Deadpool
Média
4,5
14068 notas

493 Críticas do usuário

5
252 críticas
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148 críticas
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21 críticas
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Alvaro Triano
Alvaro Triano

98 seguidores 97 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de fevereiro de 2016
O mercenário tagarela ganha seu primeiro longa com um orçamento baixo US$ 50 milhões e classificação de 16 anos para um filme ácido e desbocado. Deadpool realmente é um filme de origem que não se leva a sério em nenhum momento dos seus 1h48m. O anti-herói que em uniforme lembra o "teioso" é falastrão, zueiro e não quer entrar para o time dos X-mens, apesar da insistência de Colossus, que assim como Negasonic (Brianna Hildebrand) são os únicos personagens da super equipe de mutantes a aparecer no longa. O filme do estreante Tim Miller traz em sua sinopse um Wade Wilson (Ryan Reynolds) já na pele do mercenário, tanto que o filme começa com uma cena congelada, da famigerada sequência de ação do curta que deu origem a produção. Deadpool brinca com o vai e vem na narrativa, mostrando o tagarela em ação e voltando no tempo para explicar a origem do personagem, seu caso de amor com Vanessa (Morena Baccarin) e como este ganhou seus poderes mutante (alá Wolverine). Miller não apresenta nenhuma inovação na maneira como apresenta seu longa, tirando a técnica de "quebrar a 4º parede", presente no cerne do tagarela, que vira e mexe está lançando uma piadinha obscena para o receptor. Mesmo sendo uma produção de baixo orçamento dos estúdios Fox, Deadpool consegue ser melhor que vários heróis da casa ao ser um filme de fan service que reverencia a cultura pop através de citações, objetos e piadas (Wolverine, Hugh Jackman, Lanterna Verde, Star Wars, Senhor dos Anéis etc). Deadpool é pura zueira!!!
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de agosto de 2021
Deadpool é mais um grande filme de super-herói e mescla muito bem comédia e ação.
Mas diferente de muitos outros heróis, Deadpool é muito mais engraçado e politicamente incorreto.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 480 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de março de 2017
Aqui vemos a importância do termo a propaganda é a alma do negócio, pq quando esse filme iria ser lançado nos cinemas no ano passado oq teve de merchan encima não foi brincadeira, arrastaram as pessoas para o cinema e o resultado foi bem arrecadado pela produtora. Deadpool foi uma surpresa que viralizou e o filme não é ruim. Quando o assunto é Ryan Reynolds não podemos esperar grandes coisas, mais aqui vou confessar que o cara mandou muito bem na pele do senhor Pool. O filme é muito comico, engraçado, divertido, a história é boa. Vale a pena, agora vamos ver oq teremos em 2018 com Deadpool 2.
Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.243 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de abril de 2016
O filme é legal, engraçado em vários momentos, mas realmente, eu esperava muito mais, pelas críticas positivas. A maioria das piadas são ácidas e divertidas, mas algumas totalmente desnecessárias. Mas levando em conta que não vejo um bom filme de comédia há algum tempo, valeu a pena.
Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de março de 2022
Para quem acompanha Deadpool começando lá de trás em X-Men Origens: Wolverine vai notar um grande estranhamento em uma continuação do personagem, mas, o impulso dos fãs trouxe o personagem a vida de novo, um filme que tenta se desculpar com os fãs fanáticos. Na minha opinião fizeram um erro c... lá e aqui. Tem umas tiradas engraçadas da sacanagem do personagem mas é forçada, acho que o Ryan Reynolds não se adaptou muito nesse ciclo. Tentam colar um monte de besteira relacionado a orgia, drogas, o vilão central do filme ficou muito aquém, não é engraçado. Um filme que deveria ficar bem acima na classificação etária por conta da quantidade de coisas que Deadpool fala, algo bem inédito para filmes da série X-Men. Vamos ver a continuação.
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2016
Ei, você. É, você mesmo, que está começando a ler esta crítica agora. Lembra daquela clássica comédia oitentista Curtindo a Vida Adoidado? Nela, o estudante Ferris Bueller (personagem que marcou o auge da carreira de Matthew Broderick) conversava com a plateia durante todo o filme, que se passava em apenas um dia, no qual ele vivia momentos divertidíssimos com seus amigos. Quando olhava para a câmera e falava diretamente conosco, nos deixando a par de suas intenções, o jovem – que matou aula para poder tirar esse dia de ‘folga’ – nos colocava na condição de ‘cúmplices’ de seu ‘delito estudantil’ e, consequentemente, de suas aventuras. A última intervenção de Ferris, após os créditos finais, é antológica: “Ainda estão aí? Já acabou! Vão embora!” Esse é apenas um entre tantos exemplos de um curioso recurso narrativo chamado de quebra de quarta parede. No teatro – onde teria surgido esse conceito – teoricamente existem três 'paredes', a quarta seria justamente a que separa o palco do público. Quando um ator 'conversa' com os espectadores, ele está 'quebrando' essa parede, proporcionando com isso situações hilárias, como a descrita acima. Quem conhece o personagem Deadpool dos quadrinhos, sabe que ele 'derruba' a quarta parede o tempo todo. Ao descobrirem que o anti-herói iria protagonizar seu próprio longa, seus muitos fãs logo pensaram: "Será que no cinema ele também vai interagir conosco?" A resposta é um empolgante e entusiasmado SIM!
