Se Enlouquecer, Não se Apaixone: Recentes críticas
Se Enlouquecer, Não se Apaixone
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Diogo Codiceira
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3,0
Enviada em 28 de novembro de 2025
Se enlouquecer, não se apaixone é uma comédia romântica que contou com a direção de Ryan Fleck e Anna Boden. Na trama, acompanhamos Craig (Keir Gilchrist), um adolescente que entra em uma crise diante das responsabilidades a ele impostas e decide se internar de forma voluntária em uma clínica de saúde mental. Diante de uma reforma na ala em que ele ficaria, Craig acaba tendo que ficar em uma ala de adultos por 5 dias e lá conhece Noelle (Emma Roberts) por quem se apaixona. Embora o filme não se aprofunde em um tema tão recorrente e ainda forte na nossa sociedade, trabalha com alguns aspectos interessantes da saúde mental (não apenas de jovens, mas de adultos também). A ideia de que Craig teve diante do seu imediatismo de se internar e querer uma “cura” para a sua vontade de não viver é um sintoma da sociedade atual que colocou na cabeça que não pode parar. O filme perde a sua profundidade em querer apresentar um triangulo amoroso improvável e mal construído no filme. O destaque na atuação está por conta de Zach Galifianakis que cai bem nesses tipos de filmes e da boa trilha sonora com Coldplay e Queen. O filme ainda procura fechar a sua moral com a ideia de aproveitar a vida ao máximo e talvez essa tenha sido o ponto alto do filme em não romantizar os problemas mentais (Craig não saiu da clinica com a solução para a sua vida, mas sim com uma lição de vida, que é a de viver).
A ideia do filme é boa mas o desenvolvimento é muito fraco e os personagens são sem carisma. A única personagem que demonstra personalidade é a Noelle.
sobre o filme? Maravilhoso. Basicamente o foco do filme é retratar sobre a depressão na adolescência, os medos e ansiedades que adultos, idosos e adolescentes enfrentam e principalmente, a saúde metal. O filme todo recorre a importância de se sentir bem, de encarar as situações da vida seja elas boas ou ruins. O filme também trás um ponto bem interessante que é o preconceito e tabu que as pessoas tem de admitirem que sentem vontade de se desligarem um pouco das redes sociais e das pressões que o trabalho,escola e família impõe.
Só quem esteve internado em uma clínica psiquiátrica sabe mensurar as angústias do personagem principal. O filme não é piegas. Tem boas atuações, trilha sonora excelente e me espelhei na obra.
Uma comédia dramática muito boa com mensagens otimistas e poderosas. Uma graça de filme independente, com atuações honestas e história provocativa, toca num tema inexplicavelmente pouco explorado no cinema americano: A depressão na adolescência. Adere à clichês do gênero,mas o saldo final é bastante positivo. Zach Galifianakis rouba a cena.O jovem ator que protagoniza o longa também não faz feio em sua primeira grande oportunidade de brilhar, além de Emma Roberts.
Simplesmente um dos melhores filmes que ja assisti, um filme que mistura um pouco de drama, um pouco de comédia e romance. Não é um filme para se dar muitas rizadas, mas concerteza é um filme que irá prender você do começo ao fim. Filme para assistir várias vezes. Amei
Quem assistiu achando que ia ser comédia? - h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2019/01/14/rezenha-critica-se-enlouquecer-nao-se-apaixone-2010/
Aquele filme surpreendente que você começa assistir achanddo que será uma daquelas puta comédia mas que na verdade é um baita drama tratando deum tema tão sensível como a depressão. Muito por culpa da péssima tradução para nosso idioma do título original.
O protagonista tem uma evoluçãio incrível, tanto que no começo do filme eu tava pegando muita febre com o garoto mas depois você vai entendendo as camadas e o peso que o mesmo carrega. Uma pena que o filme fica monótomo em muitas partes e alguns personagens sem carisma algum, principalmente o princnipal motivo que me fez querer ver esse filme, Zach Galifianakis, mesmo sendo um filme sério o personagem dele necessitava ter um pouco mais de carisma, afinal era o líder ali daquela ala psiquiátrica do hospital.
A trilha sonora do filme é um caso a parte e o que eleva a nota, o tema da minisérie “Amors Roubados” e a cena com Under Pressure no qual os personagens reinterpretam o clipe original é muito bacana, emociona demais!
A mensagem final faz o filme valer a pena, afinal ou estamos ocupados demais nascendo ou ocupados demais morrendo, passagem poetizada pelo mestre Bob Dylan e que é referenciada no filme, temos que VIVER!
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