Psicose
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4,6
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anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 19 de agosto de 2013
"Com seu suspense mantido até o final e a icônica cena do chuveiro, que ganha força com a ajuda da ótima trilha sonora, o mestre Hitchcock concebe um dos melhores filmes da história, matando sua protagonista ainda no primeiro ato do filme. Brilhante!"
Nathan S
Nathan S

35 seguidores 33 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de junho de 2013
Não acredito que eu ficava me pagando de cinéfilo mas demorei 16 anos para assistir esse filme!!! Um clássico totalmente justificável. Fotografia em preto e branco maravilhosa, trilha sonora horripilante, cenários sinistros e uma trama de suspense assustadora com destaque para a atuação de Anthony Perkins como o personagem Norman Bates - ficou marcado pra mim em psicose tanto como Hannibal Lecter em sua saga canibalesca!
Entendi por que a cena do assassinato no chuveiro foi tão marcante. Ninguém sabe de certo quem é o verdadeiro assassino, o tema musical é horripilante e o sangue em destaque na sequencia do assassinato foi impecável. O grito da Marion Crane ficou muito perfeito. Mas esa não é a única cena horripilante em si. Os cenários assombram por si só e, alem disso, a cena do assassinato na escada ficou muito bem feito.
ótimo filme digno de ser revisto!!!! Se você é cinéfilo, tem obrigação de conferir e admirar essa obra de arte de Alfred Hitchcock!!!!
Thiago P.
Thiago P.

3 seguidores 16 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de maio de 2013
Um dos maiores clássicos do cinema tem sua razão de ser. Hitchkock criou um longa memorável, com uma reviravolta surpreendente. O roteiro, a motivação do vilão, tudo muito bem orquestrado pelo gênio maior do suspense.
Eduardo S.
Eduardo S.

20 seguidores 26 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de maio de 2013
Um dos maiores clássicos da história do cinema e um dos maiores exemplos da genialidade e talentos de um dos maiores diretores do século XX.

Após duas superproduções em cores, o mestre Alfred Hitchcock fez um filme de baixo orçamento e preto e branco, para cumprir seu contrato com a Paramount. Algo que o estúdio de imediato não esperava, já que imaginava uma produção nos moldes das anteriores.
Com roteiro do jovem e talentoso Joseph Stefano, adaptando o livro de Robert Bloch, que Hitchcock havia lido e adquirido os direitos imediatamente. Foi um trabalho excepcional, principalmente por ser o terceiro roteiro de cinema de Stefano e o segundo pelo qual levou crédito.
Norman Bates foi o 12º personagem da carreira de Anthony Perkins e foi eternizado como um dos mais populares e icônicos, não só da extensa carreira de Hitchcock, como também da história do cinema. Um trabalho magnífico e digno de reconhecimento, Perkins sempre será lembrado e admirado por sua espetacular atuação.
Janet Leigh (Marion Crane), apesar de jovem estava em seu 35° longa-metragem, mas nenhum outro papel de sua carreira causou tanto impacto e elogios como este. Principalmente por sua grande atuação e por ter protagonizado uma das cenas mais antológicas do cinema.
Dos coadjuvantes os destaques são: Vera Miles (Lila Crane), John Gavin (Sam Loomis) & Martin Balsam (Detetive Milton Arbogast), todos com ótimas atuações. E como de costume Hitchcock fez uma ponta e sua filha Patricia Hitchcock fez sua terceira e última participação em uma obra de seu pai.
Este foi um dos últimos trabalhos do mestre Alfred Hitchcock e um dos melhores e mais importantes filmes de sua carreira. Apesar do custo inferior a 900 mil dólares, o diretor e sua equipe conseguiram fazer um filme com tantas qualidades, que hoje em dia é difícil acreditar que esta obra-prima foi produzida com tal quantia.
Psicose também marcou umas das últimas parcerias de Hitchcock, com o grande compositor Bernard Herrmann, fazendo somente mais dois filmes depois deste. Mas esta foi uma das mais brilhantes e icônicas composições de Herrmann, não só de sua carreira, mas também da história do cinema. Foi e ainda é inspiração para muitos compositores e virou símbolo para cenas de suspense e grande impacto, sendo frequentemente lembrada e imitada.
Outra parceria de Hitchcock, que merece destaque é com o famoso designer gráfico Saul Bass, responsável pelos excelentes créditos de abertura e também pelos storyboards do filme, incluindo da famosa e polêmica cena do chuveiro. Cena que Bass causou polêmica ao afirmar que havia dirigido, no lugar de Hitchcock. Fato desmentido por Janet Leigh, estrela da cena em questão, confirmando que Hitchcock quem dirigiu. Polêmica a parte, sua contribuição foi extremamente importante com os storyboards servindo de prévia da fantástica e famosa cena.
A extraordinária fotografia em preto e branco de Jack L. Russell e a edição com cortes precisos e perfeitos de George Tomasini são exemplos da extrema qualidade de um filme com assinatura do Mestre do Suspense.
A direção de arte (Joseph Hurley, Robert Clatworthy & George Milo) apesar de modesta foi de extrema qualidade e criatividade, principalmente no Motel Bates, na decoração de interiores e pela primeira vez no cinema, um banheiro foi destaque de cena.
O filme foi indicado para quatro Oscars: Diretor (Hitchcock), Roteiro, Atriz Coadjuvante (Janet Leigh) & Direção de Arte. Além de não ter vencido nenhum prêmio, o maior absurdo foi à ausência de Anthony Perkins nas indicações, já que sua atuação é brilhante e inesquecível.
O único prêmio importante foi para Janet Leigh, que venceu o Globo de Ouro de Atriz Coadjuvante.
O filme faz parte da lista dos 100 maiores filmes de todos os tempos, pelo Instituto Americano de Cinema.
Pela sua importância e status de clássico, seria absurdo pensar que um dia fariam um remake, mas foi isso que aconteceu em 1998. Com Gus Van Sant filmando quadro a quadro, incluindo a cena do chuveiro, mas com o uso de cores e atualização de época. Com custo de absurdos 60 milhões de dólares e com bilheteria mundial de pouco mais de 30 milhões de dólares, provaram que grandes clássicos do cinema não devem ser refilmados e sim preservados para outras gerações.
Passados mais de 50 anos de sua estreia, Psicose continua fascinante e merece ser visto e revisto por todos.
Leon K.
Leon K.

