Wolverine: Imortal
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4,1
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Aragon S.
Aragon S.

17 seguidores 3 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 2 de maio de 2016
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Geovane A.
Geovane A.

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de agosto de 2013
filme enrola a historia e nao usa de todo o potencial dos personagens, torna-se cansativo a ponto da plateia bocejar, enfim tinha tudo pra ser melhor que o primeiro e ficou pena!
Luiz Alexandre
Luiz Alexandre

20 seguidores 79 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 1 de dezembro de 2013
Filme banal, forçado e cansativo, mostrando um Wolverine desleixado, sombrio e depressivo, mascarando a personalidade mais significativa do herói que é a agressividade. Novamente, salva-se Hugh Jackman em sintonia perfeita com o papel que parece ter se encaixado como uma luva para ele. A luta no teto do trem ficou muito boa, porém o Samurai de Prata foi o personagem mais insignificante da história. Além de mecânico demais foi de um mau gosto surreal a escolha de sua armadura.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de agosto de 2013
Nos filmes da série “X-Men”, somos acostumados a ver o Wolverine (Hugh Jackman) como um grande heroi destemido e sempre pronto para agir em prol dos interesses dos mutantes contra grandes ameaças. Por isso mesmo, a forma como a personagem nos é apresentada durante o filme “Wolverine: Imortal”, do diretor James Mangold, chega a ser surpreendente, uma vez que, pela primeira vez, encontramos o Wolverine de uma forma muito vulnerável do ponto de vista emocional.

Tendo que lidar com o sentimento de perda e, principalmente, diante da culpa frente às situações que ele viveu, o Wolverine começa a renegar aquilo que ele é: um soldado sempre em busca da próxima batalha a vencer. Vivendo uma existência no anonimato, em localizações remotas e completamente longe da civilização, o Wolverine é descoberto justamente por alguém que ele ajudou no passado (Hal Yamanouchi) e que quer reencontrá-lo de forma a obter uma ajuda preciosa dele.

Desta forma, temos o desenho do grande conflito do roteiro escrito por Mark Bomback e Scott Frank e que aborda uma discussão em torno daquela que pode ser considerada como a maior característica do Wolverine: o fato de que ele tem o poder de se regenerar e de se curar de qualquer tipo de ferimento ou enfermidade. Se, de um lado, temos uma personagem que, devido às desilusões da vida, gostaria de não carregar tal tipo de dom; de outro, temos pessoas que dariam tudo para usar esse tipo de poder, pois não conseguem ser desapegadas diante do seu destino final.

Por mais que essa discussão seja interessante, a forma como ela foi abordada pelo roteiro de “Wolverine: Imortal” faz com que isso fique em segundo plano em detrimento de uma outra trama que envolve o relacionamento que começa a nascer entre Wolverine e a jovem Mariko Yashida (Tao Okamoto). Além disso, o filme ainda perde a boa chance de utilizar um dos ganchos mais legais dessa história: a volta de Wolverine e a sua aceitação definitiva daquilo que ele realmente é. Quando o longa enxerga esses pequenos momentos e os dá o merecido destaque é quando o filme de James Mangold alcança o seu ponto mais alto.

Ou seja, ainda não foi dessa vez que a personagem mais icônica do universo narrativo dos “X-Men” conseguiu um filme à sua altura. Talvez, seja o caso de a Marvel Comics deixá-lo restrito a esta franquia, apesar do enorme carisma de Hugh Jackman à frente do personagem e, no caso particular de “Wolverine: Imortal”, dos bons nomes envolvidos na produção do filme, como o próprio diretor James Mangold (um diretor muito versátil e experiente, que conduz com competência as cenas de ação) e o roteirista Scott Frank (indicado ao Oscar, em 1998, por “Irresistível Paixão”).
Guilherme M.
Guilherme M.

26 seguidores 11 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 28 de julho de 2013
O maior problema de Hollywood quando se trata de adaptações em quadrinhos é subjulgar o seu público. Por ironia ou puro despretensiosismo, imaginam não ser necessário realizar um esforço digno dos seus personagens em troca da velha e batida fórmula de gerar lucros. Funciona, mas nem sempre. X-Men Origens: Wolverine é a maior prova disso. Caricato, desigual e de extrema preguiça, o longa foi um fracasso hilariante. Já Wolverine – Imortal conseguiu aprender com os erros, mas isso não o exime de falhas. E nada tem a ver com ser ou não fiel aos quadrinhos.

