Precisamos Falar Sobre o Kevin
Média
4,2
1370 notas

107 Críticas do usuário

5
39 críticas
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Eduardo Muniz
Eduardo Muniz

18 seguidores 7 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de março de 2013
O filme se desenrola numa linha de tensão acentuada, que cresce à medida que conhecemos a historia de Eva e sua família. O roteiro é intrincado e prende a atenção até o fim. A fotografia é demais! Adorei o modo como as cores, principalmente o escarlate, e os desfoques foram usados pra exteriorizar o sentimentos da Eva. Kevin é um ótimo personagem. Bem construídos, sua personalidade mórbida e a relação com a mãe renderam ingredientes suficientes para o ótimo roteiro explorar as situações e montá-las na película de forma a deixar o espectador confuso na primeira hora. spoiler: As cenas iniciais em que mãe e filho parecem o mesmo demonstram o quanto Eva abdica de sua personalidade para tornar-se mãe de Kevin, afinal, o filho é a estrela do espetáculo... precisa de atenção.
Adicionado à isso um pouco de crueldade, temos o desfecho do filme, que impressiona e satisfaz. A resposta do "por que" de toda a maldade nos traz uma bela reflexão sobre a natureza da mente humana!
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 30 de abril de 2016
>Filme assistido em 28 de Abril de 2016
>Nota 9/10

É um filme que não percebemos quem é o vilão,nem o mocinho.Mesmo o título do filme tornar o garoto o principal alvo.
É um drama sensacional do começo ao fim.Com atuações primorosas de Tilda Swinton e também Ezra Miller.Não esquecendo as atuações mirins,que cria o personagem muito bem.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de dezembro de 2024
Uma narrativa forte, porém, pode ser excessivamente estilizada em certos momentos.
"Precisamos Falar Sobre o Kevin" acompanha Eva, uma mãe que luta com a culpa e a dor após o seu filho Kevin cometer uma tragédia.
O filme é uma jornada emocional intensa, com uma direção excepcional e performances marcantes. Tilda Swinton oferece uma atuação soberba, capturando a angústia de sua personagem com uma profundidade impressionante. Ezra Miller, como o perturbador Kevin, também brilha, trazendo uma presença inquietante. A cinematografia de Lynne Ramsay é rica em simbolismo, e a estrutura não linear mantém o espectador intrigado, embora em alguns momentos o estilo visual excessivo possa ser interpretado como um artifício. A obra é provocante e, apesar de seu tom sombrio, oferece uma reflexão complexa sobre os limites da maternidade e da natureza humana.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de janeiro de 2017
“Precisamos falar sobre o Kevin” é sutil e ao mesmo tempo extremamente perverso, tratando de um tema muito tabu, ele se enrola, se acha, se confunde e se encanta, mas no final agrada. Temos aqui um roteiro que trabalha muito com a subjetividade , e ele até certo ponto sabe como lidar com isso, mas as vezes se enrola, é interessante o ponto de visão escolhido no roteiro, e muito interessante que o que era para ser o protagonista, seus dramas, angustias e pensamentos, não aparecem no filme, tal como kevin, que tem seu nome no titulo, e so aparece a primeira vez depois de 20 minutos de filme, isso parece ser algo negativo, mas tem suas qualidades. Contanto a historia de Kevin (Jasper Newell/Ezra Miller), um jovem que deste pequeno tem um mente perversa, e sem explicação carrega um ódio por sua mãe, sendo capaz de chegar até as ultimas consequências apenas para a irritar e a causar mal. Com uma bela fotografia clara e com muitos tons de azul, ela traz a sobriedade do filme, com ângulos de câmeras ousados, ele traz todo aquele mistério e subjetividade que eu comentei antes, é comum closes em bocas ou narizes, tudo é feito para instigar o telespectador, não posso dizer que sempre funciona, mas é interessante. Tilda Swinton dá toda a pinta que não vai conseguir segurar a carga dramática do filme, mas no final ela acaba segurando e surpreendendo por isso, Ezra Miller está ótimo em todas as cenas que aparece, mesmo sendo poucas, ele rouba completamente a cena, e Jasper Newell está fabulo interpretando Kevin criança, que tresjeitos maravilhosos, e ele não tem um olhar de psicopata propriamente dito, ele tem raiva em seus olhos, por incrível que pareça, é bonito de se ver. Por fim, “Precisamos falar sobre o Kevin” é um filme que fará grande parte dos seus telespectadores abandonar a seção, isso não me surpreenderia, pois Lynne Ramsay as vezes exagera ao tentar criar camadas e camadas que não existem, se perde em tentar criar subjetividade em algo simples, e arrasta seus atos para um desfecho surpreendente, mas simples em termos de ilustração- aqui a subjetividade não era preciso- e a motivação de Kevin é muito fraca. Mas de qualquer jeito, é uma ótima película que sobe tratar e falar sobre um tema tão tabu, e surpreende em alguns momentos.
Rodrigo R.
Rodrigo R.

