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Fabio Portela
14 seguidores
39 críticas
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3,5
Enviada em 18 de janeiro de 2019
Assistido em 18.01.2019 Incômodo essa é a palavra que defini a boa carreira até aqui de Yorgos Lanthimos, com filmes The Lobster e o O Sacrifício do Cervo Sagrado totalmente originais, e se tratando do primeiro filme a ir devidamente a grandes premiações(Dente Canino) não foge disso. Dente Canino é pautado nas convenções sociais, em metaforas sobre o qual o limite da liberdade, do mimo aos filhos, e até mesmo a liberdade imposto por governos ditatoriais. Lanthimos já está na minha lista de diretores guardados no caderninho, com uma direção, simples, coesa em até um pouco atrapalhada pela edição, muitas vezes falta ritmo, lento demais, mas o show aqui é das atuações, principalmente de Angeliki Papoulia trabalho fabuloso. Dente Canino um filme de difícil compreensão, forte , cru, com muitas qualidades, assistirei novamente, mas que vale muita a conferida.
Dente canino é um filme grego que contou com a direção de Yorgos Lanthimos. O filme recebeu a indicação de melhor filme internacional no oscar de 2011. Na trama, acompanhamos uma família constituída do pai, mãe e 3 filhos adultos (entre eles 2 mulheres e 1 homem). O pai (Cristos Stergioglou) mantém a família isolada sem contato com o mundo externo, sendo ele o único que sai para trabalhar. O mesmo alega aos seus filhos que o mundo lá fora é perigoso e promete que apenas poderão sair depois que um dos dentes caninos cair. Porém, com o passar do tempo, os filhos vão se questionando diante da forma rigorosa do pai. Podemos não gostar da história, achar o filme entediante, mas o fato é que assistir esse filme é uma experiência inesquecível. A estranheza da trama e a forma nua e crua que Yorgos gosta de tratar isso é algo perturbador. O filme vai se revelando aos poucos de forma curiosa até chegar no seu ápice no terceiro ato. O filme nos traz algumas boas reflexões: os 3 irmãos não têm nenhum contato com o mundo de fora ( sem filmes, jornais, tv, revistas, telefone ou internet) e vivem bem. Como não viveriam? Sem o contato com o mundo caótico lá fora. Embora que o seu pai coloca o mundo da pior forma possível (como a mentira sobre o gato). Além de todo o cuidado no vocabulário dos país para “salvar” os filhos, como alterando o significado de diversas palavras. Mas nem tudo isso é capaz de salvar, pois basta um brecha do mundo exterior para realizar a verdadeira cascata. Podemos fazer até um paralelo com o mito da caverna de Platão. No mais, as atuações são convincentes e talvez incomode aos demais a falta de freio na questão sexual e a falta de explicação do porque os país blindam tanto os seus filhos.
A história é muito louca e insana do jeito que gosto.Mas infelizmente achei que tinham cenas de sexo em excesso. A cena do incesto foi demais, poderiam apenas insinuar, o filme ganharia muito mais qualidade.
O filme me deixou curiosa mas acabou em deixando com mais questionamentos que respostas. Gostei da forma como o controle familiar foi tratado, nem tudo que é em excesso é bom
Medicina & Natureza : consegui assistir. Obrigada pela ajuda. Filme interessantíssimo, me suscitou várias reflexões. Esse diretor foi um achado para mim, pois explora e trabalha com o material mais rico que tem: o ser humano.
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