O longa nos apresenta, de forma não linear, a história de Wade Wilson (Ryan Reynolds), um mercenário meia-boca que descobre estar acometido de um câncer terminal. Ele resolve então aceitar uma misteriosa proposta que lhe é feita envolvendo um projeto secreto que poderá não apenas curá-lo, mas fazer dele um super-herói! Só que ele não mediu as consequências... Após ficar com o rosto e o corpo desfigurados, em virtude da tal operação (que o livrou do câncer e lhe deu um certo ‘fator de cura’), Wade passa a usar um traje de couro vermelho, e busca reencontrar seu algoz, Francis – ou Ajax, como prefere ser chamado (!) – na esperança de que o vilão (vivido por Ed Skrein) lhe devolva sua aparência normal. A maior motivação do sujeito é a sua amada Vanessa (a bela morena Morena Baccarin), para a qual quer voltar, e retomar o relacionamento feliz (e liberal) que haviam iniciado há pouco tempo. Deadpool, no fim das contas, é uma história de amor... Você não vai acreditar nessa última frase, vai?
O tom escrachado e irreverente se faz presente na projeção do início ao fim, deixando claro que se trata de um projeto inovador (e ousado). Havia o risco das piadas soarem sem graça (e algumas até são), e do humor proposto não encontrar o seu público, acostumado com os super-heróis em sua maioria austeros vistos todo ano na telona desde a virada do milênio, o que inclui a franquia mutante da Fox. Em contrapartida, o atrevimento com que a obra foi apresentada (desde os cartazes até os trailers e chamadas para TV), e o curioso detalhe da censura 16 anos (18 nos EUA), 'preparam' o espectador para o que irá ver. Nesse sentido, a campanha de marketing foi acertadíssima, vendendo o filme como uma obra repleta de humor, que esbarra no escatológico, gags infames e alfinetadas certeiras ao seu próprio universo, e à indústria que o concebeu, tudo isso temperado com sequências de ação sanguinárias e ‘colossais’, e lutas dignas dos mais violentos combates de MMA. Ou você acha que a lutadora profissional Gina Carano entrou no elenco para fazer o papel de donzela em perigo?
Contudo, o que realmente fez a diferença nessa nova proposta foi mesmo a ‘parede quebrada’ por Deadpool. Ele sabe que é um personagem de ficção, que está em um filme, e que é vivido por Reynolds, conhece até a filmografia do sujeito. Aliás, Deadpool é uma enciclopédia ambulante de Cultura Pop, despejando citações mordazes a todo momento. O anti-herói não poupa ninguém de seus comentários sarcásticos (sobra até pro Batman). Ao ouvir sobre o Professor X, ele pergunta: “James McAvoy ou Patrick Stewart? Eu sempre me confundo com essas linhas temporais!” Quanto a Wolverine... Bem, digamos que seu intérprete faz uma aparição surpresa em um momento crucial da trama! Deadpool representa, sim, mais um passo evolutivo para os filmes de super-heróis, sendo inegável a influência que deverá exercer para obras similares que virão, isso sem falar das paródias. Agora imagine a paródia de um original que já é quase uma paródia...
O ritmo frenético das tiradas do protagonista, porém, não teria surtido o mesmo efeito se o acertado elenco de apoio não correspondesse à altura da proposta. A picante relação de Wilson com a curvilínea Vanessa de Morena Baccarin, os papos de amigo com o “Fuinha” vivido por T. J. Miller (comediante com timing certo), a rivalidade com Francis levada ao extremo e as heroicas parcerias firmadas ao longo da trama, todos possuem uma ótima interação com o herói piadista, e consequentemente são ‘vítimas’ do seu ácido humor.
Ryan Reynolds, afinal, encontrou em Deadpool (bem conduzido pelo diretor estreante Tim Miller) a redenção que buscava. Sua atuação despojada e descontraída sugere a sua satisfação pessoal com o projeto, no qual se envolveu diretamente. Depois desse sucesso, o verde não é mais uma lanterna vergonhosa para ele, e sim um semáforo sinalizando caminho livre para a continuação (já confirmada) do anti-herói que se veste de vermelho-sangue, olha para a câmera e conversa com a plateia. Ah, atento leitor, e se até agora não foi mencionado aquele Deadpool equivocado, interpretado pelo mesmo Ryan Reynolds no primeiro filme solo do Wolverine, é porque ele realmente não merece menção. É pra ser esquecido mesmo, como se nunca tivesse existido...
E você, caro leitor, já foi conferir Deadpool? Ainda não? Então, corra para o cinema mais próximo – desde que você tenha mais de 16 anos – e divirta-se à beça com este personagem anárquico que não para de falar, saído dos quadrinhos da Marvel diretamente para os cinemas nesta caprichada produção da Fox. Ah, não se esqueça, é claro, da tradicionalíssima e, como não poderia deixar de ser, hilária cena pós-créditos. Alerta de Spolier: você não vai querer perder o tchau, né?!
Rômulo L
Rômulo L

