de ficção científica dos últimos anos. Quem puder assistir em IMAX 3D, assista. Sensacional.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 13 de outubro de 2013
Uma experiência incrível, com uma visão mais plausível e espetacular do espaço. Enquanto os astronautas giram em torno da Terra, Gravidade gira em torno de Sandra Bullock e a luta pela sobrevivência de sua personagem. A atriz, vencedora do Oscar, mostra que está em ótima forma (física e profissionalmente, lembrando Sigourney Weaver no filme Alien, de 1979) conseguindo uma atuação muito satisfatória e digna de, ao menos, uma indicação para este ano. Não posso deixar de comentar que George Clooney e seus diálogos que contrastavam a tensão do filme, tiveram um impacto marginalmente negativo e descartável. Gravidade não deve ser considerado uma Obra-Prima de imediato, mas tem fortes chances de se tornar um filme "Cult" daqui uns 10 ou 15 anos. É apenas o começo de uma série de incríveis produções cinematográficas jamais vistas ou sentidas pelos seres humanos.
tiago M.
tiago M.

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de outubro de 2013
FILME SIMPLESMENTE PERFEITO. Merece Oscar ( Melhor Filme e Atriz: Sandra Bullock).
Douglas D.
Douglas D.

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de outubro de 2013
Filme bom. XD. vale a pena ver. A história é um tanto fantástica ( d+ pra meu gosto), mas bons atores e efeitos visuais tornam um programa agradável. A luta pela sobrevivência e o lado emocional associado foi direto e com bom gosto.
Jhonathan C.
Jhonathan C.

3.325 seguidores 415 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 15 de fevereiro de 2014
Apesar da crítica abraçar o filme como um todo, não achei isso tudo que falam. O elenco se saiu bem, afinal, estamos falando de Sandra Bullock e George Clooney, magníficos atores. O filme começa bem e chega a empolgar, mas a partir dos 20 minutos, fica vago. Nada de especial e sem perspectivas. O que deu pra agradar foi simplesmente a paisagem do planeta Terra e do Universo. É bom lembrar que poderia ter detalhado mais no final, o que aconteceu a seguir. Gostei do filme, mas não é isso tudo que dizem.
Ana Paula S.
Ana Paula S.

62 seguidores 60 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 25 de março de 2014
A única coisa boa do filme, foi a atuação da Sandra B. Filme chato, uma hora e meia de puro tédio. Não recomendo...
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