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    Até a Eternidade
    Média
    3,6
    55 notas
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    5 Críticas do usuário

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    Fabio P.
    Fabio P.

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    4,0
    Enviada em 28 de julho de 2013
    Onde começa a eternidade? Em qual momento podemos ter um vislumbre do que é ser eterno? O universo, uma galáxia, uma estrela, a Terra, o homem? Não é medindo o tempo no mundo físico e tão pouco a relação que ele exerce em nós que Guillaume Canet nos chama e nos espera na Eternidade, e sim no convívio humano, na amizade. Muito mais que um tratado de verdade e mentira, ou um jogo de esconde esconde, Até a eternidade escancara uma janela para observar um grupo de amigos que todo ano sai de férias, porém as daquele ano poderiam ter sido ser canceladas por um deles estar em coma no hospital após um acidente, mas não foi. No sul da França, em praias lindíssimas, a hipocrisia passa de asquerosa a aceita, o egoísmo de dolorido a doce, a loucura de destruidora a sensível, assim é a convivência, entre gritos, sorrisos, passeios, doses de vinho, entre os amigos. Você se sente convidado a sair de trás da janela observadora a entrar naquela roda de amigos. Com personagens verdadeiros e um enredo cativante, atuações incríveis, você sai de férias, entra em cena, e torce para o filme não acabar, ou então, para continuar até a Eternidade.
    Anna B.
    Anna B.

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    4,0
    Enviada em 7 de julho de 2013
    O filme começa com Ludo, personagem de Jean Dujardin em uma noite regada a bebedeira e drogas em uma casa noturna. Ao amanhecer sai do local em sua moto e sofre um grave acidente que o deixa entre a vida e a morte. Seus amigos, após uma visita ao hospital, acreditam que nada podem fazer por ele, ficando por lá e decidem continuar com seus planos de férias.
    O enredo é um pouco longo, mas não chega a ser cansativo-dá vontade de continuar acompanhando a vida dos personagens, interpretados por importantes artistas do cinema francês atual e construídos de maneira singular. Não há destaque para alguém específico, são pessoas reais, sensíveis e insensíveis, inseguros, egoístas, impefeitos, humanos.
    Guillaume Canet reúne grandes atores, em uma drama, com charme francês e humor na medida certa. Emocionante, angustiante em certos momentos, uma história sobre a amizade e os lenços(Titúlo original:Les petits mouchoirs-pequenos lenços em português) que usamos para encobrir as mentiras que contamos seja por orgulho, proteção ou apenas para conseguir mantê-la.
    anônimo
    Um visitante
    3,5
    Enviada em 6 de julho de 2020
    O filme tem seu charme tanto na comédia,quanto no romance.
    Temos um vasto elenco preparado para as duas situações,nomes conhecidos do cinema francês,que já tinham realizado antes boas parcerias.
    Uma comédia simpática.
    João A.
    João A.

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    5,0
    Enviada em 6 de novembro de 2014
    Um dos melhores filmes no gênero comédia/romântica que já assisti em toda minha vida!
    Natasha C.
    Natasha C.

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    4,5
    Enviada em 6 de outubro de 2016
    Um excelente filme!!! Amei... um dos meus favoritos. Dar exemplo do que seja uma verdadeira amizade... Sensacional.
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