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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Jornal do Brasil
Apesar dos clichês trazidos em seu desfecho e no próprio tema, "O monge" possui uma história bastante interessante, as atuações e roteiro são, de maneira geral, bem desenvolvidos e fluidos e mantém o suspense sempre na sugestão ...
Cinema com Rapadura
"O Monge", que poderia cair no lugar comum ou se perder em sua temática, tem em Vincent Cassel a vida e alma de um personagem complexo.
CineClick
A fotografia, a direção de arte, o figurino e a trilha, aliados à escolha de tomadas de câmera mais tranquilas, fazem o filme paracer realmente antigo, de outra época.
Screen International
O diretor Dominik Moll apostou todas as suas fichas no aspecto visual deste filme, que perde um pouco o interesse rumo à conclusão.
The Guardian
Esta não é uma história de grande complexidade ou com muitas paixões, mas existem momentos intrigantes por baixo de sua bela superfície.
Télérama
Dominik Moll retirou as provocações e blasfêmias do livro para fazer um conto rigorosamente clássico, repleto de invenções visuais.
Cineplayers
Sem fio narrativo consistente, "O Monge" logo se perde em todos os clichês esperados nesse tipo de filme [...] A trama esquemática demora para engrenar de vez ...
Cineweb
Dominik Moll desprezou o conteúdo crítico e anti-papista da história de Lewis para focar na drama vivido pelo monge cappuccino Ambrosio ...
The Hollywood Reporter
A parte visual e os aspectos técnicos são bons o suficiente para manter a atenção do espectador até cerca de uma hora de filme. Depois disso, a história se transforma em algo ridículo.
Télérama
Esmagados pela importância simbólica de seus papéis, os atores parecem sonâmbulos desfilando em um cenário deslumbrante. É uma pena, até porque as imagens são muito belas.
Variety
Apesar de Vincent Cassel estar muito bem, o resultado é um estudo freudiano árido, com pouco potencial de mercado.
Critikat.com
"O Monge" lembra muito uma versão pobre de "O Nome da Rosa": direção sem criatividade, interpretação exagerada, efeitos especiais kitsch e bregas, intriga grotesca e reviravoltas grosseiras.