It - A Coisa
Média
4,2
5990 notas

328 Críticas do usuário

5
130 críticas
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anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 7 de abril de 2019
Talvez apele mais do que deveria para o explícito, mas acerta em quase todo o resto: é um belo conto de amizade, diverte, constrói bem personagens e suas relações, estabelece boa associação com monstros humanos, tem momentos tensos e Pennywise é assustador. Porém, O apelo nostálgico, já fracamente anunciado, fica em terceiríssimo plano diante de um filme de horror controlado demais, a fórmula se resume a sustos, motivações tolas de alguns personagens e um punhado de pretextos pouco criativos. Curiosamente, o humor é o trunfo da obra. Vale por revisitar o gênero de suspense infanto-juvenil.
Yanko Rodrigues
Yanko Rodrigues

369 seguidores 254 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de janeiro de 2020
É um bom filme, não é um terror, é mais um suspense com humor. O filme tem uma boa história, mas não é nada demais.
Marco A
Marco A

7 seguidores 29 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de setembro de 2019
Filme bom para assistir a noite com a Família, nada de extremamente aterrorizante mas um bom filme, recomendo 
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de novembro de 2020
Por se tratar de uma obra do grande escritor de clássicos do terror Stephen King esperava um pouco mais para os dias atuais, mas o filme é bem feito, passando por diversos temas como bulling, relacionamentos e descobertas na adolescência. Vale a pena conferir por se tratar de um clássico, nada mais.
Rômulo L
Rômulo L

249 seguidores 261 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de novembro de 2021
Filme passeia por vários gêneros e aborda tema como: Amizade, Superação, Conflito escolar e enfrentar o próprio medo. Considero um tipo de terror que fica parado em frente de você ao contrário do susto gratuito.
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de agosto de 2021
Eu diria que seu suspense funciona muito bem, mas o terror não...
Entretando olhando alem disso, tem um bom enredo e o roteiro também é bem trabalhado.
Eduardo D
Eduardo D

27 seguidores 62 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de setembro de 2017
Inspirado na famosa obra de Stephen King, It, A Coisa faz jus ao universo do autor e leva o público a uma aventura oitentista. Um grupo de adolescentes começa a investigar o desaparecimento de várias crianças na cidade onde elas vivem, chamada de Derry. Além disso, elas precisam conviver com seus dramas familiares e diversas visões que refletem seus medos.

Dirigido com muita competência pelo argentino Andy Muschietti (Mamá de 2008), o mérito está no desenvolvimento dos personagens mirins causando grande empatia com o público. Bill Denbrough (Jaeden Lieberher) é o líder da gurizada. Gago, consegue através de sua fala pausada ser o personagem central das ações do grupo. Seu drama é o desaparecimento do irmão mais novo. Richie Tozier (Finn Wolfhard) é o alívio cômico. Ao contrário de Bill, fala rápido e é o que melhor transita na passagem de gêneros que ocorre no filme. Eddie Kaspbrak (Jack Dylan Grazer) é o hipocondríaco superprotegido pela mãe. Beverly Marsh (Sophia Lillis) é a que tem a história mais interessante. É a única menina do grupo e em casa sofre nas mãos de um pai possessivo. Ainda temos o carismático Ben Hanscom (Jeremy Ray Taylor ), o judeu Stanley Uris (Wyatt Oleff) e menino negro Mike Hanlon (Chosen Jacobs). Em comum: todos sofrem bullying e possuem problemas familiares.

A ideia central no filme é mostrar a formação deste grupo de crianças intitulado "Losers Club" - O Clube dos Perdedores. Isso ocorre de forma fluida e dinâmica. Desde o início já é apresentada a fórmula como isso ocorrerá: o drama que cada criança sofre no seu núcleo familiar e a aparição de personagens ou itens que remetem ao medo. Lembrando que são sete personagens a serem trabalhados pelo Diretor, então, alguns deles não têm o mesmo tempo de profundidade e apresentação que outros. Mas principalmente, a fórmula fica um pouco repetitiva. Enquanto King tem 1104 páginas para formatar isso de uma forma mais diluída, Muschietti possui pouco mais de duas horas.

