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3,2
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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Variety
Estranho, hilário e comovente, este filme é um road trip de belos visuais e profunda intimidade, com uma estrela do rock interpretada por Sean Penn no ápice de sua capacidade de transformação.
Cineweb
Apesar de entrar num assunto sério e pesado como o Holocausto, Sorrentino nunca se rende a lágrimas baratas, emoções superficiais ou lições de moral.
Estado de São Paulo
Em seu primeiro filme em inglês, "Aqui É o Meu Lugar", Sorrentino mantém a sua coerência estética, marcada pelo desejo – e pela capacidade – de mostrar-se original e consistente.
Jornal do Brasil
Nessa busca, direção de arte e trilha sonora merecem destaque pela beleza e por se encaixarem tão bem no percurso ...
O Globo
Num registro introspectivo incomum numa carreira de interpretações explosivas, Penn leva o filme nas costas, disfarçando até algumas pequenas imperfeições de roteiro.
Preview
Mesmo com todos os artifícios, a verdade existe, o calor humano está lá, a emoção, também. É um cinema arriscado, que nem sempre funciona perfeitamente. Mas o diretor possui voz própria ...
Screen International
Este filme visualmente barroco e frequentemente hilário mostra que os filmes não precisam ter sentido para fazerem sentido.
Zero Hora
Sorrentino trabalha muito bem tanto na clave mais divertida, [...] quanto na amargura do balanço existencial. [...] A entrega de Penn faz de Cheyenne desde já um tipo antológico.
Cinepop
A trilha muito agradável, [...] coloca o tempero certo [...] Um fator muito interessante e que encaixa como uma luva na história é a excentricidade da esposa do roqueiro, Jane ...
CineClick
"Aqui é Meu Lugar" é uma produção pautada pela liberdade criativa que chega a surpreender por resultar em alguma coesão fílmica.
Folha de São Paulo
Em "Aqui É o Meu Lugar", esse encanto do falso caminha junto com o desencanto. O excesso decorativo das cenas e dos movimentos de câmera serve para tornar mais explícitos os vácuos existenciais.
Rubens Ewald
... A trip, a parte "on the road", é irregular e pouco orgânica. Apesar disso, eu gostei da tristeza que Penn traz no olhar, me senti solidário com sua busca tão distante de sua realidade.
Télérama
Este road movie tem dificuldades em ser original. A indulgência de Sorrentismo, seu humanismo, sua moral à la Renoir ("cada um tem suas razões") levam-no a algumas más escolhas ...
Cinema em Cena
Escrito sem planejamento aparente, o roteiro [...] salta de um tema a outro de maneira desconjuntada. [Sean Penn] comete um erro básico ao investir numa composição carregada ...
Cinética
Seu tom de quermesse indie – que nos embriaga, entre risos e dores – nos lembra a velha premissa do produtor hollywoodiano que exige o "happy end" ...
The Hollywood Reporter
Excêntrico, mal dirigido e ocasionalmente charmoso e doce, este produto curioso não deve ser ter grande apoio nem da crítica, nem comercialmente.
Critikat.com
Paolo Sorrentino constrói um filme péssimo, que tenta tanto ser artístico que ele esquece as bases da direção cinematográfica.
The Guardian
A atuação de Sean Penn é o ápice do tédio e da auto indulgência [...] A cena do encontro com o agente do Holocausto é quase tão ofensiva quanto as cenas do campo de concentração em "A Vida É Bela".