-O filme não é nada bom.Muito agoniante,e cheio de falhas. -Ryan Reynolds aceitou contracenar em um filme bem fraco,apesar de ter um bom final,o filme não te leva a lugar algum,apenas pra deixar vc tenso com pouco.Só pra lembrar,assista esse filme legendado...fica a dica.
O Filme inteiro da muita agonia ele é impressionante como fizeram tudo com um ator e um cenário meio baixo astral mais ainda sim é muito bom recomendo só uma curiosidade é que o filme não é baseado em fatos reais e sim em historias de pessoas enterradas.
O único mérito real desse filme é a coragem e originalidade da idéia, no entanto uma idéia original não é necessariamente uma boa ideia. A história não tem um propósito, o vilão não é vilão e o mocinho não é mocinho, é um cara comum que não tem nenhuma qualidade especial nem um grande drama para resolver( além do confinamento, é claro}. E o ponto principal é exatamente esse, o único problema que o protagonista tem para resolver ele não tem como fazê-lo pois está confinado, ou seja a única celeuma imposta à trama não pode ser selecionada pelo único personagem que aparece fisicamente no filme, mas sim por outros personagens que pouco interesse tem em solucionar a questão. Além do que, por mais que choque as pessoas, governo de país nenhum sairia pagando resgates milionários para sequestradores. O filme se resume a uma história simplória onde a única dúvida é se Ryan Reynolds vai ou não conseguir sair do caixão. Cheio de falhas no fraco roteiro, como por exemplo um isqueiro tipo Zippo no qual o fluído dura horas, quando se sabe que o fluído utilizado por esses isqueiro não queima mais que dez minutos interruptos, uma cobra que de repente aparece dentro do caixão, ainda mais dentro da calça do personagem e para piorar sai do caixão cavando a terra, o oxigênio que num espaço daquele tamanho, e com isqueiro queimando continuamente, não duraria uma hora, lá dura mais de duas, além da questão de Mark White, (fundamental no desfecho). Levando-se em consideração que Mark encontrava-se sequestrado e não salvo, contrariando o que o policial disse a Paul, como foi identificado em segundos na hora do desfecho final? Filmes dessa natureza já foram melhor explorados como no caso de “Por um fio”, onde o drama passado pelo protagonista vai muito além das ameaças de morte, o vilão pretende que ele assuma seus erros para esposa, amigos e para ele mesmo, a trama é muito mais complexa. Em “Enterrado vivo” a sensação que se tem é que a história poderia ser contada para um amigo em dois minutos, com riqueza de detalhes. Como disse no início, o ponto alto é a originalidade e a coragem para produzir um filme passado completamente dentro de um caixão, fora isso não se tem grandes atrativos. As pessoas tem que acabar com essa cultura de “pseudointelectuais” de que filme bom acaba mal, ou que se você sair insatisfeito do cinema é porque não entendeu o filme. Se uma piada não fizer você rir não quer dizer que você não a entendeu, ela pode apenas ser “RUIM”. Assistam e tirem suas conclusões. Para mim ficou devendo.
O filme prende a sua atenção até o fim (porém, se for claustrofóbico, não assista), as críticas ao governo americano provavelmente tem fundamento e Ryan Reynolds trabalhou bem. Apesar disso, o filme deixa a desejar. É muito decepcionante a forma com que o diretor brincou com as expectativas e esperanças do personagem representado por Reynolds. Infelizmente, não posso dar mais detalhes sem "dar spoiler" mas adianto que o final é frustrante em demasia. 1h30m completamente desperdiçados! Resumindo: se você for uma dessas pessoas que - assim como eu - cria um certa vínculo (empatia) com o personagem do filme, não assista "Enterrado Vivo".
O cinema, enquanto ilusão de ótica, possui essa capacidade de nos ludibriar e fazer acreditar realmente naqueles breves instantes vividos dentro da sala de projeção.
O palco é todo montado para permitir esse tipo de entrega: um lugar fechado, escuro e onde é possível manter a concentração no jogo de sons e luzes oferecido por esse tipo de arte. Transmitir sensações reais é portanto característica do cinema. Nossa mente entende dessa forma, sobretudo nos momentos de submersão.
Filmes como "Enterrado Vivo" possuem essa condição de capturar a plateia. Não pelos subterfúgios escapistas das grandes produções, mas pela situação de tensão oferecida pela história.
Se o cinema, em si, já é claustrofóbico, imagine uma narrativa onde o protagonista (Ryan Reynolds) passa todo o filme dentro de um caixão fechado, debaixo da terra, com apenas alguns utensílios, entre eles, um isqueiro e um telefone celular.
No filme, Reynolds é Paul Conroy, norte-americano que trabalha como motorista de caminhão no Iraque. Sequestrado, seus algozes exigem a quantia de 5 milhões de dólares para libertá-lo.É difícil não se envolver pelo drama vivenciado pelo personagem, até mesmo pela competente atuação de Reynolds.
Mesmo sabendo que se trata de mera ficção, o olhar do espectador não se permite desgrudar da tela. A falta de ar, o calor e a sensação de desespero são apenas alguns dos elementos utilizados pelo diretor Rodrigo Cortés para manipular nossas emoções. "Enterrado Vivo" é uma "experiência" que requer certa preparação para encarar. Não é programa fácil. Depende muito de sua disposição em aceitar ser manipulado.
Filme sufocante! Um drama psicológico para prender atenção de qualquer um. Aquele tipo de filme que você vê, e não consegue se desgrudar para saber o desfecho da história, te fazendo se perguntar: "Será que ele vai conseguir sair?" Quando vi esse filme, não sabia ao certo se era uma boa escolha, mas com o passar do tempo, fui percebendo que é era sim, uma escolha boa. Isso se você não ligar de passar o filme todo vendo o desespero de um homem enterrado há alguns metros do chão, lutando para sobreviver e saber respostas. Em partes, você chega a se colocar no lugar da vítima. Atuação super complacente de Ryan Reynolds. É uma boa pedida!
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