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ClaraFreesky
65 seguidores
93 críticas
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4,5
Enviada em 6 de setembro de 2015
Maravilhoso. Mostra uma trama familiar, com problemas reais de pessoas reais, com personalidades verossímeis. Ou seja, um filme para analisar a questão humana e simplesmente ver como as pessoas lidam com problemas comuns. Atuações impecáveis e ótima seleção de elenco. Bom enredo, com foco na relação do pai e suas filhas. Recomendo.
Havaí. Há 23 dias a vida de Matt King (George Clooney) mudou completamente. Foi nesta data que sua esposa Elizabeth (Patricia Hastie) sofreu um sério acidente de barco e entrou em coma. Desde então cabe a Matt cuidar das filhas Scottie (Amara Miller) e Alexandra (Shailene Woodley), que estuda e vive em outra ilha do arquipélago. Quando é informado pelos médicos que sua esposa irá morrer em breve, Matt resolve trazer Alexandra de volta. Ele conta com a ajuda dela para contar a triste notícia aos amigos e familiares, de forma que eles possam se despedir de Elizabeth ainda em vida. Desbocada e de gênio difícil, Alexandra surpreende o pai ao contar que sua mãe o estava traindo. A notícia afeta profundamente Matt, que passa a querer saber quem era o amante de sua esposa e se ela o amava. Um excelente filme que te prende na TVI , uma história boa excelentes atuações recomendo nota 10
Um roteiro interessante em um bom filme, porém que mostra a decadência do Oscar, pois em outros tempos jamais concorreria a melhor filme do ano. George Clooney está bem, mas também não é um desempenho para favorito na corrida do Oscar. Surpreende, sim, a novata Shailene Woodley com ótimo trabalho como a filha mais velha de Clooney. Interessante a presença da ótima comediante de seriados da TV - Judy Greer - em papel dramático, assim como Mattew Lillard em um papel sério.
Filme fraquíssimo, totalmente sem imaginação. A busca incessante de um homem corno em saber quem lhe botou chifres é demais para o telespectador. A única coisa que salva são algumas belas paisagens que passam de vez em quando. Esse filme é uma jaca, não assistam...
Bem sem graça. O roteiro é pura e simplesmente a jornada de um cara que a mulher entra em coma e ele descobre que é corno. Sequer lembrava que já o havia assistido apenas pelo nome. Comecei a assisti novamente e logo desisti. Não passarei por isso de novo...rs.
As vezes um filme mostra tão bem a vida real,que paramos para pensar nos tais acontecimentos.A vida de Matt (Clooney),muda da água para o vinho,num piscar de olhos.Quando recebe a notícia que sua esposa está internada,em estado gravíssimo.Logo vai ao encontro,mais terá grandes obstáculos pelo o caminho.Já que as duas filhas,não estão nem um pouco afim de ver novamente o pai.O drama familiar é a peça chave para se ter uma boa história até o fim.Shailene Woodley está demais.Atua super bem ao lado de Clooney,os dois formam a melhor coisa dentro do filme.A convivência é bem realizada.
Um filme que mistura com extrema habilidade momentos engraçados e ao mesmo tempo uma história tocante recheada de boas interpretações e situações. O filme retrata a vida de Matt King que é pai de duas filhas (Alexandra e Scottie) e casado com Elizabeth, um casamento que vinha com pouco diálogo nos últimos tempos, especialmente porque Matt estava se dedicando muito ao seu trabalho e não dando tanta atenção à sua esposa e filhas, que vêem o pai mais como um estranho e tem pouca afinidade com ele, não mostrando inclusive o respeito que deveriam.
Tudo muda quando Elizabeth fica no hospital entre a vida e a morte após um acidente de lancha no mar e os médicos depois de algumas semanas dizem que seu estado é irreversível e terão que desligar os aparelhos que a mantinham viva. Matt, então, busca as filhas e amigos para se despedirem definitivamente da mãe. Paralelamente a isso, sua filha mais velha revela a ele que Elizabeth tinha um amante e que em breve iria pedir o divórcio a ele. Matt vai à procura do amante de sua esposa em busca de respostas que o corroiam por dentro e também para informá-lo da situação e dar a ele a chance de se despedir dela.