112 seguidores 117 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de abril de 2013
Norman Bates definitivamente é o maior psicopata,da historia do terror nos cinemas de todos os tempos Um filme genial do mestre Hitchcock,com um excelente roteiro,excelentes atuações e um final de arrepiar os cabelos rs Enfim qualquer amante do genero é obrigatorio assistir nota 10.
Mariano  S.
Mariano S.

4 seguidores 15 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de março de 2013
Psicose de Hitchcock e justiça
inevitável
Esse filme é uma pintura, mesmo que em
preto e branco. Uma aula de cinema. Marion é uma
bela secretária que acorda em um motel com seu
amante. Trabalha em uma corretora de imóveis e
tudo está perfeito em sua vida, faltando apenas uma
coisa: dinheiro. Eis que surge um velho pomposo
com muitos milhares de dólares em dinheiro e ela
fica responsável por trocar isso em banco por um
cheque. Ela assim tem tudo em sua mão e aproveita
a oportunidade. Transgride o pecado do roubo,
fugindo com seu carro para o mais longe que pode.
Encontra o policial e assim com pressa corre em
uma fuga frenética, envolvida pela trilha sonora
mais intensa do cinema.
Tudo por dinheiro: esta é a moral do nosso
tempo. Isso já falei em meu livro Crítica da Moral, e
é a retirada da máscara de nossa atual sociedade.
Marion (no livro Mary) então viaja mais um pouco e
o policial que pediu seus documentos não a
persegue mais. Ela encontra um Hotel e assim não
Filmes e Filosofia
145
percebe que o perigo lá é maior do que na cidade de
onde veio, do Arizona. Bela e sedutora loura
encontra naquele reduto não um descanso, mas o
fim se seu sonho de bandida. No Bates ela se
hospeda e assim conhece um rapaz esquisito
(Norman Bates) que é refém de uma mãe
controladora e tem a ocupação de ser
embalsamador de animais. Todos os personagens
do filme têm forte ligação com a mãe. Não desconfia
ela que esse doce sujeito é o anjo da morte de seus
planos asquerosos.
Nesse filme que nem é tão antigo, mas que
por opção do Sr. Hithcock foi filmado em preto e
branco, por causa da cena da faca no banheiro, haja
vista evitar censura desse momento central. E foi
mesmo, uma das cenas que marcaram a história do
cinema. 12 quartos e 12 vagas. É como se a Marion
encontrasse os apóstolos de seu Juízo Final. O
capitalismo selvagem foi sobrepujado pelo instinto
selvagem: psicose. Faz um lanche com o rapaz do
hotel e acaba estando pronta para o sacrifício.
Óculos e que ingere álcool, e já no filme colocaram
um bom moço, bem mais jovem. Norman é no livro
um senhor de meia idade, com Nações primitivas de
canibais alimentavam bem suas vítimas. Norman
Filmes e Filosofia
146
Bates assim acaba com o crime perfeito da bela e
atraente Marion.
O diretor usou caldo de chocolate para fazer o
sangue da famosa cena do esfaqueamento, e na cena
mesma teve uma dublê, não sendo a atriz que fez
Marion (Janet Leigh). Também o efeito sonoro
decorreu de uma faca enfiada em melão. Boatos
dizem que ela nunca mais tomou banho de
banheira, mas parecem ser apenas boatos. Na
prática, o psicótico inverte valores de bem e de mal
e não tem mais limites éticos. Puro instinto, puro
uso da área do cérebro que neurologistas chamam
de reptiliana. Mata, rouba e faz barbaridades sem
qualquer emoção. E tudo pela ganância, pela
avareza e o sagrado capitalismo e seus sonhos
materialistas, alimentados por papel-dinheiro. Foi o
capitalismo que matou essa jovem, foi sua ganância
e frustração, combinados com poucos limites éticos
que fizeram ela cair na tentação. Não seu forte a
tentação, já representado no amante do início do
filme. Seu corpo é ocultado e assim a sujeira
capitalista fica sempre oculta, apesar de ser o
sistema que vingou na sociedade “humana”. Se tal
sistema permite a fome mundial e mortandade em
massa, não é melhor que qualquer criminoso ou
psicótico.
Filmes e Filosofia
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No final um psiquiatra explica a dupla
personalidade do rapaz e sua simbiose com a mãe,
diferenciando de um travesti (pois vestido de
mulher...). Há uma espécie de imortalidade da mãe
dele em sua própria psique, de modo que ele vive
numa espécie de esquizofrenia, ouvindo e
reproduzindo a voz e presença da mãe falecida. Isso
tenta ser explicado e o criminoso está preso, bem
como o veículo de Marion achado no fundo do lago.
O rapaz parece mais louco ainda e derruba a
imagem de bom moço. Interessante é o bom
contraste do filme por ser preto e branco. Também
símbolos como a cor da lingerie de Marion, branca
quando curtia a vida com amante, e preta quando
prestes a morrer, revelam a luz da vida e o negro do
luto. A cena do banho ficou para a história do
cinema como uma das mais marcantes. Por isso o
filme é uma referência.
Cida L.
Cida L.

