Psicose
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4,6
2980 notas

204 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

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5,0
Enviada em 7 de agosto de 2017
Uma das maiores obras primas da história do cinema, Para os críticos é o melhor filme de terror da história, para mim é o 2° perdendo para O exorcista ou seja são dos filmes incríveis. Psicose é completo em todos os quesitos, Roteiro é um dos melhores já feito e seu desenvolvimento é espetacular, elenco forte, com destaque para o ótimo Antony Perkins que está em uma das melhores performances de um vilão pro cinema, destaque também para maravilhosa Janet Leigh indicada nesse filme a melhor atriz coadjuvante, merecia ter ganho, vamos falar agora de uma das trilhas sonoras mais aterrorizantes da história, bela e ao mesmo tempo sublime, de impressionar a leveza que ela passa em cena essências do filme, a cena da morte na banheira é apavorante e para mim é cena mas vista e mais marcante da história do cinema, parte técnica desse filme é impecável, com destaque para os closes permanentes, te deixa compenetrado o tempo todo, Para mim Alfred Hitchcock tem sua melhor direção nesse filme, ele consegue transmitir o que há de melhor em uma direção, com mudanças no clima que e certos momentos transforma Psicose em uma tragicomédia, isso é simplesmente incrível e nesse formato somente ele consegue fazer é não copiável. Psicose é prefeito aos olhos humanos e extraordinário aos olhos maquiavélicos de Alfreddddddd.
Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de novembro de 2018
Ótimo filme!!!Tem momentos de suspense bem feitos com trilha sonora pontual e formidável,a trama é eficaz e agradável.
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de abril de 2019
Esse sem dúvida alguma se trata da obra prima do pai do mistério e suspense Alfred Hitchcock,um suspense que te prende do inicio ao fim e que nos apresentava um dos maiores psicopatas do cinema:Norman Bates.Uma das maiores virtudes do Hitchcock sem dúvidas é a genialidade em saber manipular a mente das pessoas e saber claramente o que as chocavam e lhe perturbariam,vendo cenas desse filme atualmente pode não representar grandes coisas para você,mas na verdade representa sim,temos cenas que simplesmente para a época eram chocantes e que posteriormente foram refeitas e feitas modificações ao ponto de ninguém mais se chocar a isso,mas a representatividade desse filme e por tudo apresentado aqui é simplesmente a prova da genialidade do filme.No elenco temos Janet Leigh em um de seus principais papéis da carreira e o Anthony Perkins tem atuação brilhante,com aquele olhar manipulador e sádico que virou um ícone do cinema.O enredo do filme é bastante eficiente,sabe de inicio te deixar sem saber o que esperar e vai tendo uma evolução extraordinária além de um plot muito bem elaborado que prova a perversidade e loucura do personagem.Uma obra prima do mestre Hitchcock,intrigante,bem dirigido e atuado além de ser um ícone do mistério suspense e terror que marcou a história.
Jackson A L
Jackson A L

13.704 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de julho de 2017
Um clássico. Um ótimo filme de suspense, principalmente para o início da década de 60, sem qualquer tipo de efeito especial. Não chega a ser horripilante, como alguns comentários abaixo, talvez para aquela época, quem sabe, mas foi um filme muito bem trabalhado, tanto é, que mesmo quem nunca assistiu com certeza conhece aquela cena do banheiro e principalmente sua trilha sonora.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de junho de 2020
Ahhhhh os clássicos... que bom que a Netflix incorporou em seu catálogo. Excelente aquisição, ótimo filme, ótimo enredo, muito à frente de seu tempo e fez escola até hoje.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de julho de 2016
Assassinatos. Mãe. Parado. Clássico. Maluco. Reviravoltas. Psicótico. Trilha sonora. Roubo. Fuga. Chuveiro. Muito bom.
B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.969 seguidores 762 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de junho de 2015
Um excelente filme,a história aparentemente parece se perder mas se torna cada vez mais misteriosa e intrigante... O filme tem ótimos diálogos, achei o final imprevisível e o desfecho traz informações satisfatórias.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 29 de junho de 2020
Psycho é mais um dos muitos exemplos de filmes clássicos cuja reputação excede o produto em si. É impossível não ter expectativas elevadas ao assisti-lo, tamanho o hype que a crítica especializada (principalmente americana) e os cinéfilos caviar pseudo intelectuais depositam nesta pobremente envelhecida obra de 1960. Sendo assim, me encontrei inevitavelmente pouco entusiasmado ao longo da projeção. Não me levem à mal, este não é de maneira nenhuma um filme ruim, todo o elenco está ótimo, com destaque óbvio para Anthony Perkins, que encontrou o equilíbrio perfeito entre a vulnerabilidade e o ameaçador. O roteiro do filme é hábil o bastante para fazer a transição de protagonistas femininas no segundo ato da maneira mais sútil possível, apesar da ''interrupção'' abrupta que Marion sofre. Hitchcocok teve que filmar o longa com um baixo orçamento e com uma equipe de televisão para que o estúdio pudesse fazer a distribuição, então é compreensível o ritmo lento e sequencias amadoramente encenadas, mas estes inevitáveis defeitos, embora possam ser até encarados como um charme especial do filme, não deixam de atrapalhar. E os diálogos superexpositivos, em momentos cruciais da trama, também reduzem um pouco o impacto da ''grande revelação'' do final. Todavia, não deixa de ser uma assistida essencial para os fãs do gênero, devido sua inegável influência, mas Hitchcocok tem filmes bem melhores...
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de agosto de 2022
Psicose (Psycho)

