Psicose
Média
4,6
2980 notas

204 Críticas do usuário

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Vitor E.
Vitor E.

6 seguidores 57 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de novembro de 2018
Filme que deu origem aquela delícia de série.
(Bates Motel)
Bom...a única coisa que posso dizer é: ASSISTAM!!!

Tanto Psicose quanto Bates Motel valem muito a pena.
João Gabriel K.
João Gabriel K.

7 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 22 de janeiro de 2013
o filme é terror mas não mostra "o" terror ele apenas tem a parte do banheiro que nem tão forte é!
Aylon  D.
Aylon D.

5 seguidores 28 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de junho de 2012
Tem que ser um gênio para conseguir fazer um filme como esse!
Evandro B.
Evandro B.

1 seguidor 8 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de fevereiro de 2016
Filme épico! Um clássico da história do cinema! Prende nossa atenção do início ao fim... A Cena do chuveiro é uma das mais lembradas de todos os tempos!!! Nota 9!
Mariano  S.
Mariano S.

4 seguidores 15 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de março de 2013
Psicose de Hitchcock e justiça
inevitável
Esse filme é uma pintura, mesmo que em
preto e branco. Uma aula de cinema. Marion é uma
bela secretária que acorda em um motel com seu
amante. Trabalha em uma corretora de imóveis e
tudo está perfeito em sua vida, faltando apenas uma
coisa: dinheiro. Eis que surge um velho pomposo
com muitos milhares de dólares em dinheiro e ela
fica responsável por trocar isso em banco por um
cheque. Ela assim tem tudo em sua mão e aproveita
a oportunidade. Transgride o pecado do roubo,
fugindo com seu carro para o mais longe que pode.
Encontra o policial e assim com pressa corre em
uma fuga frenética, envolvida pela trilha sonora
mais intensa do cinema.
Tudo por dinheiro: esta é a moral do nosso
tempo. Isso já falei em meu livro Crítica da Moral, e
é a retirada da máscara de nossa atual sociedade.
Marion (no livro Mary) então viaja mais um pouco e
o policial que pediu seus documentos não a
persegue mais. Ela encontra um Hotel e assim não
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percebe que o perigo lá é maior do que na cidade de
onde veio, do Arizona. Bela e sedutora loura
encontra naquele reduto não um descanso, mas o
fim se seu sonho de bandida. No Bates ela se
hospeda e assim conhece um rapaz esquisito
(Norman Bates) que é refém de uma mãe
controladora e tem a ocupação de ser
embalsamador de animais. Todos os personagens
do filme têm forte ligação com a mãe. Não desconfia
ela que esse doce sujeito é o anjo da morte de seus
planos asquerosos.
Nesse filme que nem é tão antigo, mas que
por opção do Sr. Hithcock foi filmado em preto e
branco, por causa da cena da faca no banheiro, haja
vista evitar censura desse momento central. E foi
mesmo, uma das cenas que marcaram a história do
cinema. 12 quartos e 12 vagas. É como se a Marion
encontrasse os apóstolos de seu Juízo Final. O
capitalismo selvagem foi sobrepujado pelo instinto
selvagem: psicose. Faz um lanche com o rapaz do
hotel e acaba estando pronta para o sacrifício.
Óculos e que ingere álcool, e já no filme colocaram
um bom moço, bem mais jovem. Norman é no livro
um senhor de meia idade, com Nações primitivas de
canibais alimentavam bem suas vítimas. Norman
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146
Bates assim acaba com o crime perfeito da bela e
atraente Marion.
O diretor usou caldo de chocolate para fazer o
sangue da famosa cena do esfaqueamento, e na cena
mesma teve uma dublê, não sendo a atriz que fez
Marion (Janet Leigh). Também o efeito sonoro
decorreu de uma faca enfiada em melão. Boatos
dizem que ela nunca mais tomou banho de
banheira, mas parecem ser apenas boatos. Na
prática, o psicótico inverte valores de bem e de mal
e não tem mais limites éticos. Puro instinto, puro
uso da área do cérebro que neurologistas chamam
de reptiliana. Mata, rouba e faz barbaridades sem
qualquer emoção. E tudo pela ganância, pela
avareza e o sagrado capitalismo e seus sonhos
materialistas, alimentados por papel-dinheiro. Foi o
capitalismo que matou essa jovem, foi sua ganância
e frustração, combinados com poucos limites éticos
que fizeram ela cair na tentação. Não seu forte a
tentação, já representado no amante do início do
filme. Seu corpo é ocultado e assim a sujeira
capitalista fica sempre oculta, apesar de ser o
sistema que vingou na sociedade “humana”. Se tal
sistema permite a fome mundial e mortandade em
massa, não é melhor que qualquer criminoso ou
psicótico.
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No final um psiquiatra explica a dupla
personalidade do rapaz e sua simbiose com a mãe,
diferenciando de um travesti (pois vestido de
mulher...). Há uma espécie de imortalidade da mãe
dele em sua própria psique, de modo que ele vive
numa espécie de esquizofrenia, ouvindo e
reproduzindo a voz e presença da mãe falecida. Isso
tenta ser explicado e o criminoso está preso, bem
como o veículo de Marion achado no fundo do lago.
O rapaz parece mais louco ainda e derruba a
imagem de bom moço. Interessante é o bom
contraste do filme por ser preto e branco. Também
símbolos como a cor da lingerie de Marion, branca
quando curtia a vida com amante, e preta quando
prestes a morrer, revelam a luz da vida e o negro do
luto. A cena do banho ficou para a história do
cinema como uma das mais marcantes. Por isso o
filme é uma referência.
Gustavo S.
Gustavo S.

