Os Descendentes
Média
4,0
461 notas

38 Críticas do usuário

5
3 críticas
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ClaraFreesky
ClaraFreesky

64 seguidores 93 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de setembro de 2015
Maravilhoso. Mostra uma trama familiar, com problemas reais de pessoas reais, com personalidades verossímeis. Ou seja, um filme para analisar a questão humana e simplesmente ver como as pessoas lidam com problemas comuns. Atuações impecáveis e ótima seleção de elenco. Bom enredo, com foco na relação do pai e suas filhas. Recomendo.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 28 de fevereiro de 2012
Um filme que mistura com extrema habilidade momentos engraçados e ao mesmo tempo uma história tocante recheada de boas interpretações e situações. O filme retrata a vida de Matt King que é pai de duas filhas (Alexandra e Scottie) e casado com Elizabeth, um casamento que vinha com pouco diálogo nos últimos tempos, especialmente porque Matt estava se dedicando muito ao seu trabalho e não dando tanta atenção à sua esposa e filhas, que vêem o pai mais como um estranho e tem pouca afinidade com ele, não mostrando inclusive o respeito que deveriam.

Tudo muda quando Elizabeth fica no hospital entre a vida e a morte após um acidente de lancha no mar e os médicos depois de algumas semanas dizem que seu estado é irreversível e terão que desligar os aparelhos que a mantinham viva. Matt, então, busca as filhas e amigos para se despedirem definitivamente da mãe. Paralelamente a isso, sua filha mais velha revela a ele que Elizabeth tinha um amante e que em breve iria pedir o divórcio a ele. Matt vai à procura do amante de sua esposa em busca de respostas que o corroiam por dentro e também para informá-lo da situação e dar a ele a chance de se despedir dela.

A partir desse momento, o filme acompanha a jornada de Matt no caminho da recuperação após o baque da notícia que ele nunca esperava ouvir e mostra uma maior aproximação do pai de suas filhas diante da nova situação da mãe delas no hospital prestes a morrer e como teriam que se apoiar um no outro para superar esse momento difícil. O diretor Alexander Payne mostra mais uma grande direção mostrando o drama de modo extraordinário e com alguns bons momentos que provocaram risos no espectador, provocados quase sempre pela dupla Clooney e Nick Krause, o amigo de Alexandra. Interessante o olhar de Payne e do diretor de fotografia Phedon Papamichael ao mostrarem um Havaí mais urbano e mais comum e nem tanto como o paraíso que todos logo de cara imaginam, não que várias cenas das maravilhosas praias e outros cenários não apareçam especialmente na metade final do filme. É bom frisar a boa trilha sonora, apesar de em nada inovar com as músicas tipicamente havaianas.

A obra possui a duração perfeita para o cinema e consegue desenvolver com tranquilidade e sem atropelamentos de acontecimentos o bom argumento. O roteiro muito bem desenvolvido e cheio de diálogos inspirados e fortes, aborda essencialmente as relações humanas, entre esposa e esposa, amizade, relação pais e filhos, além da reconstrução interna de uma pessoa após momentos difíceis que aconteceram de uma maneira tão inesperada e repentina e que acabam revelando quem de fato as pessoas são e como reagem às mais diversas adversidades. É um bom drama, certamente um dos melhores do ano. É um daqueles filmes de orçamento não tão alto e com boa história e que acabam caindo nas graças dos principais prêmios, não que não tenha qualidades, muito pelo contrário.

O filme é um filme essencialmente uma grande direção e é um festival de boas interpretações. George Clooney está muito bem e sem cacuetes, conseguindo nos fazer rir e nos emocionar nos momentos certos, sendo um dos favoritos para levar o Oscar para casa. A linha do desespero até à superação que seu personagem passa durante o filme é muito bem representada por ele, certamente uma das melhores atuações de sua carreira. As jovens Shailene Woodley e a pequena Amara Miller também se saem muito bem. Na parte dos coadjuvantes, Judy Greer se sai ótima em um papel mais dramático do que normalmente atua e Matthew Lillard também é muito espontâneo e maduro, em nada lembrando seus personagens esteriotipados e mais famosos (Stu de Pânico e Salsicha em Scooby-Doo).

Vale muito a pena ver, pois são temas universais e que nos colocam na pele dos personagens principais. Um filme para se emcionar e também refletir muito sobre as relações que temos com as pessoas ao nosso redor, sobretudo as mais próximas e importantes. Muito bom, sensível e cativante!

*** Ganhei o livro em uma promoção aqui no site e lerei após ter visto o filme também com os ingresso ganhos na promoção. Assim que ler, posto um comparativo do livro com o filme aqui!!
Jéssica F.
Jéssica F.

