It - A Coisa
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4,2
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Vitor M.
Vitor M.

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4,0
Enviada em 7 de setembro de 2017
Recomendadíssimo, SE, você tiver cabeça pra ver um monte de cena grotesca e perturbadora tipo (o spoiler é simplesmente o que acontece logo depois do georgie, o garotinho que encontra o palhaço no bueiro, o faz, que é no comecinho do filme, leia se achar que vale saber pra se preparar, caso vc não tenha visto) spoiler: um garotinho com um braço decepado espirrando sangue, desesperado com medo de morrer, e depois morrer
se você dá conta de ver cenas assim, recomendo sim.
As atuações estão simplesmente fenomenais, nem parece que quem está interpretando os protagonistas tem no máximo 18 anos, o Finn wolfhard (Richie Tozier) já não foi tão surpresa assim, pois vimos ele em stranger things, já o resto, foi uma surpresa total, parece que hollywood está realmente melhorando na parte de encontrar bons atores menores de idade, vide vários atores que não vou citar, pra não perder o foco. Bill skarsgard como Pennywise está simplesmente perturbador e assustador, superior ao Tim Curry, em alguns momentos fica engraçado, um pouco empático, mas mesmo assim, você fica alternando entre medo e raiva dele. E por falar em raiva...
Henry Bowers, sabe por que odiamos a Umbridge de Harry Potter muito mais q o Voldemort embora ela não seja tão má? Porque ela é mais pessoal, todos ou quase todos já tiveram uma Umbridge na vida, então você sente a vilania dela mais do que a do Voldemort, e esse é o caso do Henry, a raiva que eu senti dele era superior á do Pennywise, quando ele diz que deu uma spoiler: brecha no bullying com o Bill por causa do irmão morto dele
eu senti uma certa sensação de: "Ele não é tããão ruim, é horrível, mas poderia ser pior". Essa sensação foi acabando no decorrer do filme pra mim, e no final, quando spoiler: ele tenta matar o Ben, acabou completamente essa sensação, ele era um psicopata, tanto que quando ele aparentemente morre eu gritei: "TOMAAAA!"