"Psicose" foi lançado em 1960, produzido e dirigido por Alfred Hitchcock. O roteiro, escrito por Joseph Stefano, foi baseado no romance homônimo de Robert Bloch, de 1959, o qual foi vagamente inspirado no caso do assassino e ladrão de túmulos de Wisconsin, Ed Gein. No filme, Marion Crane (Janet Leigh) é uma secretária que rouba 40 mil dólares da imobiliária onde trabalha para se casar e começar uma nova vida com seu namorado Sam Loomis (John Gavin). Durante a fuga em seu carro, ela enfrenta uma forte tempestade, erra o caminho e chega em um velho motel dirigido por um homem perturbado, Norman Bates (Anthony Perkins), a partir daí ela sofrerá as consequências desse improvável encontro.

"Psicose" é simplesmente um dos maiores clássicos da história dos cinemas, é considerado como o primeiro exemplo do gênero de filme de terror, que foi justamente dirigido por ninguém menos que o mestre do suspense, Alfred Hitchcock. Sendo considerado uma das melhores obras da carreira de Hitchcock, e é indiscutivelmente o seu trabalho mais famoso, "Psicose" é considerado até hoje como um verdadeiro marco na história da sétima arte por tudo o que o filme representou e influenciou. Hitchcock nos trouxe um clássico do cinema da década de 60 que mistura o suspense e o mistério com o investigativo, dando espaço para um terror complexo e um thriller psicológico - uma verdadeira obra-prima do gênero.

Hitchcock revolucionou o gênero thriller trazendo uma obra atemporal que desafiou a base do terror moderno, do padrão de narrativa e do padrão do cinema de estúdio, ou seja, ele fez aqui algo diferente do que vinha fazendo anteriormente em sua filmografia, que é justamente apostar em um baixo orçamento, com uma película em preto e branco, a utilização de cenários simples e sem qualquer tipo de efeito especial. Um dos principais cuidados de Hitchcock estava justamente em torno do segredo que envolve o filme, o que o levou a fazer um acordo com a editora responsável pelos direitos do livro de Robert Bloch, que originaram o roteiro do filme, e em seguida comprou todas as cópias afim de esconder o final da trama. Verdadeiramente "Psicose" desafiou a estrutura vigente de produção de conteúdo dos cinemas da época.

Com mais de 60 anos do seu lançamento é realmente impressionante como "Psicose" ainda funciona, ainda soa como atual, ainda traz aquele sentimento de medo e angústia naturalmente. Um clássico, uma obra-prima que envelheceu muito bem e não ficou datada, um Noir sobre um Serial Killer oculto e misterioso, pois o longa aborda exatamente esse transtorno mental que faz com que as pessoas percebam ou interpretem as coisas de maneira diferente das pessoas que as rodeiam. Isso pode envolver alucinações ou delírios, que são condições que afetam a mente, onde houve alguma perda de contato com a realidade, exatamente o que acontecia com o Norman Bates. Em comum, as anomalias que se caracterizam como 'psicose' têm entre seus sintomas delírios, alucinações, catatonia, desorganização do pensamento, abulia e agitações de caráter. A pessoa que sofre de delírios, por exemplo, inventa histórias que não condizem com a realidade, sem que tenha consciência disso ou até mesmo expondo uma dupla personalidade, como foi muito bem explicado ao final do filme.

O roteiro de "Psicose" é genial, adaptado com uma qualidade absurda, pois temos várias viradas no roteiro que funcionam em perfeita coesão e de forma natural. O que impressiona é o fato do filme nos direcionar entre várias narrativas que se interligam e se unem na trama, pois inicialmente somos confrontados com a história da Marion Crane que roubou 40 mil dólares e despista a polícia e vai parar em um velho motel na estrada, só que é ai que você se surpreende quando a narrativa te entrega algo ainda mais eficiente e mais grandioso - roteiro absurdamente perfeito!

