Média
2,1
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Papo de Cinema
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Folha de São Paulo
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New York Times
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Omelete
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Rubens Ewald
Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Papo de Cinema
A maior qualidade de "Para o que Der e Vier" são seus quatro personagens centrais, bastante humanos e falhos. [...] Poderia ser um pouco mais conciso e não pender tanto para a comédia histriônica no início, já que não seguiria com o estilo até o final.
Folha de São Paulo
Parece que Weiner tentou encaixar em um longa de duas horas o arco dramático de um personagem em uma temporada inteira de série. Desse descompasso, nasce um filme desajeitado, cheio de arestas, mas com a beleza da imprevisibilidade e algo relevante a dizer sobre inadequação.
New York Times
Espectadores em busca da sofisticação de "Mad Men" encontrarão um trabalho irreconhecível da mesma fonte: um filme mais Dick Whitman do que Don Draper.
Omelete
Esta estreia de Weiner se equilibra na corda - com alguns simbolismos cafonas (a árvore cortada), outros bonitos (o cavalinho no desfecho...) - tendo sob si a rede de segurança dos esquemas de comédia, romance e drama de iluminação do cinema independente americano das últimas décadas.
Almanaque Virtual
O longa propõe a discussão de temas existenciais complexos e multifacetados como amizade, comprometimento, egoísmo, reconciliação e renovação/revisão de princípios, mas o faz de forma irregular, ficando no meio do caminho entre o drama e a comédia.
Cineweb
O diretor também se apoia no humor provocado pelos dois personagens “chapadões”, um tanto rasteiro [...] Da metade para o fim, o filme perde coesão (sobretudo sobre a complexidade dos personagens)...
The Guardian
"Para o que Der e Vier" sofre de um problema de tom. Ele quer ser um filme sobre a amizade entre amigos drogados, uma comédia dramática pastoral e um drama profundo sobre doenças mentais.
Variety
Um estudo sobre o egoísmo tóxico, apresentado como comédia, mas que não é nem um pouco engraçado para um filme estrelado por Owen Wilson e Zach Galifianakis, nem tão sério quanto os trabalhos elogiados de Weiner na televisão.
CineClick
"Para o que Der e Vier" traz algumas piadas, principalmente em seu início, mas em quantidade aquém do desejado. O time de atores escalados renderia muito mais em um roteiro mais solto e sem tantas pretensões.
O Globo
O filme parece se levar a sério como comédia. Ou o contrário. Impossível saber. O envolvimento mais provável do espectador desavisado deve ser com o relógio, na torcida de que a agonia seja rápida. Nem isso. “Para o que der e vier” demora uma eternidade. Desperdiçada.
Revista Interlúdio
Em Para o Que Der e Vier, nunca chegamos a ver, de fato, um filme. Assistimos a um boneco de cera que reproduz algo que lembra o cinema. Um boneco, inclusive, que sequer parece fruto de domínio de artesanato, já que o diretor falha em quase todos os campos...
Rubens Ewald
O senhor chamado Matthew Weiner devia estar fora de si quando concebeu este projeto completamente errado, sem nenhuma graça e quase sempre constrangedor.