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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Cinema com Rapadura
Um filme com cenas de ação razoavelmente bem executadas, mas incapaz de despertar no espectador qualquer tipo de interesse pelos personagens que as protagonizam.
Collider
Em um filme, você precisa de uma personalidade para o público se identificar com o personagem, e se um monte de pixels substituíssem Friend, você mal perceberia. "Hitman: Agente 47" é fiel ao videogame, mas pelas más razões.
Papo de Cinema
O resultado não vai além do esperado, e se certas reviravoltas até despertam um interesse maior, no geral é tudo mais do mesmo, divertido e inconsequente na mesma medida.
Boston Globe
Os vários tiroteios e perseguições que acontecem durante o filme são bagunçados, barulhentos e, por fim, tão ruins quanto o sotaque que Ruper Friend faz. Os elementos que compensam são a espetacular fuga de uma sala de interrogatório e outros pequenos rompantes de ação que realmente impressionam.
CineClick
Além da forma como funcionam as sequências de ação, "Hitman: Agente 47" faz outras referências aos games, que devem ser percebidas por seus fãs. No entanto, falta ao filme mais consistência para ter personalidade própria.
O Globo
O roteiro, cheio de furos e em que as motivações dos personagens vão se modificando sem credibilidade, remete a um jogo sem emoção, no qual dezenas de pessoas são exterminadas sem cerimônia.
Screen International
A música, os tiros, as roupas, o cabelo (ou a falta dela): tudo é uma cópia exata das coisas legais usadas como porta de entrada para a gênese de um gênero que requer timing e precisão para sobreviver.
The Guardian
A história é irregular, os personagens, decepcionantes e as reviravoltas, anticlimáticas, mas esta adaptação do jogo de videogame tem violenta energia.
The Hollywood Reporter
Um filme baseado em um jogo de vídeo que estreia no final de agosto não gera expectativas exatamente elevadas. E, de fato, Hitman: Agente 47 acaba por ser exatamente o tipo de thriller acelerado e entorpecente que os estúdios produzem mecanicamente para encher as telas nos duros dias de verão.
The Playlist
"Hitman: Agente 47" se gaba de tudo, desde suas falhas de lógica até uma série de diálogos tão horríveis e pouco originais que despertaram risos na sala cheia de críticos durante a exibição para a imprensa.
Screen Rant
"Hitman: Agente 47" parece uma grande produção feita por fãs durante as cenas de ação, mas lembra o projeto de um diretor inexperiente durante os seus, digamos, "momentos dramáticos".
ScreenCrush
O que tornava Hitman tão divertido nas histórias do videogame - sua aparência despreocupada, sua concentração particular - faz dele um péssimo personagem de cinema. Ele nunca erra o alvo e nunca anda mais rápido do que numa caminhada tranquila.
Chicago Sun-Times
"Hitman: Agente 47" é ofensivamente horrível, o tipo de filme que esfrega seu roteiro pobre, sua cinematografia maçante e seus personagens chatos em sua cara, como que desafiando a pedir ao responsável pelo cinema o seu dinheiro de volta.
Cineweb
Como filme de ação, as cenas de carnificina provocadas pelo agente e seus inimigos são eficientes, rápidas e bem coreografadas, como exige o gênero. Mas a narrativa carece de coerência, com situações e diálogos, se não pouco convincentes, clichês.
Folha de São Paulo
Nem chegamos a acompanhar a história, pois o filme se baseia no ritmo intenso de fugas, lutas e tiroteios, ou seja, em ação. No entanto, essa dinâmica peculiar dos jogos não funciona em um longa. O fluxo logo se torna repetitivo, pois o espectador não pode escolher nem tomar decisões.
New York Times
Estúpido demais, tanto quanto genérico, "Hitman: Agente 47" troca cérebros por balas e personagens por marionetes. Por isso, é ainda mais chocante que atores corretos como Zachary Quinto e Rupert Friend tenham aceitado ser os dois protagonistas. Talvez o diretor Aleksander Bach tenha prometido suprimento vitalício de seus ternos chiques.
Rubens Ewald
... filmeco que mais parece uma produção B do que um filme de ação de primeira linha [...] é muito mal realizado...
Variety
A Fox certamente espera que "surpresa nas bilheterias" seja uma alternativa plausível, embora o mais provável seja dizermos que, em se tratando de relançamento de franquia desastrosa, esta não seja "Quarteto Fantástico".
Washington Post
Cingapura parece um lugar dos sonhos para visitar. Essa é uma das poucas descobertas valiosas em "Hitman: Agente 47", um aspirante a Bourne sem alma e alegria. A história tem todas as nuances de um game de tiro em primeira pessoa. Não à toa, o filme é baseado em um.