249 seguidores 261 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de maio de 2018
Achei muito infame Deadpool o propósito real da criação do longa foi um vazio de linguagem e bobeira sem lógica.
Sandro P.
Sandro P.

7.485 seguidores 572 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de janeiro de 2017
Acho que em alguns momentos viajaram demais, tem mais comédia do que ação e a trama não é legal, mas gostei do resultado. Assistam tranquilos que a diversão é garantida!
B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.969 seguidores 762 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de maio de 2016
Estava com grandes perspectivas para esse filme, mas foram frustadas no término da película. Pontos fortes: Excelentes cenas de ação, muitíssimo bem feita, bem orquestrada sem câmara tremida e efeitos especiais impecáveis, outro ponto bastante positivo é a trilha sonora. Pontos negativos: Enredo fraco, piadas muito sem graça que não funcionaram, muita obscenidade sem nexo e descontextualizado, além de tantos palavrões que chegaram até ferir os ouvidos. Se fosse no gênero Drama talvez até funcionaria, mas não aconteceu com esse filme. Eles tentaram ser engraçados mas foi debalde, foi realmente uma pena, pois filmes anteriores como: Guardiões da Galáxia e Homem formiga conseguiram! l
Júnior S.
Júnior S.

1.193 seguidores 269 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de julho de 2017
Levando em conta o marketing magistral da Fox Films e o pioneirismo temático que imprimiu, mostrando que filmes de super-heróis podem sim funcionar com um conteúdo mais adulto, diria que Deadpool se trata mesmo de um grande triunfo da MARVEL. Mas a sensação que obtive não foi tão extasiante, o longa, no afã de se provar, passa um pouco dos limites do humor escatológico e se transforma, na maior parte do tempo, em puro deboche grotesco. Algumas piadas parecem ter sido tiradas direto de um stand-up de Danilo Gentili(ou do seu igual americano Jimmy Fallon), não são engraçadas, apenas são babacas mesmo, do tipo que só nerd punheteiro ri. O senso de humor do filme se resumi em ''haha tiro no cu'', ''haha ele falou buceta'', ''haha ela disse que vai sentar na cara dele''...Enfim, acho que faltou maturidade e responsabilidade mesmo, eu juro que tentei, mas não consegui entrar nessa vibe não. Algumas gags e referências pop funcionam, muitas outras não. Deadpool merece reconhecimento pela ousadia(cujo maior responsável é Ryan Reynolds, que dá o sangue no papel de sua carreira), pensem apenas que Logan não existiria sem este, e então aproveitem(com os ouvidos tapados e olhos fechados). Bom, só.
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