2 seguidores 7 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de março de 2013
Para assistir a este filme é necessário deixar de lado todo e qualquer pensamento moderno tecnológico e para ver a arte em sua mais profunda essência. Criado numa época em que nem se sabia da existência de psicopatas, o filme ousa nas cenas em que Norman Bates se mostra uma pessoa comum, tentando agradar sua hóspede. Mais tarde vê-se o mesmo homem transtornado pela vida traumatizante que teve, jogando sobre suas vítimas todo o seu rancor. O momento em que a verdade vem à tona eletriza pelo pensamento de que, naquela época, o cinema inteiro deve ter vibrado.
Gabriel V.
Gabriel V.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de fevereiro de 2013
Foi o primeiro filme que eu vi em p&b e o primeiro do mestre do suspense spoiler: , assisti com o intuito de ver a cena icônica do chuveiro, foi graças a ele que eu descobri o Hitchcock que é meu diretor favorito. Psicose é o terceiro filme do Alfred Hitchcock que eu mais gosto.
Vinipassos
Vinipassos

259 seguidores 178 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de janeiro de 2013
Vi esse filme a poucas horas no Telecine Cult e fiquei fascinado com a obra. Com certeza eu descobri pq Alfred Hitchcock é considerado o mestre do suspense.
Com apenas diálogos nem um pouco cansativos eles cria um clima de tensão do inicio ao fim do filme, sem precisar de cenas de perseguição e derramar litros de sangue ele conduz o filme brilhantemente, é até difícil de acreditar, mas o filme não é cansativo.
As atuações são fantasticas, principalmente o assassino, spoiler: que tem um carisma natural, muitas vezes me fez achar que ele era a vitima.
,
spoiler: Mas, agr que o filme já acabou, pude perceber que as mudanças de personalidade do assassino era perceptivel em seus diálogos, muitos bem executados por ele, diga-se de passagem.

E o final! Surpreendente, nunca passou pela minha cabeça que o assassino era essa pessoa e todo o "porque" pelo que aconteceu tudo aquilo foi muito bem elaborado.

Filme maravilhoso, merecia mais que apenas 1 Globo de Ouro, uma obra que deve ser vista até o fim dos tempos. Hitckcock foi um Gênio.
João Gabriel K.
João Gabriel K.

7 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 22 de janeiro de 2013
o filme é terror mas não mostra "o" terror ele apenas tem a parte do banheiro que nem tão forte é!
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