Média
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Há uma romantização do ABUSO que a atriz foi submetida nesse filme. O filme é a materialização de um fetiche que o personagem e o diretor teve em sonho. Abusar de uma adolescente praticamente. Ele na época tinha 47 e ela 19.O que deixou ela traumatizada depois e doente. É sim um escândalo romantizar um abuso. No filme foi consentido, mas nos bastidores NÃO. Maria fez denúncias sem sucesso e foi ridicularizada. Ela não queria aquilo. Eles não comunicaram todo o roteiro e detalhes do que iria acontecer. É um filme que precisa ter censura sim de idade. Não pela pornografia, e sim pela violência contra mulher, violência moral e de poder que foi feita (nos bastidores). O que uma mocinha pode fazer quando é submetida a coisas que não quer, no momento do trabalho. Ja é difícil pra uma mulher adulta e experiente se defender de situações imagina uma menina. Ela foi abusada sim. E o filme foi feito só para mostrar isso. E isso alimenta agressores por aí. Essa foi a mensagen do filme. Abuso de poder. Como é no cinema e na realidade.
Este filme que é endeusado pela crítica é uma boa porcaria! Uma história sem pé nem cabeça, com Brando fazendo um personagem maluco, sem escrúpulos, e que passa a maior parte do filme fazendo discursos imbecis! A ideia do filme chocar o publico da época, e tentar fazer um cinema alternativo que não chega a lugar algum! A personagem de Maria Schneider, nada mais que uma garota boba envolvida com um velho obsceno! Cinema de péssimo nível!
Mais um filme pseudo-intelectual como o Blow-up de Antoniani . Sub-cultura que fazia muito sucesso com a juventude metida a sofisticada. Era a maior curtição,numa boite, discutir filmes assim, rodeados de garotas, no meio de muita fumaça decigarro e Uisque a rodo, etc,etc,etc. Coisas da época.
Sinto-me aborrecida por ter visto esse filme que é considerado um clássico. Não é erótico,
não é drama, muito menos romance. "a vida como ela é "?Pode até ser, mas tudo jogado na tela de maneira gratuita. Brando como um homem amargurado, machista, manipulador, egoísta. Maria Schneider numa personagem que é mulher objeto. Algo como uma jovem que se vê numa aventura nunca antes experimentada e que insiste nela, por não ter maturidade para ver que ela é que está bancando esse relacipnamento. Filme de profundo mau gosto, cheio de problemas na realização , supervalorizado sem motivo. Até "9 e meia Semanas de Amor " e Infidelidade" têm mais etotismo drama e romance, com conteúdo, sem gratuidade, e esse filme gratuito, cheio de recortes, é endeusado.
não é drama, muito menos romance. "a vida como ela é "?Pode até ser, mas tudo jogado na tela de maneira gratuita. Brando como um homem amargurado, machista, manipulador, egoísta. Maria Schneider numa personagem que é mulher objeto. Algo como uma jovem que se vê numa aventura nunca antes experimentada e que insiste nela, por não ter maturidade para ver que ela é que está bancando esse relacipnamento. Filme de profundo mau gosto, cheio de problemas na realização , supervalorizado sem motivo. Até "9 e meia Semanas de Amor " e Infidelidade" têm mais etotismo drama e romance, com conteúdo, sem gratuidade, e esse filme gratuito, cheio de recortes, é endeusado.
Um clássico e marco do cinema mundial, roteiro perfeito e uma atuação impressionante de Marlon Brando com um louco e amante, já a atriz maria não está a altura de Brando, com pouca pegada, mas esse um filme que teve cenas que gerou intrigas entre cineastas e diretores da época!
Uma das melhores atuações de Marlon Brando... Adoro de igual modo o diretor Bertolucci pela ousadia e coragem ao tratar de tabus sexuais em plena atividade década de 70.
adoro esse filme.
adoro esse filme.
Mais um filme do tempo em que cinema valia a pena.
A trilha sonora do filme é envolvente.
Imperdível.
A trilha sonora do filme é envolvente.
Imperdível.
Filmes de exploração tinha sido fornecimento mecanizada sexo como estimulante físico, mas sem paixão ou violência emocional. Então, neste filme, Bernardo Bertolucci usou o sexo para expressar unidades dos personagens. Marlon Brando, como o envelhecimento americano, Paul, está trabalhando para fora sua agressividade na menina jovem burguesa francesa, Jeanne (Maria Schneider), e a ameaça física da sexualidade que é emocionalmente carregado é como uma partida de tudo o que o público tinha vindo a esperar no cinema que o filme causou sensação. É uma obra grande obra arrojada e imaginativa. Quando Brando improvisa dentro da estrutura da Bertolucci, sua arte completo é realizado; seu desempenho é intuitivo, extasiada, principesco.
Gostei do filme... Final trágico, mas é bom
E a sobre a parte da manteiga: não é nada demais (no sentido de escadaloso) wduefiuodew
E a sobre a parte da manteiga: não é nada demais (no sentido de escadaloso) wduefiuodew
Quando assisti pela primeira vez esperava bem mais... Mas vale pelas atuações, sobretudo pelo Marlon Brando.
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