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Raphael M.
1 seguidor
3 críticas
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3,0
Enviada em 20 de agosto de 2015
O filme nao traz muita espectativa , seus ideais é uma visao apocalíptica bíblica , que desperta nos religiosos o futuro escrito no livro da sabedoria, o filme nao tem como ideal passar medo ao seu telespectador mais sim uma unica mensagem. O destruidor andara em meio aos vivos e semeara a bomdade maligna .Na verdade uma critica para esse filme tem de ser mediada , de forma normativa o filme é apenas um aviso para os infieis e fies que , o futuro esta mais perto do presente do que se pensa .
Do nada,a mulher tá comemorando o aniversário e corta o dedo e fica possuída sem nenhuma explicação, ou melhor,com a explicação que mais tarde,um padre vai dar de que o diabo pode possuir qualquer um,mas,depois de um tempo,eles fazem uma comparação que explicaria o ocorrido. Depois disso,a mulher fica mais assanhada e começa a dar em cima dos homens (cuidado com elas!). O padre Lozano está sempre por perto,mas não faz nada. Temos câmera do Vaticano filmando sempre ela,mesmo antes de ter certeza de que ela estava possuída(são videntes? ) O exorcismo sempre dá medo,mas só tem 1 padre para fazer praticamente. O spoiler: final é bem legal,deixando em aberto uma crítica aos falsos profetas.
O filme tem defeitos de continuísmos e uma personagem principal que não passa credibilidade. Mas a história é profundamente forte... baseamentos bíblicos e uma aparição diferente da habitual (discreta e silenciosa)... o passo seguinte... um filme para ser assistido e pensado...
O filme em si não é ruim, apesar de dar para entender a ideia do que foi a intenção de que queriam passar no filme, com seu roteiro e enredo, mas isso não salvou, pelo contrario, estragou principalmente em seu final, efeitos são bem interessantes pelo estilo do filme, vale a pena conferir para quem gosta do estilo.
Mesmo sendo um fiasco nas bilheterias mundiais, e que provavelmente torna improvável uma continuação, já que o fim do filme deixa em aberto essa possibilidade, o filme não chega a ser um clássico, mas também não é mal feito. A começar das atuações, destaco Olívia Taylor Dudley como o que me fez dar uma boa nota a este filme. Ela consegue dosar o bem e o mal apenas com suas expressões. Com elenco cheio de estrelas, não posso culpar que os demais não tenha se saído bem, neste ponto culpo o roteiro, ou a edição, que transformou o pai, o namorado e os padres como reles coadjuvantes bobos. Outro ponto forte no filme é a fotografia. Muitas cenas são muito bonitas, mesmo as mais assustadoras. A crítica pode dizer que é mais do mesmo, e cada vez está mais difícil ser original a temas que já foram retratados de tantas formas, mas certamente, este não é um filme desprezível rendendo bons momentos de diversão àqueles que curtem o gênero.
Filme mediano. Tem uma proposta muito boa, mas o filme acaba se perdendo um pouco durante o filme! O roteiro é muito fraco e sem pé nem cabeça, por exemplo: não tem nenhuma explicação porque ela ficou endemoniada por causa de um simples corte, ficou mito estranho isso. O filme ficou longe da qualidade do documentário que inspirou o filme! O filme consegue da uns sustos de leve e o suspense é mais ou menos, mas esta longe de ser um filme recomendável. E sobre o final do filme é legal porque foge dos clichês De Hollywood, mas é um afronto aos seguidores e crente de Deus!
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