A partir desse momento, o filme acompanha a jornada de Matt no caminho da recuperação após o baque da notícia que ele nunca esperava ouvir e mostra uma maior aproximação do pai de suas filhas diante da nova situação da mãe delas no hospital prestes a morrer e como teriam que se apoiar um no outro para superar esse momento difícil. O diretor Alexander Payne mostra mais uma grande direção mostrando o drama de modo extraordinário e com alguns bons momentos que provocaram risos no espectador, provocados quase sempre pela dupla Clooney e Nick Krause, o amigo de Alexandra. Interessante o olhar de Payne e do diretor de fotografia Phedon Papamichael ao mostrarem um Havaí mais urbano e mais comum e nem tanto como o paraíso que todos logo de cara imaginam, não que várias cenas das maravilhosas praias e outros cenários não apareçam especialmente na metade final do filme. É bom frisar a boa trilha sonora, apesar de em nada inovar com as músicas tipicamente havaianas.
A obra possui a duração perfeita para o cinema e consegue desenvolver com tranquilidade e sem atropelamentos de acontecimentos o bom argumento. O roteiro muito bem desenvolvido e cheio de diálogos inspirados e fortes, aborda essencialmente as relações humanas, entre esposa e esposa, amizade, relação pais e filhos, além da reconstrução interna de uma pessoa após momentos difíceis que aconteceram de uma maneira tão inesperada e repentina e que acabam revelando quem de fato as pessoas são e como reagem às mais diversas adversidades. É um bom drama, certamente um dos melhores do ano. É um daqueles filmes de orçamento não tão alto e com boa história e que acabam caindo nas graças dos principais prêmios, não que não tenha qualidades, muito pelo contrário.
O filme é um filme essencialmente uma grande direção e é um festival de boas interpretações. George Clooney está muito bem e sem cacuetes, conseguindo nos fazer rir e nos emocionar nos momentos certos, sendo um dos favoritos para levar o Oscar para casa. A linha do desespero até à superação que seu personagem passa durante o filme é muito bem representada por ele, certamente uma das melhores atuações de sua carreira. As jovens Shailene Woodley e a pequena Amara Miller também se saem muito bem. Na parte dos coadjuvantes, Judy Greer se sai ótima em um papel mais dramático do que normalmente atua e Matthew Lillard também é muito espontâneo e maduro, em nada lembrando seus personagens esteriotipados e mais famosos (Stu de Pânico e Salsicha em Scooby-Doo).
Vale muito a pena ver, pois são temas universais e que nos colocam na pele dos personagens principais. Um filme para se emcionar e também refletir muito sobre as relações que temos com as pessoas ao nosso redor, sobretudo as mais próximas e importantes. Muito bom, sensível e cativante!
*** Ganhei o livro em uma promoção aqui no site e lerei após ter visto o filme também com os ingresso ganhos na promoção. Assim que ler, posto um comparativo do livro com o filme aqui!!
Não vou questionar se mereceu ou não a o globo de ouro e as indicações ao Oscar. Focando no filme, vc vê uma história interessante, e real. Mostrada de uma forma simples mais profunda. Um drama familiar que não apela pras cenas tristes, e sim pra reconciliação dessa família tão fragilizada. É muito fácil vc se envolver no filme, pois é tudo bem comum. Interessante destacar a maneira que o Havai é mostrado. Como um lugar comum, cercado das belezas naturais claro, mas ubrbanizado. Eu comparei mto com o que as pessoas acham que é o Brasil, e o que ele realmente é dentro dessa imagem. Realmente muito interessante e inteligente. A atuação de George Clooney muito consistente, o ator mostra uma entrega pro personagem. Me impressionei com a Shailene Woodley, mto intensa na maioria das cenas. Destaque pra cena da piscina, e pra cena que ele corre até a casa de um amigo. Muito tocante.
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