4 seguidores 7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de setembro de 2013
clássico do hitchcock, a musica do assassinato no banheiro ficou na minha cabeça por dias. spoiler: a ideia de norman ser a própria mãe foi genial!
Gabriel Lorenzo Ferro
Gabriel Lorenzo Ferro

2 seguidores 106 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de agosto de 2024
O filme é um clássico do terror e tem uma das cenas mais icônicas de todos os tempos. Ver um terror psicológico sendo feito nessa época é impressionante. A atuação do Norman Bates é absurdamente boa e da protagonista. E considerando os recursos da época, o filme é muito bem feito, as cenas de terror são simples, mas são bem dirigidas, diferentemente dos terrores slasher dos anos 80.
#BRUNO #
#BRUNO #

6 seguidores 342 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de julho de 2025
Psicose é mais do que um filme de terror: é uma aula de cinema. Alfred Hitchcock usou todos os recursos à sua disposição para manipular o espectador com maestria. Com uma estrutura corajosa, atuações memoráveis e direção impecável, é um clássico atemporal que continua relevante e impactante mais de seis décadas após seu lançamento.
Kamila L.
Kamila L.

3 seguidores 40 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de abril de 2025
Me surpreendeu bastante, gostei do suspense e da reviravolta principal. Um filme bem interessante que vale a pena a experiência.
JGabriel P.
JGabriel P.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de dezembro de 2012
O que falar do filme que me inspira a fazer cinema... Eu fico sem palavras para descrever o tamanho da perfeição que é esse filme, desde o livro que o inspirou (que por acaso é muito diferente do filme), a insistência de Hitchcock para que ele fosse feito, o filme preto e branco usado para dar um ar mais sombrio ao filme até a cena que, eu ouso dizer, mudou a história do cinema. Hitchcock é realmente o pai do suspense, ele basicamente criou esse estilo, inovando desde os anos 20, como por exemplo em seu filme "O Inquilino" de 1927 (mudo) o primeiro filme do mundo a contar a história de um serial-killer, ele criou o efeito de vertigem com a câmera que até hoje é usado em muitos filmes, os filmes de desastres também, tudo começou com um ataque isolado de um pássaro em "Os Pássaros" de 1963 e logo depois todos os pássaros da pequena cidade se revoltaram contra os moradores. Eu sou meio suspeito para falar de Hitchcock, mas para comprovar tudo isso é só você pegar qualquer filme dele e assistir, tenho certeza de que você não vai se arrepender.
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