O filme foi baseado em um romance escrito por de Carl Sagan "Contato", escrito na década de 1980 e mais tarde transformado neste filme (embora que a ideia inicial do cientista realmente fosse um roteiro de um filme). Baseado em seu livro, o roteiro foi adaptado por James V. Hart e a direção foi de Robert Zemeckis. A trama conta a história de Ellie (Jodie Foster) que desde criança buscava indício de vida fora da Terra. Agora já adulta, virou uma importante (e ainda desacreditada pela comunidade científica) pesquisadora que ainda busca de forma incansável tal contato. Após ter recebido o contato, e decifrado tais códigos, os humanos são movidos a construir uma máquina para supostamente ter esse encontro. O filme tem uma interessante fotografia e uma atuação de primeira de Jodie Foster. Além de ser um dos clássicos filmes de ficção científica dos anos 1990. O filme faz diversas analogias em seus diálogos (alguns bastante profundos) sobre ciência e religião. Chegando a impasses filosóficos para isso ( a ideia de usar a navalha de Ockham não foi assertiva para a ideia do filme, talvez o uso de Nietzsche para simbolizar morte de Deus seria melhor). O filme tem grave problema de ritmo e encadeamento narrativo, além do roteiro por vezes procurar soluções mais idiotas possíveis para justificar tal ação (como a explosão da primeira máquina). Talvez alguns tenham odiado o encontro da Doutora com o et, mas creio que o salvamento do filme foi a cena de tribunal, pois a doutora mesmo sem provas, e se colocando no lugar dos seus acusadores, não abandonou seu lado cientista.