Battleship - A Batalha dos Mares
Média
3,6
2051 notas

73 Críticas do usuário

5
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Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 7 de agosto de 2016
Batalhas em CG.

Muitas são as tentativas de grandes produtores de cinema em contextualizar algo que não possui, minimamente, conteúdo para isso, como jogos casuais, brinquedos ou mesmo jogos de tabuleiro, como é o caso deste Battleship. Se o resultado disso compensou o investimento é outra história.

O protagonista aqui é Alex Hopper (Taylor Kitsch), um jovem desajustado e sem rumo que acaba se tornando membro da marinha norte americana por conta da insistência de seu irmão mais velho, Stone Hopper (Alexander Skarsgård). O navio USS John Paul Jones é comandado pelo Almirante Shane (Liam Neeson desperdiçado), cuja situação mais complicada de sua carreira envolve a chegada de alienígenas na Terra.

Diante da prepotência humana em lidar com as tecnologias alienígenas, cabe a Alex Hopper a tarefa de elaborar um plano calcado pela estratégia para dar fim a ameaça de outro planeta. Bom, apesar de citar Sun Tsu em dado momento da produção, todas as soluções são simplistas ao extremo, não deixando com que os personagens tenham qualquer dificuldade em executá-las. A história consegue ser constrangedora em algumas situações, a ponto de deixar a sensação de um produto feito exclusivamente para o público sem exigências.

Por se tratar de um filme com alto investimento, as sequências de ação são incríveis. Mesmo fazendo uso de computação gráfica em muitas delas, a qualidade e realismo chega a impressionar, mesmo as que envolvem água e fogo são dotadas de uma qualidade de cair o queixo. Peter Berg certamente se inspirou no colega Michael Bay, já que usa e abusa de planos aéreos e rápidos para compor a ação sem qualquer pudor, além da fotografia que prima por tons quentes em grande parte o filme.

Apesar da historinha canhestra sem inspiração, BATTLESHIP - A BATALHA DOS MARES pode entreter aqueles que se atém a ação sem preocupação, contando com muitas explosões, efeitos especiais de primeira, navios que fazem drift em alto mar e uma trilha sonora que conta com AC/DC e Creedance no setlist. Esqueça Rihana e aproveite a casualidade da obra sem preocupações.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2016
Sensacional para quem curte o gênero. Ótimos efeitos visuais, o filme te prende desde os cinco minutos iniciais. Se você curte filmes de fim do mundo... imperdivel.
Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de agosto de 2016
As cenas das batalhas no mar são boas e conseguem entreter,a trama é desenvolvida de maneira agradável.
Eduardo A.
Eduardo A.

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 18 de outubro de 2015
Vou ser direto, efeitos especiais bons na minha opinião nota 7.
Elenco bom, só não é melhor porque é do tipo piadinha idiota a todo momento.
Se não tiver nada para fazer na vida, assista essa merda.!!!
Ian M.
Ian M.

7 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 6 de outubro de 2015
Cenas previsíveis desde o início: a "gostosa" entra no bar (e sempre tem que ser uma deusa, como se a realidade fosse sempre assim no cotidiano...), e os holofotes se prendem a ela, e o boyzinho logo tenta impressioná-la. Fica fácil ver que irão se relacionar amorosamente. Além disto, para quê as gritarias ridículas de americanos quando atacam um inimigo? Só em filme de cidadãos retardados do Tio Sam!
Felipe R
Felipe R

3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de julho de 2015
sensacional, efeitos especiais ótimos, roteiro bem feito, boa atuação dos personagens,ótima direção, realmente nota 10, muito bom MSM, pena que não vai ter continuação, muito triste por isso, filme ótimo que merecia uma sequência
Bruno C.
Bruno C.

14 seguidores 12 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de junho de 2015
Muito bom adrenalina misturado a estratégia com um pitada de suspense
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de fevereiro de 2014
Alex Hopper (Taylor Kitsch) é um oficial naval do navio USS John Paul Jones, comandado pelo almirante Shane (Liam Neeson). Alex é noivo de Sam (Brooklyn Decker), filha de Shane, apesar de não ser bem visto por ele. Já em alto mar, eles precisam unir forças com a tripulação do navio USS Samson, comandado pelo irmão mais velho de Alex, Stone (Alexander Skarsgaard), ao encontrar uma força alienígena desconhecida, que ameaça a existência da humanidade. Um grupo de cientistas, comandados por Cal Zapata (Hamish Linklater), e de especialistas em armas, como Cora Raikers (Rihanna), também compõem a equipe. Acompanhando tanto o lado dos humanos quanto o lado dos alienígenas, Battleship apresenta a intensa disputa pelo controle da Terra. Bom Filme , Excelentes Efeitos e Boas Atuaçoes Ate Da Rihanna Nota 8.5
Ìtâló G.
Ìtâló G.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de fevereiro de 2014
Até Agora Foi O Melhor Filme Que Eu Assisti , Muito Bom , Tem Minha JOINHA :D
Mariano  S.
Mariano S.

