Transformers: O Lado Oculto da Lua: Críticas - Página 2
Transformers: O Lado Oculto da Lua
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Jhonathan C.
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3,5
Enviada em 23 de julho de 2013
É um grande filme. Grandes efeitos especiais. Temos agora uma substituta de Megan Fox: Rosie Huntington-Whitekey, que se sai melhor ainda (mesmo as duas não fazendo diferença na franquia). Shia LaBeouf e Tyrese Gibson se saíram muito bem, assim como a Rosie. O restante foi regular. A história é a praticamente a mesma (Os Autobots em guerra com os Decepticons, com a ajuda de Sam e o exército americano), mas ainda assim, mesmo sendo longo, o filme diverte e traz interesse.
Quarenta minutos de cenas de ação sem interrupção depois, ouvidos ainda zunindo e olhos vibrando do frenesi 3D, não sei ao certo se Michael Bay é um gênio que será reverenciado no futuro ou o arauto supremo do manto de ignorância hollywoodiana. Transformers 3 - O Lado Oculto da Lua (Transformers - Dark of the Moon, 2011) faz isso com as pessoas.
Fala-se muito do cinema como "ride", termo que se usa para definir brinquedos de parques de diversão nos EUA. É conversa recorrente entre executivos essa de comparar filmes com chapéus-mexicanos e carrinhos bate-bate - e Bay é porta-voz dela há anos, seu rei. Por desconhecimento ou pura sem-vergonhice (não importa), o diretor tentou no segundo filme da saga Transformers deixar de lado uma centena de anos de lições aperfeiçoadas pela Sétima Arte e preocupou-se apenas em engatar cenas incoerentes de ação e besteirol. Admitiu, bem mais tarde, que fez besteira e descobriu que, nas telas, mesmo montanhas russas precisam ter uma intenção narrativa.
Transformers 3 - O Lado Oculto da Lua é um pouco melhor nesse quesito ("no fundo do poço só há uma direção: para cima", dizem por aí). Há uma divertida relação com fatos históricos - que o roteiro busca amarrar com cenas de arquivo e recriações digitais (mal acabadas) de presidentes dos EUA - entre o destino de Cybertron, o planeta devastado pela guerra civil entre Autobots e Decepticons, e a corrida espacial travada por EUA e URSS nas décadas de 1950 e 60. Esse estofo histórico e os vislumbres do planeta robô dão um interesse renovado à série, ainda que desapareçam lá pelo meio do filme, logo depois que Buzz Aldrin - o próprio - dá as caras.
O Roteiro não é muito bom. O primeiro, sem dúvidas, foi o melhor. O segundo caiu, mas deu para entender a continuação. O terceiro deu uma forçada na história. Deveriam ter terminado no anterior. Roteiro importa? Sim! Óbvio! Porém, o que mais prende a tenção de nós fãs são os combates constantes entre Autobots e Decepticons e seus efeitos especiais espetaculares, além, claro, da figura feminina presente no filme, sempre sensual, e também o corajoso (e frouxo) Sam.
Renovar é preciso! Espero que o próximo supere o ultimo e venha melhor que o primeiro.
P.s: Única coisa que deve ser mantida é a trilha sonora (Lê-se: Linkin Park) :P
Grande filme de ação, mas as cenas podem se tornar cansativas. O 3D foi bem montado, o enredo é seqüência dos outros filmes, a fotografia é impecável. Mas peca no romance forçado, com uma atriz que não combina com o filme e o personagem principal como um bobalhão. Dá pra curtir mas sem muita empolgação para um quarto filme.
Esse novo capítulo,dos gigantes,que se revesam entre o bem e o mal,parece que reuniu muita das coisas dos filmes anteriores.Michael Bay,mais uma vez,traz a forma explosiva no conteúdo de seus filmes.O Lado Oculto da Lua,é visivelmente bonito,cheio de cores,e de efeitos que enchem nossos olhos.Mais peca quando o assunto é contar uma boa história.Muita correria,muita adrenalina...mais.
Em termos de ação este terceiro e porrada do início ao fim, é melhor que o segundo porém não chega aos pés do primeiro, digo isso por 2 motivos: 1 - o primeiro tinha aquele clima diferente e era mais aguardado com saudosismo pelo desenho e os efeitos eram mais deslumbrantes as nossas vistas não ambientadas no universo transformers; 2 - a emoção dos personagens, digo este terceiro se concentro muito na destruição e deixou o lado dos personagens, o maior erro foi destruir IRONHIDE (meu robô preferido) e ninguém, nem mesmo Optimus homenageá-lo, foi apenas mais um cena do filme, deu muita adesão a personagens caricatos (Ken Jeong e Malkovich) e deixaram os principais de lado (Lennox, por exemplo) mesmo assim assumo que sou fã da saga e acho que vale a pena como diversão.
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