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Vinicius Zaninello
1 seguidor
14 críticas
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4,5
Enviada em 15 de fevereiro de 2021
Norman Bates, é um dos personagens mais lendários do cinema mundial e sua fama construída de 'Psicose' surpreende. É em qualquer lista um dos maiores filmes de todos os tempos, e talvez depois de terminar de assistir eu não tenha entendido o motivo, mas depois de um tempo é que caiu minha ficha. Ao contrário de muitos outros filmes o destaque aqui é justamente o feijão com arroz bem feito, uma história marcante e um ator que sabe dar vida a ela. É fato que 'Psicose' nunca tevê um alto orçamento e nem condições de fazer uma superprodução, mas a entrega senhores, a entrega, que fenomenal. Sua cena do banho quando vista em todo um contexto é que se justifica com marcante. Vale a pena assistir!
Bom!, mais dizer que este é o melhor filme de Hitchcock é uma ofensa ao próprio!!!!. Psicose tem uma trilha sonora maravilhosa e cenas icônicas (A cena do chuveiro causa arrepios toda vez que assisto). Mais é repleto de amadorismo... Janela Indiscreta é bem superior...
"Se tratando de um filme de 1960, acabei assistindo por curiosidade e também pela alta nota no TMDB e acabei me surpreendendo, pois a história é extraordinária, vai muito além da icônica cena do chuveiro. Vale a pena conferir, pois é melhor do que muito filme atual".
Obra de um dos maiores diretores de todos os tempos (Alfred Hitchcock), Psicose foi lançado em 1960, ou seja, há mais de 60 anos, portanto trata-se de outra época, com outros efeitos especiais e tecnologia. Mencionado este detalhe, posso então afirmar que a obra de terror mencionada cumpre bem o papel de causar tensão, sustos, medo e vários plot twists, que são as famosas reviravoltas na trama. Na verdade, Psicose vai além, entregando uma ótima história, personagens excelentes, como Janet Leigh e Anthony Perkins, e uma direção ímpar de Hitchcock, que optou por fazê-lo em preto e branco. Não poderia esquecer de mencionar uma das trilhas sonoras mais icônicas da história do cinema, feita por Bernard Herrmann, que complementou o ar de suspense do filme. Com todos os elementos citados, não é de se espantar que Psicose tenha se tornado um clássico do terror e eternizado várias cenas na história do cinema spoiler: (a morte no chuveiro, Norman com a peruca de sua mãe, após mostrar seu cadáver e o diálogo interno entre Norman e a mãe, enquanto a câmera se aproxima do rosto de Perkins) . Infelizmente os efeitos especiais não conseguiram vencer a evolução tecnológica, tornando algumas cenas bem toscas, o que não poderia deixar de citar no balanço geral, o que deixa o filme com: NOTA: 97
Mesmo sendo um filme de 1960, Psicose é um filme excelente, é disparado um dos melhores filmes de terror de todos os tempos. Pra quem é fã de cinema tem obrigação de assistir. Me segue no Adorocinema para não perder nenhuma crítica minha.
Filme incrível! a falta de recursos da época deixou o filme "trash" para os dias atuais, mas não atrapalhou em nada , pelo contrário, é incrível assistir todas aquelas cenas e os recursos de filmagem . Sem contar o plot Twist !!!
Filme sensacional com um ótimo suspense e final surpreendente. Não é atoa que é um clássico do cinema, com uma das cenas mais famosas da história cinematográfica. Vi esse filme pela primeira vez a pouco tempo e me surpreendeu muito. O fato de ser em preto e branco não atrapalha em nada e ainda contribui, junto com jogadas de câmera e sons para uma experiência única. O filme nos presenteia com mais de uma surpresa e reparei que já vi muitos filmes com referências além de sua cena mais famosa.
Psycho é mais um dos muitos exemplos de filmes clássicos cuja reputação excede o produto em si. É impossível não ter expectativas elevadas ao assisti-lo, tamanho o hype que a crítica especializada (principalmente americana) e os cinéfilos caviar pseudo intelectuais depositam nesta pobremente envelhecida obra de 1960. Sendo assim, me encontrei inevitavelmente pouco entusiasmado ao longo da projeção. Não me levem à mal, este não é de maneira nenhuma um filme ruim, todo o elenco está ótimo, com destaque óbvio para Anthony Perkins, que encontrou o equilíbrio perfeito entre a vulnerabilidade e o ameaçador. O roteiro do filme é hábil o bastante para fazer a transição de protagonistas femininas no segundo ato da maneira mais sútil possível, apesar da ''interrupção'' abrupta que Marion sofre. Hitchcocok teve que filmar o longa com um baixo orçamento e com uma equipe de televisão para que o estúdio pudesse fazer a distribuição, então é compreensível o ritmo lento e sequencias amadoramente encenadas, mas estes inevitáveis defeitos, embora possam ser até encarados como um charme especial do filme, não deixam de atrapalhar. E os diálogos superexpositivos, em momentos cruciais da trama, também reduzem um pouco o impacto da ''grande revelação'' do final. Todavia, não deixa de ser uma assistida essencial para os fãs do gênero, devido sua inegável influência, mas Hitchcocok tem filmes bem melhores...
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