33 seguidores 58 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Não vou questionar se mereceu ou não a o globo de ouro e as indicações ao Oscar. Focando no filme, vc vê uma história interessante, e real. Mostrada de uma forma simples mais profunda. Um drama familiar que não apela pras cenas tristes, e sim pra reconciliação dessa família tão fragilizada. É muito fácil vc se envolver no filme, pois é tudo bem comum. Interessante destacar a maneira que o Havai é mostrado. Como um lugar comum, cercado das belezas naturais claro, mas ubrbanizado. Eu comparei mto com o que as pessoas acham que é o Brasil, e o que ele realmente é dentro dessa imagem. Realmente muito interessante e inteligente. A atuação de George Clooney muito consistente, o ator mostra uma entrega pro personagem. Me impressionei com a Shailene Woodley, mto intensa na maioria das cenas. Destaque pra cena da piscina, e pra cena que ele corre até a casa de um amigo. Muito tocante.
Júnior S.
Júnior S.

1.193 seguidores 269 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de abril de 2013
É esse Alexander Payne que eu quero ver! Nada daquela bobagem de Sideways, aqui nos temos uma História madura e cativante, sobre problemas de verdade e os meios que encontramos para resolve-los. Uma direção super segura e consciente de Payne. Gerge Clooney volta a atuar depois de uma série de atuações over, mas ainda sim quem se destaca é a gostosinha Shailene Woodley, uma puta revelação! E é isso aí um filme totalmente cabeça, nunca saí dos trilhos, nenhuma reviravolta espetacular e dispensável, todo certinho e no lugar, é maravilhoso ver um personagem crescer tanto moralmente, roteiro nota 10! É, você pode passa quase cinquenta anos na moleza, mas uma hora você tem que dá um rumo na vida e arcar com as consequenciais.
Renata D.
Renata D.

11 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de outubro de 2015
Um filme sem muita ação, sem muitas cenas impactantes, mas que narra uma história muito de uma família envolvida em um drama. A mãe tem um segredo - que, inclusive, impulsiona a maioria das cenas de Clooney- e que é descoberto pelo marido. Eu, particularmente, gosto de filme assim: mostra o cotidiano de uma família e às vezes retrata até acontecimentos reais. Um dos grandes dramas contemporâneos. Vale a pena assistir!
ppzbastos
ppzbastos

8 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de março de 2015
A dor de um homem que vê seu mundo desabar depois do coma permanente de sua mulher. Dedicado excessivamente ao trabalho, inclusive em casa, tendo por objetivo evitar que os filhos fiquem mimados com o usufruto da herança que administra, descobre a mulher tivera um caso. A melhor amiga o culpa pela solidão porque a esposa passava. Suas filhas lhe são estranhas. Embora melancólico, é um típico filme de redenção: ele promete mudar quando vê a mulher em coma, e se aproxima das filhas - sobretudo da mais velha - depois que ela o conta da traição, sente seu esforço e sua dor, e que buscam encontrar o amante para avisá-lo do acidente fatal da mulher e dar-lhe tempo para que dela se despeça. Também resolve administrar o espólio da família - um terreno enorme em uma ilha do Havaí - ao invés de vendê-lo, e passa a se dedicar diretamente à educação dos filhos (cujo desrespeito à autoridade paterna e educação pelo grupo de pares é patente), de modo a ter algo da felicidade um dia imaginada com a constituição de uma família. O filme alude aos constrangimentos à felicidade doméstica em um mundo sem coração e sem convívio familiar (com pais autocentrados e filhos dedicados aos grupos de pares) e a possibilidade de busca da felicidade comum se dedicar-mo-nos à vida familiar (como na cena final do filme, que tem final relativamente feliz). Não há crítica política aparente mas, sim, elogio da cultura e da beleza do Havaí, assim como hiper-valorização da possibilidade de redenção puramente individual, como é típico da cultura estadunidense e seus filmes.
loh
loh

4 seguidores 33 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
... muito bom... filme tocante, mostra a relaçao do pai c as filhas, q por sinal mostraram madureza em todas ascenas. vale muito conferir.

George Clooney corre parecendo um patinho (detalhe).
Elvira A.
Elvira A.

937 seguidores 266 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de setembro de 2013
Esse drama intimista não chega a emocionar porque o público não conheceu a personagem Elizabeth antes do acidente e, portanto, não tem como se identificar com sua dor. George Clooney e Shailene Woodley (Alexandra) estão bem, o tom mais divertido do filme é dado pelas "tiradas" do personagem Sid e da pequena Scottie. O "ponto alto" é o diálogo de Matt com o amante da mulher, Brian. A ligação de Matt com as terras havaianas poderia ser mais bem explorada. Lindas locações em Oahu e Kauai e trilha sonora, com canções havaianas.
danicarreis
danicarreis

46 seguidores 71 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de fevereiro de 2013
Filme leve, com paisagens paradisíacas e uma belíssima fotografia, além da atuação do Clooney, também impecável!
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2013
Interessante. Um filme com belíssima fotografia e ótimas atuações, principalmente a de George Clooney.
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