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Izzilavinia
1 crítica
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5,0
Enviada em 10 de outubro de 2025
gattaca é um filme simplesmente genial, muito à frente do seu tempo. quando foi lançado, a ideia de manipular genes parecia algo distante, quase impossível. ainda assim, a obra já antecipava debates que hoje são completamente reais. o longa discute a biotecnologia não só como avanço científico, mas como uma questão ética e social profunda — e é justamente isso que o torna tão atual.
na época, mal se compreendia o que significava “selecionar” características genéticas. hoje, com tecnologias como o crispr, já sabemos que é possível alterar o dna humano, prevenir doenças hereditárias e até escolher traços em embriões. o que antes era pura ficção científica agora está nas mãos da ciência real. países como a finlândia, por exemplo, já trabalham com programas que analisam o genoma da população para identificar e tentar erradicar doenças genéticas. isso mostra como a fronteira entre a ficção e a realidade se tornou cada vez mais tênue.
mas gattaca não é só sobre ciência — é sobre humanidade. o filme nos faz pensar: até que ponto podemos manipular a natureza humana sem perder o que nos torna humanos? quando começamos a escolher quais vidas “merecem” nascer, estamos realmente combatendo doenças ou estamos criando uma nova forma de exclusão? no universo do filme, o dna define o destino das pessoas: quem é geneticamente “perfeito” tem privilégios; quem nasce “naturalmente” é descartado. e essa lógica, embora extrema, reflete um medo muito atual — o de uma sociedade que valoriza mais a perfeição biológica do que o caráter, o esforço ou a singularidade.
a genialidade de gattaca está em mostrar que o perigo não é a ciência em si, mas o uso que fazemos dela. hoje, o discurso sobre erradicar doenças pode parecer totalmente positivo — e de fato é, quando falamos em aliviar o sofrimento humano. porém, o limite entre curar e controlar é tênue. quando a genética passa a definir o que é “aceitável”, abrimos espaço para uma nova forma de eugenia, disfarçada de progresso.
no fim, o filme funciona como um espelho do nosso presente. ele nos obriga a pensar nas consequências éticas de um futuro que já começou, e nos lembra que o verdadeiro avanço não está apenas em dominar a biotecnologia, mas em manter viva a empatia, a igualdade e a liberdade que nos fazem humanos.
la película no me ha gustado porque a mí me gustan las películas más de aventura y que te dejen con intriga en cambio ésta no me transmitir nada aunque te hace reflexionar y pensar. También algo que le hubiera cambiado es que toda la película está como en tonos naranjas. Otra cosa de la pelicula es que le podrían haber puesto algún problema algún inconveniente por ejemplo que no maten al director ya que lo falicita todo ...
Uma ótima premissa na história, mas uma péssima execução. Muitos furos de roteiro spoiler: (uma cirurgia de miopia seria problema, mas esticar as pernas, não? rsrs) , soluções preguiçosas e mal elaboradas, entre vários outros problemas de elenco e/ou atuação (o que é aquele diretor? Péssimo kkk) l, pobreza de falas dos personagens e ambientação. Nem a presença de três atores de ponta (ethan hawke, uma thurman e jude law) salvam a pobreza nas falas de um roteiro mal elaborado. A fotografia noir não segue bons planos e enquadramentos, os três atos do filme são mal divididos. Tentei assistir duas vezes e parei pela metade, na terceira vez vi apenas pra confirmar o que já tinha percebido anteriormente.
Um dos filmes da minha vida. Lindo, beira a perfeição. Contudo, é para os observadores, questionadores. Não se trata de um filme "sessão da tarde" feito apenas para passar o tempo. Envolve questionamentos éticos, genéticos, sociais, filosóficos, humanos, de autoestima. Em fim, toda vez que vejo descubro um novo sentido, uma nova interpretação.
Esse filme deve ter sido otimo na epoca . Agora ele tem umas falhas cientificas que poderiam ser melhoradas com novas tecnologias. Os filmes tinham maior duração, hoje isso nem sempee funciona. Então tbém precisaria de uma narrativa mais curta . De qualquer forma tem momentos bons de suspense e um enredo que funciona. Ainda é uma boa oportunidade pra ver Ernest Borgnine, Elias do seriado Chicago PD e Tony Shaliub do Monk ainda novinhos sem contar o trio de protagonistas novinhos.
-Filme assistido em 06 de Abril de 2016 -Nota 6/10
Filme com um bom roteiro,só que é praticado num ritmo muito lento.Os três principais do elenco tem pouca dinâmica,o que dificulta ainda mais a trama. É uma boa ficção da época,mas não uma das melhores.
Gattaca, como um drama, ele e muito bem feito,nao muito original, mas bem feito mas, como uma ficcao cientifica, deixa muito a desejar a questao da inseminacao para que seus filhos nascam perfeitos e muito mal explorada e nao explica muito alguns pontos da trama exemplo: o personagem do jude law ficou paraplegico pois tentou se matar a questao e: porque ele tentou cometer suicidio? o filme nao da nenhuma justificativa para isto. obs:Em que cosmos o ethan hunt e parecido com o jude law? Apesar disto recomendo Nota:6/10
A premissa do filme é otima,porem na execução o roteiro fica muito vago. Algumas cenas desnecessárias prejudicam também. Nao e um filme ruim,mas tinha tudo para ser bem melhor.
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