O assombroso palhaço Pennywise (Bill Skarsgård) é o eixo central das representações do medo. É uma interpretação marcante em que o irreconhecível Skarsgård extrai o terror e maldade com um tom de persuasão macabra. Infelizmente, o uso dos efeitos especiais compromete, por vezes, sua presença em cena. Isso também é notado nas aparições de outros personagens aterrorizantes. Acabou-se optando por uma tecnologia a qual retira o brilho da atuação. Para efeitos comparativos, notem a primeira aparição de Pennywise. O modo como fala, o olhar, o jogo de sombra, tudo isso criou uma tensão para o momento final, sem excessos. Dito isso, é verdade que o filme mescla o terror e a aventura. Mas as opções do Diretor acabam por enveredar à segunda opção.

Já o vilão do universo real Henry Bowers (Nicholas Hamilton), que é aquele que pratica bullying nos outros e persegue os mais fracos, possui algumas cenas bem violentas. Em determinada passagem do filme entendemos a razão para ele extravasar tanta raiva. Mas seu arco é finalizado de forma artificial, quase preguiçosa.

A ambientação do anos 80 com um roteiro centrado na força da amizade e aventura com crianças onde os adultos não são confiáveis, logo nos remetem a Goonies (1985), Conta Comigo (1986), ET (1982), entre outros. Esta é a primeira parte de It que retrata os acontecimentos quando os personagens são jovens. A segunda parte mostrará eles já adultos, quando os estranhos eventos devem voltar a se repetir. A continuação será cheia de expectativas.
Jorge S.
Jorge S.

11 seguidores 16 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de setembro de 2017
Achei um filme bom, assisto filmes com frequência e não tenho vistos filmes de terror focado no terror, esse tem um misto de suspense, terror, comedia achei que só um grupo de crianças numa cidade para combater o mal ficou puxado, mas o filme te deixa ligado até o final, pela nota alta do site Adoro Cinema sinceramente esperava mais.
Birovisky
Birovisky

229 seguidores 196 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de setembro de 2017
Sem espaços na íntegra: h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2017/09/22/rezenha-critica-it-a-coisa-2017/

Envolto a comoção generalizada diante do novo filme de It: A Coisa, obra baseada no complexo livro de Stephen King e porque não no remake de 1990 estrelado de forma brilhante por Tim Curry (independente da qualidade em si do filme da época) fui conferir este novo It. Sem rodeios já adianto que antes tivessem feito um filme do It sem o It, ficaria até melhor. Confiram a “rezenha” crítica de It: A Coisa.

Para quem ainda desconhece o mistério que rodeia a cidade de Derry, trata sobre um grupo de crianças que tentam descobrir a causa do desaparecimento de várias outras crianças, inclusive do irmãozinho de Bill, Georgie Denbrough (o famoso menino de capuz amarelo). Eles acabam se deparando com uma força maligna em forma de palhaço, chamado Pennywise, o palhaço dançarino.

Antes de pontuarmos o que é positivo sobre o filme, vou primeiro já soltar a metralhadora no Pennywise de Bill Skarsgård, não que seja ruim, nada disso, o ator mandou super bem, com várias caras e bocas que poderiam assustar fugindo bastante do que Tim Curry fez em 1990 e me traumatizou apesar do filme não ser lá aquelas coisas.

