Histórias Cruzadas
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4,6
3606 notas

203 Críticas do usuário

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Thomas Jefferson
Thomas Jefferson

192 seguidores 133 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2013
Uma historia linda e chocante!, um filme magnifico, sem erros, apenas perfeiçoes...Simplesmente adorei e amei.
Eduardo S.
Eduardo S.

20 seguidores 26 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de maio de 2013
A intolerância racial e a luta pelos direitos civis estão presentes em muitos filmes, mas este aqui é muito especial e diferente.
Adaptado da obra de Kathryn Stockett, sua amiga de infância, o diretor/roteirista Tate Taylor teve a tarefa difícil de adaptar o popular livro "The Help" , mas foi bem sucedido e o resultado está aí para comprovar. Este foi seu terceiro trabalho como diretor e seu segundo longa-metragem, mostrando muita competência em acumular duas funções e também por sua extraordinária direção de atores.
O filme é dominado por atrizes, em grandes e marcantes atuações, destacando-se:
Viola Davis (Aibileen) dá um show e mostrou o que é ser uma grande atriz, em uma atuação forte, verdadeira e extremamente comovente.
Bryce Dallas Howard (Hilly), cada vez mais prova seu talento e aqui faz uma personagem que é impossível não odiar, merecia uma indicação ao Oscar pela ótima atuação.
Octavia Spencer (Minny) está impecável com uma personagem forte, decidida e corajosa. Esta foi sua terceira colaboração com Tate Taylor, apesar da carga dramática seu personagem tem ótimos momentos cômicos.
Jessica Chastain (Celia) estreou no cinema em 2008 e só em 2011 fez oito longas, sendo disputada em Hollywood, por sua beleza, simpatia e enorme talento. Em um papel atípico para um filme com temas fortes como o racismo, esbanja carisma como uma mulher sem preconceitos.
Emma Stone (Skeeter) em seu primeiro papel sério mostrou-se uma ótima atriz. Aqui é a escritora responsável em contar a história destas grandes mulheres.
Allison Janney (Charlotte) sempre ótima, atuando pela terceira vez em um trabalho de Tate Taylor.
E por último as veteranas Cicely Tyson (Constantine) e Sissy Spacek (Missus Walters) roubando suas cenas.
O filme foi indicado para quatro Oscars, incluindo: Filme, Atriz (Viola Davis), Atriz Coadjuvante (Jessica Chastain) e venceu merecidamente o de Atriz Coadjuvante para Octavia Spencer.
Foi também um enorme sucesso de público, rendendo mais de 200 milhões de dólares pelo mundo.
Com uma bela reconstituição de época, um elenco excepcional e uma história inesquecível, fazem de “Histórias Cruzadas” um filme imperdível.
Kai E
Kai E

1.057 seguidores 262 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de janeiro de 2015
Ameii , filme muito muito bom , recomendado a todos , não vão perder tempo , achei que era ruim , mais como diz o ditado ``Não juguei um livro pela capa´´, RECOMENDADICIMO .
Lorena R
Lorena R

58 seguidores 69 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de agosto de 2013
Belíssimo filme! Muito drama, um pouco de comédia e uma realidade desafiadora.
Estevan Magno
Estevan Magno

5.246 seguidores 490 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de fevereiro de 2013
Emocionante, lindo e magnífico! Esse filme é uma lição de moral bem feita e dirigida para todos verem! Chorar é normal para um filme como The Help, em que a cada cena temos uma lição de dramaturgia de todo o elenco. É lindo ver como alguém pode mudar uma sociedade, descascando o preconceito de uma sociedade completamente racista. Lindo, honre esta obra prima do cinema, e assista, não se arrependerá.
Luana O.
Luana O.

764 seguidores 557 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de março de 2021
Que filme emocionante! As atuações estão ótimas, principalmente de Viola e Octávia, de quem sou muito fã. Demorei muito pra assistir esse filme, é um misto de emoção: alegria na superação e reconhecimento, e a revolta em todo o resto. Difícil imaginar viver numa época tão turbulenta assim, e pior, como muitas coisas, não melhoraram até hoje.
Deivisson C.
Deivisson C.

6 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de junho de 2013
Excelente filme, gostei muito, por pouco quase chorei.
Luiz Cappellano
Luiz Cappellano

62 seguidores 103 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de julho de 2016
Este filme deveria ser assistido após "A Cor púrpura" (EUA, Steven Spielberg, 1985) pois é quase a sequência natural do mesmo, já que narra os desdobramentos do verdadeiro "apartheid" que se processou no sudeste dos Estados Unidos após a grande depressão. Se Spielberg nos mostra negros que conseguem se tornar pequenos proprietários na virada do século, Tate Taylor nos apresenta mulheres negras, despossuídas, vulneráveis e exploradas, a quem só resta serem expregadas domésticas, quase escravas, nas casas dos brancos. Paradoxalmente, no mesmo momento em que o Reverendo Martin Luther King Jr. realiza a sua marcha em prol dos direitos civis dos negros, as patroas de Jackson constroem banheiros improvisados de madeira nos quintais para as serviçais e as proibem de utilizarem a mesma louça e talheres que os brancos utilizam. Na exata proporção em que os avanços acontecem em Washington, no sudeste do país, atrasado e patriarcal, há um recrudescimento da discriminação e preconceito racial. Conforme a terceira lei de Newton, a toda ação corresponde uma reação. A aliança entre "Skeeter" e as empregadas negras, no sentido do projeto comum da construção do livro (o qual, metaforicamente, redime e empodera todas elas) é a excessão que confirma a regra, já que as suas amigas brancas são tão autoritárias para com as empregadas domésticas quanto as avós haviam sido para com as escravas. Aibileen é o exemplo da empregada negra que se dedica a criar crianças brancas, enquanto seu próprio filho foi morto pelos reacionários, representados muito especialmente por Hilly Holbrook, a detentora das verdades, da moralidade e da tradição: vem daí a condenação da "nova rica" Celia Foote, tida por ela como sendo uma "caipirona". Ela se arvora juiz, juri e tribunal das amigas e sua prole, algoz da própria mãe (a quem interna num asilo simplesmente porque zombou dela) e especialmente de todas as negras que cruzam o seu caminho. Em âmbito local, o filme pode muito bem ser comparado com "Que horas ela volta?" (Brasil, Anna Muylaert, 2015), também ambientado no sudeste, apenas que no sudeste brasileiro. Tal como no exemplo em pauta, também este filme nos apresenta um corolário da maneira pela qual os hábitos arraigados das sociedades escravocratas conseguem se perpetuar sub-repticiamente sob a capa da "modernidade" aparente.
AndréIsaque
AndréIsaque

17 seguidores 62 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de maio de 2016
As espetaculares histórias de mulheres negras, que dedicam suas vidas trabalhando na casa de patrões, cuidam de crianças brancas e ao crescerem desprezam o ensinamento recebido e contribuem para o aumento da segregação. O filme é fabuloso ao abordar o ponto de vista dessas mulheres, quando Skeeter, Emma Stone, da a possibilidade de serem ouvidas, as histórias de dramas, suparações, engraçadas, encantam a todos, até os mais preconceituosa. Pessoas que sempre ficaram em segundo plano, agora se tornem protagonistas
Fagner R.
Fagner R.

11 seguidores 16 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de dezembro de 2014
Filme muito bom! perfeito! História emocionante, me prendeu do início ao fim. Trilha sonora muito boa. Esse é um daqueles pra ver acompanhado ou sozinho! Recomendo!
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