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leonardo
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102 críticas
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1,5
Enviada em 25 de abril de 2014
Atualmente, em Hollywood, nossos clássicos de infância, as fábulas infantis que crescemos escutando e assistindo, tem ganhados adaptações modernas e sombrias nas telas. Como exemplos, temos Branca de Neve e o Caçador, A Garota da Capa Vermelha, Jack O Caçador de Gigantes. Branca de Neve, Chapeuzinho Vermelho, João e o Pé de Feijão, todos eles ganharam adaptações modernas, com um enredo diferente do que é apresentado nos contos infantis, adquirindo um tom mais sombrio e até grotesco. O que todos esses filmes citados tem em comum : são todos ruins. João e Maria Caçadores de Bruxas , adaptação moderna do famoso conto dos irmãos que encontram uma casa de doces,não é diferente deles. Vários anos depois de matarem a bruxa da casa de doces, João e Maria se tornaram exímios caçadores de bruxas, sendo famosos por toda a região e contratados para livrar as cidades das terríveis pragas que são as bruxas. O problema do filme já começa em sua introdução, onde mostra rapidamente os terríveis acontecimentos do conto infantil, reinventado sangrentamente. O combate contra a bruxa do conto não convence da dor e trauma que provoca nos irmãos, a bruxa não chega nem mesmo a ser interessante. Pra falar a verdade, nenhuma bruxa do longa é interessante. Todas sãos feias, lançam magias fracas e classicamente montam em vassouras. Para uma adaptação moderna, esperava-se algo imprevisível por parte da natureza das bruxas da trama, algo marcante, mas nada disso acontece, elas são apenas elementos para mover a trama, nada além disso, e Famke Janssen como a bruxa principal não emplaca como uma grande vilã, nem mesmo usa seu olhar feroz da Fênix dos X-men. O filme possui problemas com os personagens. Um exemplo é Ben, o fã incondicional dos irmãos que serve como um grande tapa buraco no filme e seu destino no final do longa já era bem óbvio. spoiler: Outro é o ditador que odeia os irmãos e morre logo na metade do filme, esmagado por um troll mal feito que também não serve pra nada. A bruxa branca que se apaixona por João e se despe na frente dele, mostrando que realmente é a versão adulta da fábula, não possui grande relevância, só servindo para mostrar ao público que existem bruxas boas também. Jeremy Renner e Gemma Arteton como os respectivos João e Maria ( Hansel e Gretel no original)apenas cumprem o seu papel , nada mais, são eles que fazem com que o filme não se torne um fracasso total. Falando nos irmãos, outro ponto negativo é o passado deles envolvendo sua mãe e tudo isso gera o plano da bruxa interpretada por Janssen, uma trama simples demais . Um dos únicos pontos positivos é o combate final muito bem feito e no local onde iniciou a história dos irmãos. Enfim, João e Maria Caçadores de Bruxas é uma adaptação moderna, sombria e adulta da fábula que todos conhecem, uma adaptação que não funciona e serve mesmo até para estragar a infância de alguns.
Conto de fadas sangrento tenta virar franquia, mas quem vai querer comprar um sub-Van Helsing?
Ruim
João e Maria - Caçadores de Bruxas (Hansel & Gretel: Witch Hunters), versão gore da fábula clássica dos irmãos Grimm, não tem mais nem menos banho de sangue do que muitos filmes de baixo orçamento ou produções direto para DVD voltadas para o mercado do terror. Para uma produção de grande estúdio que pega carona na moda dos contos de fada, porém, a sangueira até que é bem inesperada.
Não convém aqui discutir se foi uma boa estratégia ou se a violência cartunesca misturada com fábula infantil vai cair num vácuo demográfico (o filme pode ser impróprio para pré-adolescentes e considerado bobo por adolescentes). A questão é que a surpresa de ver astros como Jeremy Renner e Gemma Arterton besuntados de sangue falso é a única atração deste filme - que, de resto, é um grande equívoco de concepção e execução.
Na comparação, João e Maria - Caçadores de Bruxas faz Abraham Lincoln - Caçador de Vampiros parecer muito sofisticado. O parentesco mais próximo é com Van Helsing, não só porque as armas e os figurinos parecem reaproveitados do filme de 2004 (quando teremos um blockbuster sem vergonha de se assumir steampunk?), mas principalmente porque ambos tentam contar uma história medieval com uma linguagem pop e terminam num indeciso meio termo, descaracterizando tudo.
