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Diogo Codiceira
26 seguidores
927 críticas
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4,0
Enviada em 27 de julho de 2026
Amargo pesadelo é um filme de suspense que contou com a direção de John Boorman e roteiro de James Dickey (baseado em romance de James Dickey). O filme recebeu 3 indicações ao Oscar de 1973: melhor filme, melhor diretor e melhor edição. Na trama, acompanhamos 4 amigos que decidem sair da cidade grande e ir para uma região interiorana, buscando contato com a natureza. A ideia do grupo é ir navegar em um rio com 2 canoas. Porém, tal aventura vai se tornando um grande pesadelo. Antes de falarmos propriamente da trama em si, é importante frisar que existem críticas interessantes no subsolo do suspense do longa. Primeiro referente a crítica da "civilização " chegando nas áreas afastadas, pois logo de início sabemos que toda (ou quase toda) a região em que os 4 homens vao se aventurar, vai virar um grande lago por conta de um represa e consequentemente nao existira parte da floresta nem do rio, além de afetar moradores locais ( isso é visto em curtos diálogos com moradores locais e com o xerife já no final do filme). Ao mesmo tempo que a modernidade vai chegando nas áreas de florestas, os 4 homens, que vivem em uma cidade grande busca refúgio justamente lá. Existem tbm uma leve critica com relação a masculinidade, pois vemos Lewis (Burt Reynolds) sendo o personagem com mais "vigor" masculino lideram a empreitada e os 3 demais vai perdendo o protagonismo diante disso, até o momento em que as coisas vao dando errado e Ed (Jon Voight) toma a frente e ele é o protagonista. Nao atoa Lewis perde esse reinado depois de matar um caipira local diante do estupro de um dos seus amigos. O seu personagem cai diante da fragilidade masculina, e fica sem exatamente saber o que fazer. Nada demais ser frágil, pois o próprio Ed nao era capaz se quer de matar um animal, enquanto Lewis estava mostrando o tempo todo o seu vigor. Por fim, os mesmos homens da cidade fazem caricatura dos homens da floresta. O suspense do filme vai se construindo a partir de uma narrativa lenta, mas eficiente, pois até a primeira metade temos un ritmo cadenciado para mostrar todas as nuances faladas acima e um melhor aprofundamento dos personagens, especialmente de Ed, quando ele finalmente larga o seu lado civilizado para um primitivo para salvar o restante do grupo. Essa mudança e genial e é o ponto mais alto da trama, mostrando que em alguns momentos devemos guardar nossa moralidade. Por fim, o filme é clássico que merece ser revisando, pela forma compassada que o suspense vai sendo construindo.
Amargo Pesadelo (1972) é uma obra-prima de John Boorman, que mistura aventura, tensão e psicodrama com uma fotografia inovadora e um impacto visual notável. Quatro amigos, em uma expedição de canoa, enfrentam perigos em um rio prestes a ser submerso por uma represa, mas após um acidente e o ataque de caipiras hostis, a aventura se transforma em um pesadelo. A sequência inicial, com o duelo de banjos, é emblemática e idílica, mas logo o filme mergulha no horror psicológico. Burt Reynolds, inicialmente protagonista, fica em segundo plano frente à força dos vilões, tornando-se uma figura quase irrelevante diante da violência que se desenrola. Um clássico imperdível, que continua a surpreender e merece ser revisto.
Filme mt bom, mas não chega a ser um thriller, e não é nada tão dramático assim. E, se bem me lembro (assisti já tem um tempo), o sujeito se livrou mt fácil da cadeia, algo forçado.
O filme conta a história de quatro amigo que queriam um puro momento de diversão e aventura em uma descida de canoa pelas corredeiras de uma floresta na Geórgia, acaba se revelando em um pesadelo para os quatro amigos em um território hostil e perigoso. “Amargo Pesadelo” é um filme de ação dos passado anos 70, que se tornou um “cult movie”, dirigido com competência por John Boorman e estrelado pelos astros Burt Reynolds e Jon Voight. Eu sou um crítico amante do cinema onde procuro nas histórias passagens bem realista e não tão fechadas e o filme é muito preso em momentos não realistas, os atores por mais que queiram demostrar o espírito aventureiro, eles na verdade passam uma intensa imaturidade, difícil de aceitar, é óbvio que durante ao trama teve momentos que me chamaram muito a atenção, porém se eficácia nenhuma para mim, neste caso foi o impressionante a clássica cena de duelo de banjo e violão que simboliza o conflito entre forasteiros e nativos. É um filme com muita tenção sobre o que está por vim na próxima cena, mas na minha visão o que pode acontecer na cena seguinte seria improvável de acontecer. Por fim não apreciei do filme.
Uma trama envolvente e bem amarrada, típica dos filmes anos 70. Destaca-se pela simplicidade, suspense, excelente direção e principalmente pela atuação dos quatro atores principais.
O Cinema norte americano estava fraco este ano sendo superado facilmente pelo italiano quanto a apresentar obras de empenho, mas nos chega esta pelicula de BOORMAN e a situação muda um pouco dando provas de que tem forças para reagir. O Diretor JOHN BOORMAN, o mesmo do excelente INFERNO NO PACIFICO nos traz uma obra marcante e de impacto explorando com bela fotografia a natureza selvagem das Montanhas Apalaches, natureza essa que marca a vida dos protagonistas. O enredo é sobre quatro amigos que resolvem te um fim de semana diferente de seu mundo urbano e vão para um rio nas montanhas, longe da civilização, para tentar seguir seu curso em canoas, num desafio pois ele é repleto de corredeiras, num exercicio de desafio ante a natureza. Durante a jornada estranhos fatos acontecem onde o pior não é a natureza mas os peculiares habitantes da região que acabam entrando em conflito com eles, causando um choque de violência selvagem que vão lhes afetar emocionalmente pelo resto de suas vidas em desafio a suas consciências, pois perderam a inocente vida urbana naquelas corredeiras. BOORMAN faz um trabalho másculo e impressionante, com cenas de impacto e emoção. muito bem realizada e mostrando a face incomum do homem quando em luta pela sobrevivência enfrentando o terror e desespero onde tem que deixar seus padrões civilizados para enfrentar inimigos sedentos de sangue e sadismo. Um marco dos anos 70 com direção vigorosa do inglês John Boorman numa história intrigante onde o homem é encurralado pela selvagem natureza de outro ser humano através de uma violência que chocou na época. Filmado quase todo em locações permite fazer um retrato do choque entre o urbano e o lado obscuro de uma realidade perigosa e indomável. Tem momentos antológicos entre eles o famoso duelo de banjos e um elenco afiado com destaque para John Voigh e talvez a atuação mais significativa de Burt Reynolds. Visto em 1973 no CINE PLAZA de Ribeirão Preto.
Um Filme muito bacana! sendo aventureiro e de bastante suspense, sem falar nas ótimas atuações de Jon Voiht e Burt Reynolds, é um filme de ótima qualidade!
O que era para ser uma divertida descida de canoa pelas corredeiras de uma floresta na Geórgia, acaba se revelando em um pesadelo para quatro amigos em um território hostil e perigoso. “Amargo Pesadelo” ("Deliverance") é um ótimo filme de ação típico dos anos 70, que tornou-se um “cult movie”, dirigido com competência por John Boorman e estrelado pelos astros Burt Reynolds e Jon Voight. É impressionante a clássica cena de duelo de banjo e violão que simboliza o conflito entre forasteiros e nativos.
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