30 seguidores 73 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de agosto de 2016
Achei um filme extremamente forte e com um tema que nos faz pensar em várias questões que dizem respeito ao amor materno e o relacionamento familiar. Discordo de várias opiniões que li a respeito do filme, penso que absolutamente nada justifica a tragédia causada pelo perturbado Kevin, inclusive a forma metódica e rude como sua Mãe Eva o criou. Podemos perceber ao longo do filme que o garoto desde a primeira infância desencadeia uma personalidade totalmente doentia com sua família e isso é provado no desfecho do filme quando ele afirma não ter certeza de que tinha conhecimento do motivo pelo qual agia de tal forma. Não atribuo apenas a Mãe (Eva) toda tragédia ocorrida mais sim uma série de fatos que foram se prolongando inclusive a omissão de seu Pai (Franklin). Um final surpreendente e chocante ... um filme nada clichê e com excelentes atuações.
danilo s
danilo s

1.092 seguidores 293 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de fevereiro de 2024
A mente humana é bastante controversia como mostra este filme com a brilhante atuação da tilda.
Gabriel Carrijo
Gabriel Carrijo

1 seguidor 70 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de dezembro de 2024
Top 酪
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de junho de 2024
Uma história que conta sobre um assassinato em massa em uma escola, sendo vista do ponto de vista da mãe do assassino. Por si só já é um ponto impactante e inovador.
O filme conta uma ótima história, de como a coisa chegou a esse ponto, de como é a vida pós esses casos. Não consegue cobrir todos detalhes que o livro traz, mas consegue trazer a tensão e a angústia dos principais momentos
Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de abril de 2021
O filme em si é movido todo pela atuação de Tilda Swinton a protagonista e matriarca do "problema Kevin". O titulo do filme é irônico pelo fato de que é a questão principal, por que não acontece? O filme é bastante não cronológico e por isso não dá para acompanhar muito pelos eventos e cenas em si mas a grande sacada e acompanhar a experiência pessoal de Eva, com certeza uma das melhores características do filme. A situação em si assombrosa mas abordada de um ponto vista pessoal da personagem do filme. Gostei bastante, falemos, um filme não adequado para assistir numa tarde de final de semana mas conveniente para um momento de curiosidade. Choque muito mais pessoal para cada pessoa que assiste. E antes que pensem: não tem susto e cenas de sangue o ponto de vista do filme não esse. Muito bom pela experiência vale a pena assistir. A obra obviamente e trabalhada para trazer o suspense e drama que apresenta, o objetivo e esse mesmo.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 886 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de janeiro de 2025
Precisamos falar sobre o Kevin foi um filme dirigido por Lynne Ramsay que também roteirizou e contou com a ajuda de Rory Sterwart Kinnear (Lembrando que o filme é baseado no livro homônimo de Lionel Shriver). A trama conta a história de Eva (Tilda Swinton) que é casada com Franklin (John C. Reilly), mas nunca quis ser mãe. Porém, Eva tem o seu primeiro filho, Kevin (Erza Miller) e a partir disso começa a ter uma relação complicada. O filme começa com Kevin adulto e preso, Eva se ver como responsável pela tragédia que o filho cometeu. O filme procura abordar a racionalização de uma mãe sobre os feitos do seu filho que o deixou na cadeia. Afinal, o garoto tem traço de psicopatia por conta da criação, dos acontecimentos de sua vida ou já nasceu assim? Apesar do filme ser previsível, o que nos prende a trama, é que desde o início sabemos que algo não vai dá certo, e os problemas são vão aumentado à medida que o filme vai avançando. O filme trabalha com duas linhas do tempo diferente: a atual com Kevin preso e Eva sendo culpada por todos da sua cidade diante do acontecido e o segundo com o as suas memórias a partir do nascimento de Kevin até a tragédia. O foco do filme é Eva, pois a sua memória é que projeta os acontecimentos com Kevin e alguns outros são ocultados. Precisamos enaltecer a incrível atuação de Swinton e Miller que encenou bem o jovem problemático.
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