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Edmilson Silva
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2 críticas
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2,0
Enviada em 14 de junho de 2013
O mais curioso no filme é notar que a linguagem se volta para o público adolescente como os da saga Crepúsculo porém não teve o cuidado com erros visíveis.
Injetando insulina nas veias: sabendo que a primeira versão de João e Maria foi contada em 1812 pelos irmãos Grimm, o João do filme injeta insulina na veia contra o que parece ser diabetes. Ora, a descoberta do papel do pâncreas na produção da insulina só começou a ser verificada cientificamente em 1889 na Alemanha, por Mehring e Minkowski. Muito tempo depois da história ter sido 70 anos depois. 2. A seringa hipodérmica só foi inventada em 1853 pelo médico francês Charles Gabriel Pravaz. Portanto um erro chamado de anacronismo equivalente a contar uma história do homem da caverna usando KKKKKKKKKKKKKKKKKK!
Treinamento na SWAT. meio do nada, nos confins da floresta quem os ensinou a lutar tão bem contra as bruxas, com tal técnica? Cadê o mestre? Aprenderam do nada? Ou foram treinados pelo FBI?
João é imune a ferimentos mesmo com diabetes.
De resto, o filme é muita ação e figuras caricaturais de bruxas, Para quem gosta de filmes onde a força física determina o destino dos personagens é um prato cheio mesmo com tantas falhas de lógica.
Funciona como uma despretensiosa "Sessão da Tarde". Uma Maria nervosinha e desbocada...e um João diabético, dependente de insulina..???????????? (eu ri...) caçam bruxa malvadas que voam loucamente em suas "vassouras" pela floresta. Ao menos o visual é legal...
Viajaram na maionese, vai ser um bom filme para pré adolescente ficar vendo repetitivamente na sessão da tarde. Abusaram da imaginação, Provavelmente as bruxas fizeram um estágio no MMA, as armas não combinam com a época, enfim, tudo exagerado. Bem fraquinho.
O roteiro é bem meia boca, o andamento do filme é regular. O destaque desse filme fica por conta dos efeitos e das cenas de açã destaque tambem a atuação da Famke Janssem como Muriel. Confesso que tinha uma expectativa com relação a esse file, esperava bem mais É um filme regular, com uma linguagem mais adolescente, que virou moda hoje em dia, transformar histórias infantis em filmes com linguagens adolescentes.
A primeira metade é legal, esboça estilo nas cenas de ação e a trama, embora convencional e repleta de clichês que lembra "Van Helsing", é divertida e digerível. A segunda metade parece ser comandada por outro diretor. O ritmo acelerado e as soluções fáceis da narrativa para se chegar ao clímax dão a impressão de forçar um final e isso prejudica, não só o fraco roteiro, como a ação e o conteúdo dramático que pouco se desenvolve. No mais, é uma sessão da tarde longe de ser uma tela quente!
Sejamos sinceros: está um saco essa onda de filmes de fantasia que aproveitam os contos de fadas clássicos para transformar em filme de ação para chamar a atenção do público jovem. E o problema é que isso vende, como foi o caso de Branca de Neve e o Caçador, que é até um filme decente, pra falar a verdade. E também Espelho,Espelho Meu,entre outros.E o curioso é que, apesar de o filme se passar na Idade Média (embora não situe especificamente isso), há até armas parecidas com as modernas metralhadoras. Mas, enfim, esse tipo de “licença poética” é o de menos. O pior pecado do filme é dar sono nas cenas de ação. Assim, nas cenas mais paradas, até que o filme é assistível e, com um pouco de boa vontade, dá para ver algumas qualidades, levando em conta se tratar de um filme puramente de entretenimento, sem quaisquer ambições artísticas.
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