Média
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O game não é complexo e assim fizeram o filme, focando mais em assassinatos estilosos e mentirosos, boa ação, filme que agrada na hora e depois vc esquece a história.
Um assassino de elite geneticamente modificado tem a missão de encontrar um homem que poderia criar um exército imbatível de agentes implacáveis, e para isso, uma jovem pode ser a chave para concluir esse objetivo. Bem, posso dizer que esse filme de ficção científica é bastante longe da realidade, vide não só as exageradas cenas de ação que apresenta. Todo o conceito futurista é ainda bastante distante da nossa realidade atual. Mas isso não necessariamente seria ruim, se o filme cooperasse. O que acontece é que o roteiro é muito ruim, e desprovido de qualquer sentido lógico. Mesmo forçando a barra para aturar tamanho absurdo que vai se revelando em camadas durante a exibição do longa, o filme peca em vários aspectos. Os atores são muito ruins, a resolução final é ridícula, e a impressão final é de que o filme é uma obra que tem seus melhores momentos restringidos à impressionante qualidade técnica de suas cenas de ação. Parece que praticamente todo o dinheiro investido no filme foi nisso, e o resto seria simplesmente irrelevante. A ideia inicial de apresentar os personagens com a intenção de confundir o espectador em quem são os vilões e os mocinhos é até bem vinda, mas depois que o verdadeiro caráter dos personagens vêm à tona, o filme demonstra total falta de fôlego para manter-se interessante, mesmo apelando para todos os clichês possíveis do gênero. Pobre Zachary Quinto, que como representante mais conhecido do elenco tem um interpretação tão pobre e cheio de maneirismos como o roteiro pede. O protagonista Rupert Friend é o único que aparenta ter entendido o personagem, pois sua interpretação sem qualquer resquício de emoção é puramente o que pede seu personagem. Mas até o Cigano Igor seria capaz de fazer isso com proeza. Já a decepção mesmo é em relação à mocinha interpretada pela fraquíssima Hanna Ware. Extremamente apática e vazia. Sua personagem era a única que realmente precisava cativar a quem assiste, mas ela só é capaz de causar tédio pela falta de empatia, causando no público indiferença pelas suas atitudes. Não há torcida pra que tudo dê certo no fim. E isso pode parecer pouco, mas pode arruinar um filme que nada mais demostra ser do que um festival de bons efeitos especiais aleatórios.
excelente filme, para um cara que nunca jogou o jogo.
"Hitman: agente 47" consegue ser inferior às já baixas expectativas. E consegue provar que plot twists (reviravoltas no roteiro) não garantem agrado - em especial quando exagerados. Os fatores positivos que merecem destaque são as personagens fortes (sem "coitadismo" algum), um bom ator como vilão, bastante sangue (isso é positivo, mostra que a equipe não pensou apenas comercialmente para reduzir a censura) e muita ação. Mas eles se diluem com os negativos.
De fato, as personagens são fortes, mas em um grau de exagero que chega a irritar. O trio principal não é ruim - no máximo, sem carisma -, porém, fica comprometido com os exageros do roteiro. A ação garante boas cenas, inclusive bem feitas. Talvez a única virtude intacta, que, no entanto, se torna frágil ante um roteiro que, de tão irregular, torna-se previsível (isso mesmo, são tantos os vaivéns que a previsibilidade impera).
Enfim, um filme fraco que não faz jus à fama do jogo que a ele deu origem. O anterior, que já não é grande coisa, consegue ser melhor. A boa notícia é que a perda de tempo não é completa, afinal, sequências de ação razoáveis não faltam.
De fato, as personagens são fortes, mas em um grau de exagero que chega a irritar. O trio principal não é ruim - no máximo, sem carisma -, porém, fica comprometido com os exageros do roteiro. A ação garante boas cenas, inclusive bem feitas. Talvez a única virtude intacta, que, no entanto, se torna frágil ante um roteiro que, de tão irregular, torna-se previsível (isso mesmo, são tantos os vaivéns que a previsibilidade impera).
Enfim, um filme fraco que não faz jus à fama do jogo que a ele deu origem. O anterior, que já não é grande coisa, consegue ser melhor. A boa notícia é que a perda de tempo não é completa, afinal, sequências de ação razoáveis não faltam.
Hitman tem uma ideia parecida com a de Missão: Impossível – Nação Secreta, mas não desenvolve bem. Ele não tem um bom roteiro, e o filme todo só tem cenas de ação, que não são boas e chegam a cansar.
Leiam a minha resenha completa no link abaixo:
Leiam a minha resenha completa no link abaixo:
Gostei do filme. Achei apenas um pouco mentiroso em algumas situações, como todo filme de ação, mas gostei bastante. Filme com muita ação!! Recomendo
Mais um entre os muitos filmes de agente secreto lançados neste ano. Os efeitos especiais são ótimos, mas deveriam ter apostatado no 3D.
Fenomenal de bilheteria ... produção está de parabéns pela qualidade do som e de todo elenco
Não conheço muito bem o jogo Hitman, mas fiquei curioso pelo filme. E olha, gostei bastante. A história e a própria trama é bem tipico de filmes de ação, mas fiquei bem entretido desde os seus primeiros minutos. O elenco está bem, o ator principal é muito bom, e atriz la também mandou bem. Sei que a produção é de baixo orçamento, mas podiam ter caprichado um pouco mais nas cenas, mas como a história e as reviravoltas foram boas, nem liguei muito para esses detalhes. Ah, a trilha sonora de Marco Beltrami arrebenta.
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