O filme tem cenas marcantes quando o Bill diz que spoiler: entrar na casa abandonada do Pennywise é mais fácil pra ele do que entrar na própria casa, e lembrar assim que o irmãozinho dele não está lá
ou quando a Beverly spoiler: mata o pai pra se defender dele, logo depois de dizer: "NÃO! Não sou sua garotinha"
. Mas de todas, a que mais amei, foi quando eles spoiler: contra atacam o Pennywise pra resgatar a Beverly, e conseguem fazer o próprio palhaço ficar com medo deles, e quando eu percebi o medo do Pennywise, pensei: "Como se sente do outro lado da moeda? Otário"
e minha parte favorita do filme inteiro é nesse mesma cena quando o Bill diz spoiler: Por isso que você não matou a Beverly, ela não estava com medo de você, e agora ninguém está, agora é você que está com medo da gente
Amei essa cena por que é EXATAMENTE o que eu falaria naquela situação.
Os créditos pra mim vão pro diretor, e pros atores, Jaeden Lieberher faz vc sentir que o próprio ator é um líder nato como o próprio Bill, de tão boa q é a atuação, Finn Wolfhard é hilário, apesar de 95% das piadas dele serem sujas e relacionadas á sexo, e eu pessoalmente sou uma pessoa muito certinha, então não gostei muito delas, Jack Dylan Grazer faz você rir bastante também, e grande parte por causa de sua personalidade hipocondríaca, e mais uma vez, excelentemente interpretado. Jeremy Ray Taylor está muito cômico e fofo como o Ben, e fofo não por ser "pançudinho" mas a personalidade dele é fofa (me sinto uma garotinha escrevendo isso, mas é verdade) Chosen Jacobs como Mike também está ótimo, apesar do personagem não ter sido tão visto como os outros, e a Sophia Lillis como Beverly é simplesmente fantástica, os olhos mesmo que ela não queira demonstrar emoção, acabam demonstrando, a personagem é forte, complexa, e muito bem dirigida e interpretada. Recomendo desde que você tenha coração estômago e tímpanos resistentes, pois é muito barulhento, vale dizer.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.170 seguidores 969 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de setembro de 2017
Bons sustos e ótimas interpretações. Com uma caracterização excelente, temos mais uma grande obra de King, em que sua maior graça é trabalhar nossos próprios medos. Com toques divertidos e muita tensão ficou muito bom.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de setembro de 2017
Uma mistura de Conta Comigo (S. King) com Goonies, atrelado a uma exploração do medo, "It- A Coisa", mais um filme inspirado na obra literária de Stephen King se propôs a ser varias coisas, um filme de terror, suspense, aventura, comedia, romance e consegue ser um pouco de cada, de uma maneira convincente e bem elaborada, alem de tocar em temas como abuso, amizade, medo, puberdade, etc. Com um roteiro muito bem trabalhado, o direor Andy Muschietti desenvolve 7 protagonistas, que são todos muito bem trabalhados e aprofundados, uns mais que os outros, mas o roteiro desenvolve suas personalidades através de diálogos, interações e convivência familiar, alem do mais, faz de cada jovem uma angustia ali presente, angustia essa que se desenvolve através de seus medos, diferente das maiorias dos livros de King, a onde o sobrenatural demora a aparecer, aqui não, já temos um impacto logo na primeira cena, e depois vai ficando mais leve e vai-se construindo um terror hibrido, capaz de fazer o telespectador gritar numa cena e gargalhar em outra. O filme toca em muitos pontos e se aprofunda em poucos, mas mesmo assim, algo é explorado, como por exemplo a solidão, perda, protecionismo, puberdade, vida adulta, responsabilidades, auto-confiança, e esses são os 7 temores de nossos 7 protagonistas, que precisam quebrar seus medos para crescerem, e o Pennywise é mais do que a personificação de seus medos, ele é metaforicamente um rito de passagem para essas crianças, só que de uma maneira literal e visceral, alguns sub-plots são tratados com enfoque no abuso, muitos deles já tinham seus "Pennywises" dentro de casa, que para matar o palhaço, era preciso primeiro se livrar do qual o atormentava em seu lar, e os abusos tratados são sexual e de autoridade. O filme tem uma técnica boa, a onde os principais destaques são a mixagem e edição de som, esses dois elementos são ótimos, alem da boa retratação dos anos 80, com uma fotografia quase clara, e o bom uso das trilhas, embora as vezes o filme não saiba muito bem por qual caminho seguir, as vezes temos o uso da musica pra compor o susto, as vezes não, as vezes temos cortes secos, as vezes não, não temos uma linearidade, o diretor usa muito bem a camera, principalmente nos focos em Pennywise, sempre com o olhar dividido entre o personagem e o telespectador, no geral a tecnica é boa e deixa um ritmo gostoso. Bill Skarsgård está incrível como Pennywise, ele faz um sorriso contido que passa um sensação pura e pleno horror, alem de seu olhar que divide a quarta parede, Bill realmente está completamente entregue ao papel, fora ele, todas as crianças do elenco estão muito bem, com um destaque para Finn Wolfhard, que demonstra novamente ser um bom ator, alem de um belo alivio cômico. Andy Muschietti é um diretor novo, esse é o seu segundo trabalho dirigindo um longa, o primeiro é o fraco "Mama", mas aqui, o diretor manda muito bem a adapta com certa veemência e qualidade uma obra do Mestre Stephen King, o que nem sempre é fácil de fazer. "It- A coisa" tem seu charme e seu carisma, assusta e diverte, e é um filme com cheiro, gosto e sabor de Stephen King, e num cinema cada vez mais maturado de filmes de terror iguais, IT é a coisa diferente, mesmo tendo alguns problemas, como o seu terceiro ato ou a repetições de sustos desnecessário, mas mesmo assim, é um ótimo filme, porque é completo.
Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de abril de 2020
It é simplesmente um dos melhores filmes de terror já feitos, o longa sabe como assustar, sabe ter uma dose de humor na hora certa e sabe trabalhar muito bem o drama. As atuações dos jovens atores são incríveis e a história é muito bem trabalhada. Excelente.
Igor S
Igor S

