Um Verão Escaldante
Média
2,7
publicações
  • Cineplayers
  • Cinética
  • Estado de São Paulo
  • Revista Interlúdio
  • Télérama
  • Folha de São Paulo
  • Omelete
  • CineClick
  • Critikat.com
  • O Globo
  • Cineweb
  • Rubens Ewald
  • Variety

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

críticas da imprensa

Cineplayers

por Daniel Dalpizzolo

É na frontalidade distante, de quem pinta quadros bidimensionais e acrescenta a eles os movimentos necessários para a fruição do cinema, que encontra-se a beleza imprimida por Garrel a "Um Verão Escaldante".

A crítica completa está disponível no site Cineplayers

Cinética

por Filipe Furtado

... O Garrel de "Um Verão Escaldante" tem pouco interesse nos prazeres do passadismo ou de congratular a sua plateia ao dividi-lo com ela [...]; pelo contrário, seu cinema é animado pela mesma revolta de sempre.

A crítica completa está disponível no site Cinética

Estado de São Paulo

por Luiz Zanin

Imbróglio amoroso de consequências inesperadas, retratado na tela com o rigor de um mestre da pintura que mescla volumes e cores para exprimir sentimentos. Faz cinema profundo, pintando-o na superfície da tela.

A crítica completa está disponível no site Estado de São Paulo

Revista Interlúdio

por Cesar Zamberlan

[O diretor mostra uma forma de discurso] mais madura talvez em relação aos novos tempos e igualmente poética na forma de se exprimir, afinal da velha guarda francesa poucos – Godard, Resnais, quem mais? – sobreviveram e filmam com a mesma magia política de Garrel.

A crítica completa está disponível no site Revista Interlúdio

Télérama

por Louis Guichard

Philippe Garrel continua demonstrando uma sensibilidade viva, um romantismo bruto, uma simplicidade que vai diretamente à essência dos sentimentos e do sofrimento.

A crítica completa está disponível no site Télérama

Folha de São Paulo

por Inácio Araújo

O que há de mais bonito em "Um Verão Escaldante" são esses momentos em que nada acontece. Em que os personagens contemplam algo ou contemplam-se uns aos outros antes que qualquer sentido esteja formado.

A crítica completa está disponível no site Folha de São Paulo

Omelete

por Marcelo Hessel

"Um Verão Escaldante" parece mais cerebral, menos poesia e mais prosa; é um filme que, ao se fragmentar, evita elaborar um discurso só sobre a relação do artista com a musa, embora paradoxalmente seja um filme cheio de diálogos discursivos ...

A crítica completa está disponível no site Omelete

CineClick

por Rogério de Moraes

O filme de Philippe Garrel propõe um exercício de observar sem sentir. E, de fato, o sentimento nunca chega até nós. Sem experimentá-lo, também nos afastamos e acabamos por ter uma experiência vazia.

A crítica completa está disponível no site CineClick

Critikat.com

por Mathieu Macheret

"Um Verão Escaldante" (...) dá a impressão de gaguejar, de se exceder, de exagerar, de reiterar figuras e sentimentos que perdem sua vitalidade.

A crítica completa está disponível no site Critikat.com

O Globo

por Daniel Schenker

É difícil perceber o que Philippe Garrel quis dizer exatamente com "Un été brûlant" [...] Os atores [...] não encontram no roteiro material consistente para a construção de seus personagens.

A crítica completa está disponível no site O Globo

Cineweb

por Alysson Oliveira

Em "Um verão escaldante" todo mundo chora, briga, grita, ama e odeia com certa intensidade. [... Os personagens] adoram sofrer por amor, e sofrem tanto que é difícil saber se estão realmente com dor ou apenas inventando-a por prazer diante da câmera.

A crítica completa está disponível no site Cineweb

Rubens Ewald

por Rubens Ewald Filho

O diretor Garrel se confirma como um dos piores diretores de todos os tempos [...]. A história é uma idiotice sem par, onde fala patacoadas sobre o sentido da arte, a futilidade do amor, o sonambulismo e assim por diante.

A crítica completa está disponível no site Rubens Ewald

Variety

por Boyd Von Hoeij

"Um Verão Escaldante" parece muito mais longo do que os seus curtos 95 minutos. No que diz respeito às conversas e à narrativa, elas não têm o menor sentido e chegam a ser mesmo risíveis.

A crítica completa está disponível no site Variety
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