O grande problema foi o extra, tudo o que não envolve a interpretação do ator. Por exemplo a maquiagem, estava tudo muito “gourmet” e engomadinho, o cabelo penteado de uma forma bonita, além da roupa. NÃO PODE! Isso não assusta nem quem tem fobia de palhaço! Também não precisa ficar descaracterizado e insano como o coringa de Heath Ledger, mas ao menos um cabelo um pouco mais bagunçado. Outra coisa que incomodou (e muito!) e acaba com o trabalho do ator são os efeitos visuais digitalizados que inseriram no personagem, tanto nos olhos onde colocavam efeito de luz como em sua movimentação, na minha humilde opinião ficou meio bizarro, seria bem mais assustador se nos momentos de perseguição Pennywise movimentava-se com as próprias pernas ao invés daquele efeito ACME Looney Tunes, eu comecei a achar engraçado e não ficar assustado.

Além disso coloco um adendo no marketing, na forma como quiseram vender o filme, que seria algo sombrio e que só este clima pesado iria deixar o telespectador com medo, AH MENTIRA!, o filme acaba indo para outra vertente que é dos “Jumpscares” que são aqueles sustos de momento, e que nem tem tantos momentos assim também.

Fora estes pormenores o filme tem uma pegada oitentista muito boa mexendo com o saudosismo de muitos, e foram no vácuo da série Stranger Things (confiram “rezenha”), no mesmo ritmo, fotografia e clima de suspense, a referência foi tão grande que até Finn Wolfhard (Mike) da série trouxeram como um dos protagonistas também do filme.

O elenco foi muito bem escolhido, todos mandam super bem nas interpretações e conflitos que a história nos mostra, principalmente Sophia Lillis (Beverly), uma atriz linda e que destruiu, deve ter sido escolhida com o propósito de instigar a imaginação de muita gente, é muito errado isso que escrevi vendo a biografia dela, mas se analisar o contexto do filme acertaram na mosca a atriz.

O mistério que cerca a cidade foi muito bem explicado e me intrigou, e o grande erro da obra de 1990 não foi cometida nesta, dividiram em dois capítulos o filme, dedicaram-se 100% a forma de palhaço da Coisa, diferente de 1990 e suas 3 horas de duração onde não fede e nem cheira, parecendo de fato dois filmes em um, onde tínhamos uma primeira parte boa e uma segunda parte esquecível e vergonhosa, com essa divisão correta, acredito que com o bom retorno das bilheterias deste capítulo 1, poderão realizar uma obra ainda mais grandiosa no segundo capítulo.

Agora porquê da forma de palhaço? Na época em que a história se passa, palhaços tinham uma fama maior do que nos dias atuais, existiam muito mais circos que hoje, eram figuras queridas pelas crianças (existia uma minoria que tinha fobia) e esta foi a melhor forma de atraí-las para a tocaia, sob a forma de uma criatura que todos gostam e está acima de qualquer suspeita.

Assim como defendo em minha introdução, o filme sairia melhor se fosse do gênero drama/comédia sem o It e outro nome, com uma pegada Conte Comigo (curiosamente o livro no qual o filme é baseado também é de autoria Stephen King), falando sobre a importância da amizade diante de um mistério na cidade (que poderia ser exatamente igual a que o filme propõe ou como uma simples lenda urbana) e também enfrentando alguns inimigos, no caso os adolescentes que humilham as crianças pelo filme todo, pronto, teria sido melhor que esta tentativa de terror.

Fica aqui só um destaque para a cena do projetor, aquilo me impressionou bastante.

Minha nota é 3/5.
Jessica Souto
Jessica Souto

20 seguidores 43 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de dezembro de 2017
Não curto filmes desse gênero, talvez isso tenha influenciado na nota que eu dei, porém o filme IT me decepcionou em questão da história e de seu desenvolvimento. A ideia é boa, as mensagens e a lição moral transmitida é diferenciada dos demais filmes do gênero, o que torna bem legal e interessante. O filme é bom, mas é superestimado, não merece tanta glória como dizem. Para um filme de quase 3 horas, os detalhes de algumas cenas forçadas deveriam ser explícitos, já que o público não entende o porquê de alguns ataques/sangues/sustos em momentos tão inesperados e sem sentido. Enfim, é um filme bacana porém que não merece tanto prestígio assim.
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