4 seguidores 29 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de outubro de 2017
O filme é de suspense, quem espera terror se engana. Stephen King trabalha com o horror e sobrenatural. O filme traz um pouco de romance, humor, e claro, suspensa, e trabalha todos muito bem. O filme não se torna massivo, tem diálogos bem trabalhados e, enfim, é um ótimo filme de suspense.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de julho de 2018
O mestre do horror literário Stephen Edwin King já possui em seu acervo obras adaptadas em larga escala para o cinema, algumas puramente comerciais outras questionáveis por se basearem em livros descartáveis. No entanto, um dos mais memoráveis livros do escritor americano chama-se IT, simples assim, mas em contrapartida possui uma história perturbadora e digna de nota, tanto que sua nova adaptação para os cinemas trouxe uma produção fantástica em diversos aspectos, a começar pelo enredo.

A história de IT - A COISA se desenvolve na pequena cidade de Derry, no estado de Maine, local conhecido historicamente pelo sumiço de grande quantidade de pessoas, especialmente crianças. Não por coincidência, cabe a um grupo de 6 garotos e uma garota a responsabilidade de investigar a fundo o problema que tem levado ao desaparecimento dos moradores da cidade. A empreitada nos leva a acompanhá-los em descobertas que incluem o apetite soberbo do vilão Pennywise (Bill Skarsgård) pelo medo, elemento este que possui muitos fundamentos psicológicos para amarrar a narrativa, inclusive a podridão subversiva que existe no local, o que acaba deixando margem para o sustento estético da história.

O filme comandado pelo cineasta Andy Muschietti é brilhante em diversos elementos técnicos, desde a maquiagem soberba do assustador Pennywise até a fotografia que muitas vezes explora um ambiente sem exagerar nos detalhes a serem entregues ao espectador. Como obra de terror, há também grandes momentos de violência, seja pelo design de som que adapta bem a tensão vivida pelos personagens ou mesmo pela vontade crescente do vilão em atormentar os mais fracos.

O elenco bem afinado, com destaque evidente para os jovens e Skarsgård, nos concede um filme de terror que não prima pela violência ou pelo susto gratuito, mas se desenvolve fortemente pela história que não se esquiva de falar de elementos delicados como estupro, agressão infantil, bullying, entre outros que servem como força e diferencial para esta película que justifica seu sucesso comercial. É uma obra que possui pontos fortes em seu enredo, compilando assim, um notório exemplar da sétima arte.
Igor San
Igor San

34 seguidores 95 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de agosto de 2019
Um ótimo filme de suspense/horror. "It" é assustador na medida certa, ele usa e abusa de recursos que causam desconforto no espectador, sem ser forçado. Agora nos resta esperar pelo capítulo 2!
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 10 de outubro de 2024
It - A Coisa (2017), dirigido por Andy Muschietti, é uma adaptação cinematográfica da obra homônima de Stephen King, que se destaca por trazer à vida o aterrorizante palhaço Pennywise, interpretado por Bill Skarsgård. O filme, que se passa na década de 1980, segue um grupo de crianças, conhecidos como “Os Perdedores”, que se unem para enfrentar suas medos e derrotar a entidade maligna que assola a cidade de Derry, Maine. Apesar do sucesso comercial e da aclamação em relação à atuação de Skarsgård, It - A Coisa enfrenta críticas significativas por suas falhas na adaptação do rico e complexo material de origem.

Um dos principais destaques do filme é, sem dúvida, a performance de Bill Skarsgård como Pennywise. Sua interpretação captura a essência do personagem como um ser aterrorizante e carismático, combinando um olhar penetrante e uma risada que se torna um símbolo do medo. Skarsgård consegue infundir uma aura de imprevisibilidade e perigo em cada cena, fazendo com que o público sinta uma constante tensão ao longo do filme. A habilidade do ator em alternar entre uma persona sedutora e uma figura monstruosa é um dos pontos altos da obra, consolidando Pennywise como um dos vilões mais memoráveis do gênero de terror contemporâneo.

Ademais, o filme é visualmente impressionante, com uma cinematografia que captura a nostalgia dos anos 80 e a atmosfera sombria que permeia a cidade de Derry. A direção de arte é meticulosa, retratando de maneira eficaz tanto a inocência da infância quanto a obscuridade dos medos que assombram os jovens personagens. Os efeitos especiais e o design de produção são bem executados, criando imagens perturbadoras que ajudam a intensificar o horror da narrativa.

