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Neto S.
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773 críticas
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3,5
Enviada em 7 de fevereiro de 2014
Desde os 4 anos, George (Colin Firth) é gago. Este é um sério problema para um integrante da realiza britânica, que frequentemente precisa fazer discursos. George procurou diversos médicos, mas nenhum deles trouxe resultados eficazes. Quando sua esposa, Elizabeth (Helena Bonham Carter), o leva até Lionel Logue (Geoffrey Rush), um terapeuta de fala de método pouco convencional, George está desesperançoso. Lionel se coloca de igual para igual com George e atua também como seu psicólogo, de forma a tornar-se seu amigo. Seus exercícios e métodos fazem com que George adquira autoconfiança para cumprir o maior de seus desafios: assumir a coroa, após a abdicação de seu irmão David (Guy Pearce). Um bom filme , história boa e ótimas atuações mais eu acho que não é fumar pra ganhar o Oscar recomendo nota 8.5
É um bom filme, que nos mostra uma parte da história que até então não conhecíamos. Tem atuações brilhantes, mas para mim dos filmes que estavam disputando o oscar em 2011;A Origem, Cisne Negro e Toy Story 3 são melhores.
...É um filme legal, pouco emocionante mas interessante, mas também não é nada demais! A Origem merecia muito mais o Oscar de melhor filme... vai entender esses caras.
Um bom filme, nada excepcional. Como é baseado em fatos reais, não tinha muito o que fazer com o roteiro. Não sei porque tanto "oba oba". Um 7 tá de bom tamanho.
Ainda vou ver esse filme, deve ser bom, mas acho meio impossível superar A Origem, se conseguir isso eu venho aqui e digo que esse filme mereceu o Oscar, mas por enquanto A Origem é um dos melhores filmes que já vi.
Obra Prima!!! muito bom mesmo, apesar de achar que "A Origem" mereceu o OSCAR, hj eu vi que "O Discurso do rei" tem seus méritos, é praticamente perfeito e a atuação de Colin Firth e Geoffrey Rush são magníficas.
...Sob um enredo muito bem desenvolvido, o filme desnuda segredos do império britânico, mostrando fraquezas e defeitos que os súditos jamais admitiriam nos nobres da côrte. Tudo isto pintado nas cores fortes das atuações de Colin Firth (emocionante), Geoffrey Rush (poderoso) e Helena Bonham Carter (suavemente doce). Um bom filme que, entretanto, parece super dimensionado nas 12 indicações para o Oscar. Menos, menos.
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