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ClaraFreesky
64 seguidores
93 críticas
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3,0
Enviada em 11 de novembro de 2015
Apesar de ter bons atores e uma premissa interessante, o filme é um pouco monótono e não muito empolgante. Mas é bem legal ver a trajetória do filho em meio ao romance de sua mãe com um fugitivo. Os personagens não são tão aprofundados, acho que o de maior desenvolvimento é a personagem de Kate Winslet. Nada de mais, mas pra mim ainda tem um romance mais interessante que os de Nicholas Sparks.
Kate Winslet e Josh Brolin são atores tão competentes que "Refém da Paixão" sai quase ileso de seu formato drama enlatado com situações previsíveis para tornar tudo um pouco mais tenso. Até Gattlin Griffith, que faz o jovem Henry, e que quando adulto é narrado por Tobey Maguire, consegue um desempenho interessante, e talvez tenha dado a sorte de pegar o personagem mais ou menos acompanhável. No entanto, a mãe amargurada Adele (Winslet) e o bom homem preso injustamente Frank (Brolin) são funções ingratas da dupla de atores veteranos, pois uma vez estabelecidos os estereótipos, eles nunca mudam.
Temática simples e intensa. O show fica por conta da atuação de Kate Winslet, que teve seu trabalho reconhecido, tendo sido indicada ao Globo de Ouro 2014.
Kate Winslet e Josh Brolin são atores tão competentes que “Refém da Paixão” sai quase ileso de seu formato drama enlatado com situações previsíveis para tornar tudo um pouco mais tenso. Até Gattlin Griffith, que faz o jovem Henry, e que quando adulto é narrado por Tobey Maguire, consegue um desempenho interessante, e talvez tenha dado a sorte de pegar o personagem mais ou menos acompanhável. No entanto, a mãe amargurada Adele (Winslet) e o bom homem preso injustamente Frank (Brolin) são funções ingratas da dupla de atores veteranos, pois uma vez estabelecidos os estereótipos, eles nunca mudam.
Apesar do título horrível em português, o filme é legal. As atuações são boas e não deixa ser interessante o thriller que se transforma em filme romântico. O final é até surpreendente (espera algo bem mais clichê) - vale a pena assistir, apesar do título ter sido encomendado para o Tela Quente :)
Uma história de romance que não foge muito do clichê, mas que é bem executada e bem trabalhada. Gostei do desenrolar da história, mas não gostei muito do final:spoiler: um filme que deveria ter um final feliz teve um falso final feliz - só estenderam a história pra não ser um final triste.
Refém da paixão é um filme de romance/drama que contou com a direção e roteiro de Jason Reitman. Na trama, Henry (Gattlin Griffith), um garoto que se esforça para cuidar de sua mãe Adele (Kate Winslet), que atravessa um momento delicado de sua vida após o término do seu casamento. A vida de ambos muda rapidamente quando Frank (Josh Brolin), um fugitivo da polícia, pede ajuda afim de se refugiar na casa de ambos. O drama apresentado no filme tem um forte pano de fundo familiar. Ao mesmo tempo corre-se o risco, pois a decisão de gostar do filme fica no campo da subjetividade. Isso pq, a direção coloca momentos de suspense e tensão focado no personagem de Brolin. Um fugitivo, com cara de ruim, de poucas palavras, mas sincero. Brolin segura bem a ponta do seu personagem, pois ficamos cativado com ele, ao oferecer tudo aquilo que o ex-marido de Adele nao ofereceu: O cuidado com ela e com seu filho. Além de cuidar bem de tudo: carro, casa e a criança deficiente da vizinha. Outro ponto ( e até maior) a ser exaltado é a figura de Adele , muito bem interpretado pela Winslet. Mulher desgastada com as frustrações do seu relacionamento, incluindo vários abortos, ainda teve força para acreditar no amor e ainda querer sair da sua zona de conforto e se mudar com seu filho para o Canadá. Aqui tbm temos mérito do roteiro por somar todos esses elementos e deixar a situação mais do que justificada para a sua personagem. Talvez, o ponto baixo do filme tenha sido o recurso constante de flashbacks para explicar o passado de Frank ( poderia ter sido melhor se fosse o próprio personagem se abrindo para Adele, afinal nao sabemos se ela sabe do passado dele, por outro lado esse recusos serviu para abraçarmos de ver o seu personagem e tirar o estigma de ser um presidiário fugitivo). O grande problema é ter sido picotado demais essas cenas. No mais, é um filme que agrada pela interpretações dos protagonistas e pelo desenrolar da história em si
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