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MarisTela Z.
14 seguidores
8 críticas
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1,5
Enviada em 2 de maio de 2013
Vi e não gostei. Pra comédia passa muito longe do meu humor. Argumentos pobres e às vezes inverossímeis, diálogos demais, caricato demais. Em todo filme eu ri duas vezes.
É engraçada a forma com que Julie Delpy vai colocando histórias, situações, deixando o roteiro meio que sem saber pra onde vai. Mas quando o filme acerta, principalmente em cenas isoladas, é delicioso. Até o relacionamento entre Rock e Delpy, passado o estranhamento inicial, funciona. Compramos aquele casal mesmo. Algumas tiradas do filme são irresistíveis, e lembram, de certa forma, o estilo da clássica sitcom americana. E o bom é que o filme não perde identidade por isso.
Da família, de longe o pai é a figura mais chata, e a irmã, a mais interessante. Porém, achei um defeito que o cunhado de Marion simplesmente suma do meio pro final. Deu uma impressão de amadorismo desses roteiristas. Como tiram um personagem da história dessa forma, e dando uma desculpa esfarrapada?
O filme tem sub-tramas que são muito engraçadas, como Marion fingindo o tumor cerebral. É um filme leve por causa disso, acima de tudo. Descompromissadamente, é difícil não gostar de 2 Dias em Nova York por causa do carisma natural que o filme tem. E é uma pena enorme que o filme se auto-sabote com uma participação imbecil de Vincent Gallo representando uma situação ainda mais imbecil e incoerente, tanto para o público (que se sente enganado e subestimado) quanto pra personagem de Marion. Essa mesmo, obtêm um discurso que não faz o menor sentido. Nem como alívio cômico.
Mas esquecendo - e relevando - esse final desastroso, o filme fica "passável". Dignamente assistível.
A mas nova aventura de Marion (Julie Delpy),tanto na nova cidade e quanto no seu novo par româ dessa vez largou Jack (Adam Goldberg),e tenta viver feliz com Mingus (Chris Rock).Mas o que tem de novidade para por aí,porque Marion continua indecisa e cheia de falhas em seu relacionamento,vive uma história bastante parecida com a de 2 Dias em 2 Dias em Nova York,consegue ser muito mas agradável,com um humor mas criado,e se torna uma verdadeira comédia dramática româ muitas vezes pelo o casal Delpy e Chris,que conseguem dar um ritmo bem mas animado a essa continuação....
“2 dias em Nova York” trabalha, basicamente, com os choques culturais, com os estereótipos e com as confusões geradas por ambos. Entretanto, não é muito engraçado, exceto pelas cenas de demonstração de loucura dos personagens – como quando Mingus conversa com “Barack Obama” – e pela cena das crianças tentando vender “grama”. Mas a grande sacada do filme não é nem comédia nem romance; é drama: a venda da alma de Marion e sua posterior tentativa de recuperação.
Título: Delpy, Rock, Allen e... Nova York Em diversos filmes, o cinema nos proporciona encontros formidáveis e até memoráveis. Talvez seja grandioso demais apontar algo assim, memorável de "2 Dias em Nova York", mas, sem dúvidas, encontros formidáveis. Primeiro, Julie Delpy e Chris Rock, em uma química improvável, pelo estilo de comédias tão diferentes e por características tão opostas, mas os dois parecem dançar facilmente nessa comédia, e isso, é muito devido ao roteiro, que permitiu uma fluência entre os dois, natural e verdadeira. Pois é, exatamente em relação ao roteiro, por sinal, o ponto mais forte, de longe, dessa produção, que se dá o segundo encontro: entre Delpy, a roteirista e diretora e Woddy Allen. Muitos perguntam-se: de onde você está tirando Allen nessa história toda? As situações grotesco-realistas vividas pela família francesa de Marion,personagem de Delpy, cujos integrantes dão a tônica de todo o filme, motivando toda a trama, mesmo que, por vezes, um tanto forçados; as reações americanas sobre seu cotidiano preso a convenções; e o bom e velho "eu tenho razão". Esses clássicos de Woddy Allen imprimem em Delpy uma visão feminina e europeizada singular, linear, trivial e...absolutamente fantástica. Você sai do cinema com a sensação de um roteiro bonito e digno, do terceiro encontro. Esse seria todo esse elenco excêntrico e o roteiro singular com a Big Apple. Personagem que poderia ter sido mais explorado visualmente, incitando o baixo orçamento da produção. Entretanto, a cidade estava lá, no fixo cenário de um apartamento típico de NY, e nas atuações de Delpy e Rock (principalmente no último) que são a cara dessa diversidade e dessa mágica, como já dita, improvável que a cidade também proporciona. Claro que falta destacar, as piadinhas sexuais, aliás também típicas de Allen, e os momentos perfeitos de stand-up de Rock, em uma conversa imaginária com Obama que todos nós gostaríamos de ter. Juntando isso tudo, "2 Dias em Nova York", pode ser resumido como em suas últimas palavras: "uma simples história de amor", com encontros simplesmente incríveis!
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