Hitchcock reina atrás das câmeras ao nos trazer enquadramentos que nos causa um total desconforto, pois ele trabalha exatamente esses takes mais fechados para nos causar essas sensações, algo bem inovador na época. São inúmeras tomadas de câmeras, cortes rápidos, montagem em ritmo alucinante, edição muito funcional. A direção de arte é estupenda, principalmente pela película em preto e branco por opção do próprio Hitchcock, que considerava que a cores o filme ficaria ensanguentado demais (uma preocupação com a recepção do público da época). Falando em preto e branco, a fotografia do filme é magistral, perfeita, uníssona, uma das coisas mais maravilhosa que eu já assisti na vida.

"Psicose" é 50% do Hitchcock e 50% do compositor Bernard Herrmann, o gênio que teve as suas trilhas encaixadas em "Cidadão Kane", "Kill Bill Vol. 1" de Quentin Tarantino, "Taxi Driver" de Martin Scorsese, entre diversos filmes do Hitchcock. Aqui Bernard Herrmann traz uma obra-prima na trilha sonora, se destacando pela sua complexidade, tortura mental, desconforto, inquietação, perturbação, ou seja, a trilha sonora de "Psicose" é 100% perfeita e ainda nos causa todos esses sentimentos desconfortantes.

Pegando o gancho da trilha sonora eu preciso destacar uma das cenas mais icônica, lendária, clássica, absoluta, reverenciada, homenageada e lembrada até os dias de hoje - que é a cena do chuveiro. A cena do chuveiro em "Psicose" entrou para a história do cinema, se tornou um marco, um ícone, uma lenda, pois até quem nunca assistiu o filme e não sabe da onde saiu a cena conhece esta cena. O poder que esta cena do chuveiro tem para o cinema é algo surreal, pois é impossível você nunca ter presenciado alguém imitando esta cena como uma brincadeira levantando a faca pra cima e fazendo aquela música tenebrosa (até hoje eu imito esta cena sempre que eu pego uma faca nas mãos - rsrsrsrs). A trilha sonora dessa cena também entrou para a história, se destacando com uma musiquinha perturbadora, tenebrosa, inquietante, com um ritmo repetitivo que até hoje nos incomoda e nos causa desconforto - incrível!

O elenco de "Psicose" é absoluto e perfeito!
A bela Janet Leigh dispensa comentários. Ela participa de forma decisiva na trama e é perfeita na sutileza e na construção de uma personagem tão importante - atuação completamente fantástica e uma indicação muito digna ao Oscar (além de ter ganhado Melhor Atriz Coadjuvante no Globo de Ouro). Anthony Perkins é um monstro (literalmente), pois o nível de atuação que ele entrega na pele do Norman Bates é bizarro de tamanha perfeição. Um personagem misterioso, sombrio, introspectivo, sádico, que te convence apenas com o uso das palavras e conforta sua vítima para um ataque letal. Atuação perfeita, impressionante, ele nos deixava desconfortado apenas com o uso do olhar e daquele sorriso maquiavélico. Eu indicaria o Anthony Perkins ao Oscar naquele ano facilmente.
Vera Miles mantém o nível do ótimo elenco e se destaca pela ousadia do Hitchcock em criar uma segunda protagonista em sua trama, o que me deixou completamente embasbacado e impressionado. A primeira parte do filme é da Janet Leigh, mas a segunda é completamente da Vera Miles com muita dignidade. John Gavin ainda compõe com sua bela participação, se destacando muito bem ao contracenar com a Janet na primeira parte e com a Vera na segunda.

"Psicose" foi indicado a quatro Oscars, incluindo Melhor Atriz Coadjuvante para Janet Leigh e Melhor Diretor para Hitchcock, além da Fotografia e da Direção de Arte.

Após a morte de Hitchcock em 1980, a Universal Pictures produziu três sequências, um remake, um spin-off feito para a televisão e uma série de televisão prequel ambientada na década de 2010. Foi seguido por "Psicose 2" (1983), "Psicose 3" (1986) e "Psicose 4 - A Revelação" (1990). Um remake polêmico foi refilmado em 1998 por Gus Van Sant, tendo também recebido o nome "Psicose".

Alfred Hitchcock foi o gênio por trás dessa obra-prima do cinema, desse Noir em preto e branco, dessa obra cult, dessa obra de arte do cinema, dessa pérola cinematográfica da sétima arte, dessa película completamente atemporal e influente. "Psicose" está entre os maiores filmes da história. Um dos maiores thrillers de todos os tempos. Uma obra eternizada em nossos corações cinéfilos. A verdadeira definição de uma obra-prima completamente incontestável! [07/08/2022]

"Thank You Alfred Hitchcock"
⭐⭐⭐⭐⭐ 
MichaellMachado
MichaellMachado

1.122 seguidores 538 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de dezembro de 2020
"Se tratando de um filme de 1960, acabei assistindo por curiosidade e também pela alta nota no TMDB e acabei me surpreendendo, pois a história é extraordinária, vai muito além da icônica cena do chuveiro. Vale a pena conferir, pois é melhor do que muito filme atual".
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