1920, na Paraíba. Após a morte da mãe, o menino Carlinhos (Sávio Rolim) é enviado para o engenho Santa Rosa para ser criado pelo avô e pelos tios. Lá ele testemunha a chegada de um novo tempo, com o advento das modernas usinas de açúcar e as transformações econômicas e sociais pelas quais passa a produção canavieira, mudanças que irão afetar a vida de todos. Quando ele cresce e vai para o colégio, já não é mais o garoto ingênuo e inocente que chegou no engenho.
Um quarentão que não envelheceu...Baseado no livro homônimo de José Lins do Rêgo, marcou a estréia de Walter Lima Jr. na direção. A crônica lírica de uma infância marcada por perdas dolorosas ( Carlinhos ), intercaladas por momentos de indescritível poesia e puro alumbramento. Marca, da mesma forma, entre o verde da cana-de-açúcar e a fumaça da chaminé, a ascenção e queda dos engenhos, tragados pelo advento das usinas. Ótimo ...
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Maravilhoso! Primeiro filme que assisti, projetado na parede lateral da Igreja Matriz de Pilar, na Paraíba, cidade natal de Zé Lins. Produção perfeita para a doação. Fiquei maravilhada!
Vários
- Estréia de Walter Lima Jr. na direção;- Foi restaurado a partir de sua matriz original, pelo Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro. Este trabalho durou 2 anos, tendo sido concluído em 2003;- Exibido na mostra Tesouros da Cinemateca, no Festival do Rio 2003.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
Difilm
Ano de produção
1965
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
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Idiomas
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Formato de produção
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Cor
Preto & Branco
Formato de áudio
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Formato de projeção
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Número Visa
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