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Maria Eduarda Gretter
6 seguidores
98 críticas
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3,0
Enviada em 10 de maio de 2023
Um filme para assistir uma vez só, ele se torna enjoadinho em comparação aos outros (que são super legais). O final possui uma das melhores partes do filme, trilha sonora bacana.
Aqui o filme ofereceu de interação os personagens com passeio pelo mundo, a volta ao zoológico, mas aquela fala engraçada, as tiradas cômicas entre os principais personagens já perdeu a zebra e o leão nem se provocam mais. O hipopótamo e a girafa apareceram em duas cenas e olhe lá até os coadjuvantes aparecem mais vezes do que eles, a foca e os demais animas tomam o espaço desses dois, se tivessem tirado ninguém percebia. Um bom filme para entreter a criançada mas como animação que pretende levar graça para um público geral ficou muito aquém. No filme de novo, salva o lêmure, o amigo castor, os pinguins "sem vergonha". Poderiam ter colocado de volta ao zoológico e recomeçar a historia de uma forma diferente. E um fim além das expectativas. Nessa fórmula atual vai ficar difícil fazerem uma sequência nova praticamente vai ser animação para criança pequena, se não pior do que hoje. spoiler: O filme começa bem até e da para dar uma boa gargalhada com as bizarrices da turma quando entra a parte do circo ai fica meia hora enrolando e perde a graça de assistir. Depois não adianta terminar a historia. Os macacos ja perderam a graça que tinha nos ultimos dois filmes. Nesse filme os personagens escapam do Quenia e vão atrás dos pinguins em Mônaco, depois começa a historia.
Legalzinho,porém com tantas coisas impossíveis,que somente crianças vão achar realmente interessante. Tudo acontece de um jeito muito fácil e como em um passe de mágica e fica difícil de acreditar. A trilha sonora é muito boa e animada como todo o filme. A Dubois é incrível,a mulher tem jeito para tudo ou quase tudo,dela saem as cenas mais divertidas e inesperadas. .
É normal que para um filme que rende boa bilheteria na DreamWorks, o mesmo terá várias sequências, e em alguns casos, quantidade não é melhor que qualidade, e em Madagascar isso se aplica, nós esperávamos, no minimo, uma aparição se quer dos pais de Alex, ou a volta definitiva dos animais ao Central Park, mas somos surpreendidos de forma negativa pelo Circo Zaragoza, e Alex e sua turma entrando para ele, o filme é divertido, e tem várias referências aos outros Madagascars, mas...não era o que se esperava, nem o que era melhor, um final decepcionante e confuso, mas que "dá para aguentar".
Bom filme tem ótimos personagens e extremadamente engracado e bem bolado e ainda lança uma grande lição de como respeitar os animais deram works feis bonito com esse filme .alem disso tem ótimas cenas da transformação dos personagens ainda assim é pior que carros por muito
Prefiro os 2 primeiros, mt mais engraçados e com piadas mt boas, já esse aí...bem, a única coisa boa desse filme é a trilha sonora e as lindas cores e as lindas paisagens. É mais um filme musical do q de comédia.
Para encerrarem as aventuras de Alex e cia, por favor acabem por aqui. Nesse filme fizeram esforço, mantiveram o nível e agora precisam ficar só na memória.
Primeiro filme 3D da franquia é uma molhada e colorida rave para menores
spoiler:
Bom
No meio do escuro só dá pra ver pequenos pontos de luz e Julien, o Rei Lêmure, está com medo. Basta um lambuzado beijo de língua de urso, porém, e Julien se solta, o breu se torna um show dançante de estímulos sensoriais. Se os filmes de Madagascar funcionam como viagens de ecstasy para crianças, esse Madagascar 3 - Os Procurados, com suas muitas luzes e seus muitos suores, é o mais próximo que elas vão chegar de uma rave.
A trama envolve novamente o desejo do leão Alex e seus amigos de voltar ao zoológico de Nova York; a ideia agora é seguir um circo itinerante na Europa que tem a promessa de excursionar pelos EUA. A principal novidade na franquia, porém, está no formato 3D. A DreamWorks pediu consultoria a Guillermo Navarro (diretor de fotografia vencedor do Oscar por O Labirinto do Fauno) na estereoscopia e faz de Madagascar 3 um tiroteio constante de coisas tela afora, em direção ao espectador.
Se manter interessada a garotada com déficit de atenção é um desafio para os contadores de história hoje em dia, a solução encontrada pelo filme não poderia ser mais fácil: interromper uma "história" na metade e "começar outra". Então, enquanto Alex e Gia conversam no primeiro plano, alguém lá do fundo do quadro dispara uma bala-humana entre os dois (que ao ganhar a prioridade do olhar passa a ser "outra história"). O mesmo se repete quando Melman e Gloria estão sobre a corda-bamba, também conversando, e outra bala-humana avança pra fora da tela. Madagascar 3 trata a contação de histórias tradicional como um jogo perdido - a única maneira de vencer, hoje, é contar (ou arremessar) várias ao mesmo tempo.
Essa estratégia da saturação se estende aos efeitos sonoros (carros batem em coisas e fazem barulho de pinos de boliche) e aos elementos visuais distribuídos na tela (pouca gente vai perceber, mas o skyline de Nova York já tem as novas torres do WTC, que sequer estão terminadas na realidade). Nesse sentido, poucas coisas combinam tanto com Madagascar quanto o circo, cuja imagem principal é a do picadeiro repleto de atrações simultâneas, das focas equilibristas ao carro lotado de palhaços, roubando atenção umas das outras.
Enquanto você, pai de família, não precisa se preocupar com os gastos com Rivotril que seu filho terá no futuro para controlar tanta ansiedade gerada por anos de hiperestímulos, repare como os personagens de Madagascar 3 realmente reagem aos excessos como se estivessem chapados: perdendo líquidos. É o leão marinho que não para de chorar, é a salivação do urso engolindo o lêmure, são os perdigotos descontrolados sempre que um bicho fica de frente com outro. A imagem do tigre que se lambuza de azeite pra atravessar o círculo de fogo sacramenta o negócio - Madagascar 3 é a maior suadeira.
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