4 seguidores 15 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de janeiro de 2014
Battleship, complexo militar e a Ufologia

Esse filme já de início parece uma homenagem a marinha norteamericana. Contudo a invasão extraterrestre dá um novo ânimo ao filme, que parece se centrar muito em um único navio e aeronaves, quando numa situação real dessa, se ocorresse, claro que seriam usadas novas armas, como vimos na guerra do Iraque. Falando nisso, destaque fica para o ex-combatente real que tem duas pernas mecânicas, e que se torna personagem no filme, bem como aos antigos, que são homenageados em momento de discurso. Também há momentos engraçados no começo do filme, como o “nada-a-ver” que tem irmão militar, e acaba servindo a marinha, após namorar filha de oficial, acabando depois por ser responsável do navio. Fora isso, o centro do filme são os efeitos especiais de qualidade, e a participação de Rihanna, que se mostrou grande atriz, pegando o jeito do comportamento militar, após ter aulas com uma marinheira real. E apesar de não ter muita informação de ufologia, o filme mesmo assim agrada
O filme tem efeitos especiais incríveis, e isso até mesmo leigos verão. Mas em especial o efeito sobre a água, que é difícil de fazer, teve um destaque especial. Fato é que as naves e tudo mais foram baseadas em insetos aquáticos, e que não têm muito a ver com aquelas que conhecemos por via de relatos ufológicos. Na ufologia as naves são ovais, triangulares ou em formato de charuto, e não se tem muito detalhe sobre as mesmas. Sobre o Et, ou os vários, parece que optaram pelo formato do reptiliano, que poderia mesmo ser o mais bélico, apesar de meio contraditória a história, uma vez que para a ufologia em geral os governos têm acordo com os Ets, inclusive fazendo reuniões aqui em bases militares com estes, em especial com as 4 raças que têm mais contato conosco. Então o filme pode ser ficção, mas existe gente vendo seriamente essas coisas. E o complexo militar tem outras armas melhores, que um mero navio e alguns jatos.
Destaque fica para a atuação de Rihanna, que dá bem o aspecto viril da vida militar. Ela demonstra muita fibra e reflete bem o aspecto de “arte da guerra”, enfrentando situações que exigem do físico. Saindo um pouco da roqueira, aqui ela tem de compreender o aspecto da disciplina, o que deve ter sido, mesmo que em mera atuação, uma experiência salutar a sua personalidade. Fato é que ela sempre demonstrou uma sensualidade em suas músicas, aqui mais atuando de forma dura, sem aqueles movimentos e dotes femininos. Achei que sua participação seria de coadjuvante, mãos ao longo do filme me surpreendi porque ele participou intensamente, tendo destaque junto a novos atores e enfrentando bem o modus vivendi militar. O militar gosta de rock, mas parece ter um modo de vida bem oposto ao caos que vemos na vida metaleira. Corta-se o cabelo, vive na disciplina, abaixo de ordens. Mostra bem o espírito da revolta que acaba na guerra. Uma guerra antes interna, uma vez que servir a nação é meio uma ilusão, como demonstrou filme “Gênio Indomável”, onde se faz umas críticas mais intelectuais ao complexo militar.
Quando o filme teve a bolha feita pelos extraterrestres no mar, achei que seria um repeteco de “Under the Dome”, mas por sorte não, ficando também fora da bolha a interação e batalha. As armas alienígenas também meio decepcionam, uma vez muito mecânica e limitadas, como pequenos mísseis, esferas destruidoras e coisas muito locais. Claro que se eles quisessem destruir, usariam armas mais evoluídas que pequenas bombas e parafernália metalizada. Nos relatos ufológicos se fala em armas a laser, coisas que talvez nem compreendamos, e até coisas como possibilidade de recriar corpos, manipular almas e por aí vai. A arma mais eficiente seria uma que altera o clima, provocando terremotos, tornados etc. E os Ets devem possuir tal dispositivos. Então pousar com naves sobre o mar, e fingir ser insetos, não seria um modo inteligente de combater um navio da marinha. Mas foi bem feito o trabalho. Mas o filme vale muito pela qualidade de som e imagem, e ainda mais em blue-ray. Vale que o filme pode ser somado ao game, e assim fornecer uma maior interação a quem o assiste, mas sempre com aquele ar meio de “game”, uma vez que nem sempre o filme parecia muito realista. Há momentos que levam a certa ficção demasiada, mas que ainda deixam restar a reflexão da possibilidade de uma organização racional maior que a humana. Nos faz pensar até onde somos mais presas que predadores.

Mariano Soltys, autor de Filmes e filosofia
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