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Lari Coelho
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4,0
Enviada em 5 de junho de 2014
Nota-se que é um filme de baixo orçamento, com um toque de indie, mas para uma estréia de um diretor este é o tipo bem sucedido. A história por si só já é interessante. Obteve-se bastante consistência, coerência e principalmente linearidade tornando a película bem estruturada e longe de ser entediante. O espectador logo consegue se conectar com os personagens almejando pelo desfecho. Atores de peso foram escolhidos, embora Michael C. Hall e Daniel Radcliffe tenham se saído bem, quem realmente brilha num interpretação apaixonante é Dane Dehaan, nos fazendo acreditar que ele poderia ser o bom moço da narrativa. Em fim...inusitado!
O filme é bom. Daniel Radcliffe atua de uma maneira totalmente diferente da que estamos acostumados em Harry Potter. O filme tem muito diálogo, não tem muita ação e é baseado em caso. Não é um filme tema homossexual como alguns pensam que é, embora nele se desenvolva o assunto. Recomendo assistir.
Sempre achei Ginsberg fantástico, mas não sabia a história por trás... Filme ótimo, fotografia linda, trilha sonora espetacular... Apesar de contar a história do amor entre Carr e ele, a temática LGBT é mínima perto de tanto conteúdo e história... Simplesmente fascinante e mostra um fato sobre a poesia: onde existe um grande poeta, há uma grande dor por amor!
Difícil se livrar do personagem de Harry Potter que lançou Daniel Radcliffe ao mundo do cinema, mas ele executa com talento esse papel de Allen Ginsberg, baseado em fatos reais e que conta uma história de amor e paixão não correspondido de um triângulo amoroso de forma inusitada e impactante. Grande filme.
Sou um pouco suspeita para falar porque adoro filmes com muito diálogo e com histórias reais. Kill Your Darlings está longe de ser um filme chato. A história é interessante e aborda muitos aspectos da Geração Beat que não é bem explicado na internet ou em outros meios. Gostei muito da história, principalmente por expor um lado dos poetas e da poesia que não é muito comum. A criação e a escrita são mostradas de uma forma um pouco psicótica, mas que não deixa de ser interessante. Além da história, o que me conquistou bastante também foi a atuação, especialmente do Daniel Radcliffe, que se afastou completamente do juvenil Harry Potter, e do Dane DeHaan. Gostei da história, dos diálogos, da atuação, da fotografia, enfim, de todo o conjunto cinematográfico do filme.
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