No entanto, apesar de suas qualidades visuais e da performance marcante de Skarsgård, It - A Coisa é criticado por sua abordagem superficial ao material original. A obra de Stephen King é notoriamente complexa, explorando temas profundos como trauma, amizade e a luta entre o bem e o mal, bem como a perda da inocência. O livro se aprofunda na psicologia dos personagens, permitindo ao leitor compreender seus medos e motivações de maneira mais significativa. Em contraste, o filme se concentra fortemente nos elementos de terror, muitas vezes à custa do desenvolvimento emocional e das nuances dos personagens. Embora a amizade entre os membros “Os Perdedores” seja um ponto central, o filme não oferece a mesma profundidade que a obra literária, resultando em um enredo que, por vezes, parece apressado e superficial.

Outra crítica relevante diz respeito à estrutura narrativa do filme. Embora o enredo principal de confrontar Pennywise seja envolvente, a narrativa padece de uma certa fragmentação, com algumas cenas que se sentem desconexas ou apressadas. A transição entre os momentos de terror e as interações mais leves entre os personagens não é sempre fluida, criando um ritmo desigual que pode desviar a atenção do espectador. Enquanto os momentos de tensão são intensamente aterrorizantes, o desenvolvimento dos personagens muitas vezes é relegado a segundo plano, o que limita a capacidade do público de se conectar emocionalmente com eles.

Além disso, o filme toma decisões criativas que, embora possam ter funcionado no contexto cinematográfico, não se alinham com a profundidade do material de origem. Por exemplo, a representação de alguns dos medos pessoais dos personagens, embora impactante, é frequentemente tratada de maneira mais superficial do que na obra de King. Essa falta de exploração dos medos internos dos personagens faz com que algumas cenas, que deveriam ser profundamente emocionais, falhem em ressoar com a mesma intensidade que têm no livro.

Apesar dessas falhas, It - A Coisa obteve um sucesso comercial considerável, o que evidencia a forte conexão que o público moderno tem com histórias de terror que misturam nostalgia e medo. O filme conseguiu atrair tanto os fãs de longa data de Stephen King quanto novos espectadores, o que demonstra a força do marketing e da atração do gênero de terror. Entretanto, essa popularidade levanta questões sobre a responsabilidade dos cineastas em se manterem fiéis ao material de origem, especialmente em obras que são tão queridas e complexas como It.

Em conclusão, It - A Coisa (2017) é um filme que, embora tenha conseguido consolidar a figura de Pennywise como um ícone do terror contemporâneo, deixa a desejar em sua adaptação da obra-prima de Stephen King. A performance impressionante de Bill Skarsgård e a produção visualmente rica são inegáveis, mas a superficialidade do desenvolvimento dos personagens e a fragmentação da narrativa comprometem a profundidade emocional da história. A obra cinematográfica, portanto, serve como um lembrete de que a transição de um livro para a tela grande pode ser desafiadora, e que a essência de uma história rica e complexa não deve ser subestimada ou negligenciada em nome de efeitos visuais e sustos rápidos.
filmes e D.
filmes e D.

51 seguidores 133 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de junho de 2020
Amei muito quando eu fui ver no cinema eu pensei que não era tão bom assim mais depois de ver 2 horas e pouco no cinema vendo um palhaço horrível sinto ansiedade de ver no cinema a sequência
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de setembro de 2017
Não é datado para o terror e sim a jornada de alguns garotos aprendendo a lidar com o bullying e do pesado, amizade, problemas em cada e o amor, claro que com um palhaço assassino povoando perto deles até não ser mais impossível ignora-lo, aliás em sua primeira cena como esperado e visto uma parte nos trailers, ela completa já mostra a que a Coisa veio e mesmo depois suas aparições sendo mais no campo do terror subjetivo, ele já deixa sua marca para que você fique tenso toda vez que ele aparece, belo filme, um dos melhores do ano até agora.

para a critica completa acessem o blog parsageeks.blogspot.com.br
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