Van Helsing pelo menos não tinha a intenção - que hoje Hollywood trata como obrigação - de estabelecer uma nova franquia de ação. Desde o início João e Maria - Caçadores de Bruxas é apresentado e martelado como um produto que vieram nos oferecer na nossa porta, que o vendedor diz ser irrecusável mas não se presta a explicar pra que serve ou como funciona.
Quinze anos depois de sobreviverem à casa de doces, João/Hansel (Jeremy Renner) e Maria/Gretel (Gemma Arterton) ganham a vida como matadores de aluguel, indo de vila em vila atrás das tais bruxas. Produtos que são, seus diferenciais são a inovação (a vila do filme já tem um caçador de bruxas, mas incompetente e vil) e o ineditismo (ninguém da vila ouviu falar de João e Maria, embora o lugar seja perto de onde os irmãos cresceram e nos créditos iniciais a notícia dos dois tenha se espalhado).
Além da inovação e do ineditismo, todo produto de franquia implica uma legião pronta de fãs (não vendida separadamente). Então depois que a fama e o talento de João e Maria são repetidos pela décima vez em meia hora de filme, surge um fanboy adolescente medieval pra afirmar tudo de novo e emendar: "I'm a fan of your work!". Depois disso, dá até pra se divertir com algumas coisas que acontecem no clímax (a galeria de bruxas é bem politicamente incorreta), se você aguentar até o fim do filme.
Talvez um dia João e Maria - Caçadores de Bruxas seja visto como uma transgressora obra de arte que implode a lógica das franquias hollywoodianas ao revelar parodicamente suas entranhas, uma bomba de metalinguagem que deixa estilhaços e vísceras por todos os lados. Até lá, é só um filme com a ilusão de que pode imitar Os Vingadores (a superequipe com suas armas viradas pra câmera no final), o modelo de franquia hoje, como se ninguém fosse perceber
Uma bobagem esquecível. Na onda dessas "releituras" de clássicos que ninguém nunca lê, em meio a um mar estagnado de falta de imaginação e de ventos de criatividade, em vampiros brilhantes, lobisomens saltitantes e zumbis pagando paixãozinha...
Odeio filmes de bruxas, principalmente quando um filme não tem nada relacionado a realidade =/ essa minha descrição pra esse filme, o que valeu pra mim foi as cenas de ação
Um filme fraco demais! A unica coisa que salva e a personagem da Maria. Realmente, mais parece um video game onde quem ganha e quem mata mais bruxas... Direcao de arte baguncada, Fanke Jemsem no piloto automatico... enfim: nao disse ao que veio. dou uma estrela e olhe la.
filme muito fraco, não atendeu minha expectativa após o trailer lançado anteriormente, praticamente um filme sem roteiro, deu a impressão de ser um capítulo de uma série qualquer por ser tão curto, enfim, como o diretor deu a entender que o filme vai ter sequência, espero que melhorem e muito a qualidade.
Não conseguindo chegar naquele nível tosqueira de um filme trash para valer como entretenimento descompromissado já que se leva tão a sério, esta pobre "adaptação revisionista" do conto dos irmãos Grimm até que tem bons momentos de ação, mas morre na maldição de seus filmes gêmeos, se resumindo a um espetáculo gore vazio. O que mata o filme como realização cinematográfica é que a surpresa de ver astros como Jeremy Renner e Gemma Arterton besuntados de sangue falso é a única atração aqui e, de resto, é um grande equívoco de concepção e execução.
Desde que bati de cara com o trailer desse filme já sabia que iria ser mais uma escrotice hollywoodiana da era 2000. Tudo nele é ruim, se salvando apenas os efeitos especiais. A começar pelo figurino, péssimo. Não remete às vestes usadas na época em que o filme se passa, tampouco as armas utilizadas (talvez tenha sido uma tentativa de realçar o tom de fantasia, que só acabou desconstruindo ainda mais a qualidade do filme). O roteiro é horrível, e a ideia de magia contida no filme é um terrível clichê, pois no meio ocultista, se sabe que não há diferença entre a magia. não existe magia branca e magia negra como dito no filme, apenas magia.
Como falaram aqui, o filme é um prato cheio pra quem gosta de efeitos especiais e não se importa muito com o resto.
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