Baseado no arco de histórias Eu, Wolverine (um dos mais bem-sucedidos tanto em vendas quanto críticas), escritos por Chris Claremonte Frank Miller, Logan vai ao Japão para encontrar o amor na bela Mariko Yashida. Das páginas em quadrinhos, a relação de ambos é o mais presente se comparado a película.

A relação entre o mutante e a Mariko é de grande destaque, ainda se observado que certas cenas entre os dois nem parecem tratar-se de uma aventura fantástica. Os muitos personagens orientais também são bem aproveitados, e dominam a tela, algo pouco frequente na terra do Tio Sam. O diretor James Mangold consegue ser competente na maior parte dos 126 minutos, mesclando bem as empolgantes cenas de ação, romance e humor. Entretanto, fica difícil não imaginar caso Darren Aronofsky tivesse permanecido no cargo.

Conhecendo ou não os quadrinhos, o roteiro de Mark Bomback e Scott Frank deixa furos desnecessários e situações complicadas de engolir, principalmente no que diz respeito ao Samurai de Prata. Ficou previsível, enfadonho. Um pesar muito grande sobre o grande vilão. Ainda assim, para quem esperava um completo desastre e mais de Wolverine gritando e gritando (porque sangue que é bom, nada – tudo para pegar uma censura menor e abranger um público maior), o saldo termina por ser positivo.

Ao fim, Hugh Jackman está mais Wolverine do que nunca. Todavia, o “animal bestial” ainda carrega direção. É um Ronin com Mestre; Um paradoxo proporcionado há tempos e não será agora que os engravatados entenderão isso. Não enquanto o cartão de visitas dos X-Men permanecer lotando salas e mais salas .
Luis R.
Luis R.

24.053 seguidores 759 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 6 de junho de 2017
Tem cenas de ação excelentes e bem elaboradas,destaque na eletrizante luta do herói em cima de um trem-bala em pleno movimento,a primeira metade do filme flui bem,mas descamba na segunda metade com um desenvolvimento fraco da trama e um Samurai de Prata diferente dos quadrinhos.O filme conseguiu recuperar o personagem depois do papelão do X-Men Origens: Wolverine,mas ainda não é o filme que o herói merece.
Jhonathan C.
Jhonathan C.

3.325 seguidores 415 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 12 de novembro de 2013
Como foram lançadas grandes expectativas sobre o filme, inclusive do próprio Jackman, eu esperava mais. A história fraca, com estranhas aparições de Jean Grey, além de uma história mal explicada. A Víbora simplesmente aparece no filme, sem uma exata explicação, e muitas partes foram confusas. Enfim, a ação convenceu e as atuações de Jackman na pele de Wolverine foram ótima como sempre. Destaque também para a Rila Fukushima, que fez a Yukio.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de julho de 2013
Wolverine é o cara! É sabido por todos que o personagem é um dos mais queridos dos fãs de HQs e, consequentemente, do cinema, pois mesmo aqueles que não são ávidos leitores de gibis, conhecem o personagem devido às adaptações cinematográficas. A personificação do talentoso Hugh Jackman já é indissociável. E graças ao carisma, complexidade e alta dose de testosterona que o personagem exala, sua popularidade se faz inevitável. Depois do malfadado X-Men Origens: Wolverine era preciso injetar uma nova visibilidade ao icônico personagem. Contudo, apesar de ser bem superior ao seu filme antecessor, falta fôlego e novidade a Wolverine – Imortal. James Mangold, que já circulou por vários gêneros, desde comédia romântica como Kate & Leopold, com o próprio Hugh Jackman, passando por dramas excepcionais como Garota, Interrompida (seu melhor filme) e Johnny & June, como também pelo terror psicológico de Identidade, ação descerebrada de Encontro Explosivo e até mesmo o ótimo faroeste Os Indomáveis, ficou a cargo de revigorar o personagem que vem embalado por um gênero já praticamente batido, onde falta originalidade. Infelizmente a superficialidade reinou, e faltou profundidade para narrar mais um episódio da vida deste icônico personagem. Não se esperava nada de sombrio e sério como a reformulação que Christopher Nolan deu ao Batman, mas era necessário sim que o filme fosse levado mais a sério, e não somente como puro entretenimento caça níquel, que foi o que acabou acontecendo. De um lado, ficou a empatia de Jackman e a força do personagem que carrega o filme todo nas costas, mas cadê o plus? Faltou um roteiro mais denso, que condissesse com os dramas do personagem principal. O filme começa interessante com o expectador vendo Logan como um andarilho maltrapilho revoltado, mas o desenvolvimento da história com a Mariko Yashida (Tao Okamoto) é frio e não gerou boa química. Mais interessante foi ver os sonhos/pesadelos de Logan com sua amada Jean Grey (Famke Janssen). Os efeitos especiais também não são excepcionais. Não chamam tanta atenção como nos filmes do Homem de Ferro, por exemplo, apesar de ficarem a contento, como no caso da cena em cima dos vagões do trem bala ou das flechas atingindo o heroi contendo-o por cordas. O desfecho ainda me pareceu frágil e uma personagem tão rica como a Víbora (Svetlana Khodchenkova) foi muito mal aproveitada. Mas vale a pena aguardar em meio aos créditos uma cena que dá a entender uma nova aventura por vir. Por fim, a sensação que dá é que Wolverine – Imortal é um filme bastante irregular, mas que funciona bem como entretenimento de massa. Há boas cenas, boas sacadas e boas intenções, mas fica aquém da potencialidade de um heroi tão emblemático e bem construído por seu intérprete. Se compararmos com os filmes da franquia X-Men, o filme não consegue alcançar o patamar das aventuras de Logan com seus amigos mutantes, principalmente se usarmos como referência o excelente X-Men: Primeira Classe, que coincidentemente não traz o heroi com garras de adamantium (porque aquela cena relâmpago não conta, né). Em suma, trata-se de mais um entretenimento mediano e que não causará grande comoção. Filme pipoca para divertir-se com os amigos e esquecer em seguida.
ElPoke
ElPoke

