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#NetoUlrich
58 seguidores
93 críticas
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4,5
Enviada em 28 de fevereiro de 2018
Este filme, relata um ponto de vista da sociedade, a que se refere a etnia, pois a hipocrisia que existe dentro de cada um fala mais alto do que os discursos recíprocos que se escutam em palestras, programas anti-raciais, dia da consciência negra. Só sentindo mesmo na própria carne, que enxergamos a verdadeira dor de sermos rejeitados como seres humanos. Esse filme foi muito injustiçado por não ter "concorrido" ao Oscar de melhor filme e melhor ator para Matthew McConaughey no ano de 1997. Poderia até não ganhar o Oscar de melhor filme e melhor ator (devido a politicagem que é o próprio Oscar de só dar prêmios para quem eles querem), mas isso não muda o fato que este filme merecerá ao menos concorrer nessas duas principais categorias, de melhor filme para Tempo de Matar (A Time estou Kill) e melhor ator para Matthew McConaughey.
Um Ótimo entretenimento! tendo em vista o grande Mathew McConaughey dando um show de atuação, sem falar no monstro do cinema Samuel L. Jackson interpretando um Homem à beira de uma decisão que mudará o rumo de sua vida e ainda Sandra Bullock já dando mostras de um futuro promissor no cinema mundial.
Filme sensacional. Mexe com os seus sentimentos de diversas formas e mostra uma história de lutas contra a desigualdade no cenário americano, mas que infelizmente ainda permanece atual. Ótimo roteiro e com atuação incrível de Sandra Bullock, Samuel L. Jackson e, sobretudo, Matthew McConaughey.
Filme estrelado por Matthew McConaughey e Samuel L. Jackson, demonstrando como um caso de vingança pode ser fortemente influenciado por causa da segregação racial. Nos deparamos com uma história forte e um elenco que faz jus aos seus respectivos papéis. Mesmo romantizado o julgamento o telespectador pode ter a noção de como os negros são tratados nos EUA, especialmente nos estados do sul, onde a tensão racial é enorme e a segregação é mais forte.
Durante o longa acompanhamos o julgamento de Carl Lee Hailey, que em um ato de ódio mata os dois homens brancos que estupraram e violentaram fisicamente sua filha de 10 anos, seu advogado é o novato Jake Tyler Brigance que mesmo com seus ideais de justiça não compreende e nem nunca iria compreender o que uma pessoa negra nos EUA passa diariamente. No decorrer do filme somos apresentados também a Ku klux klan que começa a operar na cidade na busca do linchamento de Carl Lee, o que não é absurdo, pois mais de 20 anos depois ainda nos deparamos com esses seres asquerosos e criminosos em noticiários.
O filme aborda uma mensagem que continua atual, mesmo que já tenha se passado mais de 20 anos, que é sobre a segregação racial e que a justiça é um instrumento dos mais poderosos na maioria dos casos. Contudo o filme tem seus pontos negativos, como é a caracterização jocosa de alguns integrantes da KKK, que não tem nada de engraçado, eles são somente criminosos do pior tipo e um enredo arrastado da trama, com cenas e diálogos que nada acrescentam a história principal.
Só de ler a sinopse você já imagina que será uma grande história. Com um final excelente e emocionante! Um Elenco de primeira, com atuações impecáveis. Todos temos os mesmos direitos independente de cor ou classe social, se todos um dia tiverem esse pensamento o mundo será muito melhor.
...Eu gosto muito de filmes que falam sobre o racismo, e esse foi um que me chamou a atenção.Pois realmente se fez a justiça com as proprias mãos.Maravilhoso
Ótimo filme, grande elenco, com tema muito relevante e pouco debatido na sociedade, o racismo institucionalizado, no entanto o roteiro poderia ser melhor, aquela tensão entre os personagens de Matthew McConaughey e Sandra Bullock foi perca de tempo, foi só para "encher linguiça". Ou seja por que a jovem estudante de direito não poderia somente ser brilhante e peça chave para elucidação da trama? Para mim esse " flerte" foi desnecessário e só serviu para reafirmar estereótipos. Além disso, o personagem de Kiefer Sutherland ficou meio apagado, poderia render mais. Mas no geral o filme foi muito bom, poderia ser um pouco mais compassado, sem atropelar a evolução dos personagens, mas enfim, nada é perfeito.
Um filme que mostra que a justiça que em teoria é cega é na verdade atrelada aos olhos dos homens. Atenção especial ao final quando há o discurso ao júri.
Um dos melhores filmes de tribunais que eu já vi a trama envolvente e intrigante que o diretor executor er um filme que deve ser visto e aplaudido uau
Trata-se de um filme de tribunal que vai muito além do gênero: é envolvente, intenso e profundamente reflexivo.
A trama gira em torno de Carl Lee (Samuel L. Jackson), cuja filha Hannah é brutalmente violentada por dois jovens brancos. Desesperado ao perceber que os criminosos provavelmente receberiam uma pena branda — ou até mesmo seriam absolvidos, como já havia ocorrido em casos semelhantes contra negros — Carl Lee decide fazer justiça com as próprias mãos e executa os dois homens publicamente, nas escadarias do tribunal. O julgamento que se segue abala toda a cidade e desencadeia uma onda de violência e manifestações. Jake Brigance (Matthew McConaughey, em uma atuação memorável), advogado de Carl Lee, passa a enfrentar não apenas os desafios jurídicos do caso, mas também uma série de ataques pessoais. Sua família é ameaçada pela Ku Klux Klan e precisa deixar o estado, colocando em risco seu próprio casamento e equilíbrio emocional. A tensão do filme se constrói na alternância entre o drama do tribunal e a pressão externa, marcada pelo racismo, pelo ódio e pela perseguição. O espectador é mantido em suspense constante, sem saber até onde cada personagem conseguirá suportar o peso da situação. No tribunal, Jake apresenta uma defesa que oscila entre falhas e momentos brilhantes. Contudo, é em seu discurso final que ele conquista o júri, majoritariamente branco, com uma argumentação tão comovente que se torna decisiva para a absolvição de Carl Lee. Mais do que um filme de julgamento, é uma obra que expõe feridas sociais, levanta debates urgentes sobre justiça e racismo, e prende o espectador até o último instante.
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