16 seguidores 10 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de agosto de 2013
"Wolverine - Imortal" estreou sexta feira, dia 26/07, nos cinemas brasileiros. Dessa vez o povo escolheu um diretor não tão acostumado a filmes de super-heróis, o que funcionou muito bem.

O que James Mangold conseguiu fazer é uma história que não preza tanto por superlotar a tela de mutantes que ninguém conhece direito, mas uma saga de um personagem atormentado pelo passado.

Ao ser encontrado pela misteriosa Yukio, Logan, que estava exilado desde a morte de Jean Grey, parte para Tóquio, a fim de se encontrar com Yashida, que no passado foi salvo pelo mutante. Yashida propõe a Wolverine "transferir" seus poderes mutantes, para que ele pudesse, enfim, morrer naturalmente. A partir daí ocorre a cisão nos interesses da família, obrigando Logan a fugir com a neta de Yashida, Mariko, sendo perseguido por Shingen, pai da menina, Harada, líder do clã das sombras, a perversa Víbora e pela Yakuza.
O filme segue muito a premissa de filmes como "A Ilha" e "Vingador do Futuro". Alguns dos personagens não são lá tão carismáticos, mas pelo menos acertaram em alguns dos vilões e na ambientação. Um dos pontos que eu realmente gostei era que Logan não sabia falar japonês, o que o obriga a pedir que as pessoas falem a sua língua durante as conversas. Essa parada de que o mocinho poliglota é muito chato.
As cenas de ação envolveram um cuidado maior que os filmes do X-Men e Wolverine Origens, talvez pelo fato do mutante não dispor de seus poderes o tempo todo. Mesmo assim, dá para ver que o X-Man continua invocado e parte pra porrada sem pensar duas vezes. A sequência do trem é arrasadora e chega a ser melhor do que o final do filme em si.

O final do filme dá uma escorregada COLOSSAL mas não tira (muito) o brilho do filme. O Samurai de Prata ficou muito bem caracterizado, não fosse um detalhe que muitos viciados nas hq's vão odiar.
Vou adiantando que o filme em si não é algo que vai agradar os viciados na história em que o filme foi baseada ("Eu, Wolverine", escrita por Chris Claremont e Frank Miller), mas colocando as diferenças de lado, a história dos mutantes já se afastou há muito tempo dos hq's, criando uma identidade própria até interessante, deixando a desejar pelos furos não aproveitados pelos roteiristas em alguns momentos. Exemplo da disparidade de universos é que, por causa do primeiro filme, todo o universo dos quadrinhos foi "rebootado", com os mutantes abandonado até seus uniformes antigos para aderir à era do couro. Acho que, com empenho, os dois universos podem coexistir sem danificar suas respectivas linhas do tempo.

Enfim, "Wolverine, Imortal" é um filme que diverte muito, com uma fotografia muito bonita e um desenvolver interessante. Indicado para fãs dos Quadrinhos e também para quem gosta de um filme de ação. Vale a pena conferir.
Mauricio J.
Mauricio J.

64 seguidores 24 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 17 de agosto de 2013
Pouca ação, um filme que não é muito a cara de um filme da Marvel, merecia mais. Acho que as únicas coisas que deram uma alavancada no filme foram as atuações e os efeitos, somente!
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