It - A Coisa
Média
4,2
5987 notas

328 Críticas do usuário

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130 críticas
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Marcio A.
Marcio A.

165 seguidores 134 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de janeiro de 2019
Comparado com o original este é muito melhor. Acho que o primeiro, só valeu pela primeira metade que é sensacional, só que a segunda metade do filme é enfadonha, sem nenhuma agilidade.. além de ter uma hora e pouca a mais que o remake. It a coisa, é um filme muito interessante, com cenas de terror cercadas de criatividade, cumprindo de forma crescente a expectativa de quem assiste. A amizade dos personagens mirins lembra bastante um outro filme baseado na obra de King: conta comigo, e as aparições do Palhaço são assustadoramente impactantes. Não consegui com a minha lupa de criticidade enxergar equívocos, só acertos. Trilha, direção de atores mirins, roteiro adaptado e clímax. Um filmaço!
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de agosto de 2021
Eu diria que seu suspense funciona muito bem, mas o terror não...
Entretando olhando alem disso, tem um bom enredo e o roteiro também é bem trabalhado.
Paulo Renato R.
Paulo Renato R.

39 seguidores 52 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de setembro de 2017
Sendo a segunda adaptação para as telas da obra incrível de mesmo nome,escrita por Stephen King,It chega aos cinemas trazendo uma visão diferente da obra,mais fiel,estilizada e muito mais tensa.Na história acompanhamos sete amigos que moram na cidade de Derry,onde vários desaparecimentos e crimes violentos têm ocorrido,todos interligados pelo aparecimento de um ser macabro em forma de palhaço denominado Pennywise.
O grande destaque aqui vai para os atores mirins e sua química,que move o filme e dinamiza as coisas,deixando tudo muito mais empolgante,uma vez que suas histórias de fundo e seu cotidiano trazem à tona temas polêmicos e atuais,que cativam e criam uma relação entre o espectador e o personagem,fazendo com que o público se importe com a vida do mesmo e deixe a obra muito mais tensa.
A direção do filme é de Andy Muschietti,que aqui entrega cenas empolgantes e uma atmosfera aterrorizante fantástica,que casada com a trilha sonora empolgante e eventuais jump scares,resultam em uma expêriencia única e divertida,uma vez que o filme também surpreende ao ser engraçado,dramático,e apavorante ao mesmo tempo,fazendo que cada minuto de suas 2 horas e 15 minutos valham a pena.
Enfim,It empolga,convence,e faz um excelente trabalho ao apresentar um filme encantador,com personagens carismáticos,fotografia maravilhosa,e um ótimo trabalho de direção,fazendo com que mais do que um ótimo filme de terror,seja também uma das melhores adaptações cinematográficas de uma obra de Stephen King e um dos melhores filmes do ano,assustador,divertido,com momentos impactantes,e um desejo imensurável por uma sequência o mais rápido possível.
Eduardo D
Eduardo D

27 seguidores 62 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de setembro de 2017
Inspirado na famosa obra de Stephen King, It, A Coisa faz jus ao universo do autor e leva o público a uma aventura oitentista. Um grupo de adolescentes começa a investigar o desaparecimento de várias crianças na cidade onde elas vivem, chamada de Derry. Além disso, elas precisam conviver com seus dramas familiares e diversas visões que refletem seus medos.

Dirigido com muita competência pelo argentino Andy Muschietti (Mamá de 2008), o mérito está no desenvolvimento dos personagens mirins causando grande empatia com o público. Bill Denbrough (Jaeden Lieberher) é o líder da gurizada. Gago, consegue através de sua fala pausada ser o personagem central das ações do grupo. Seu drama é o desaparecimento do irmão mais novo. Richie Tozier (Finn Wolfhard) é o alívio cômico. Ao contrário de Bill, fala rápido e é o que melhor transita na passagem de gêneros que ocorre no filme. Eddie Kaspbrak (Jack Dylan Grazer) é o hipocondríaco superprotegido pela mãe. Beverly Marsh (Sophia Lillis) é a que tem a história mais interessante. É a única menina do grupo e em casa sofre nas mãos de um pai possessivo. Ainda temos o carismático Ben Hanscom (Jeremy Ray Taylor ), o judeu Stanley Uris (Wyatt Oleff) e menino negro Mike Hanlon (Chosen Jacobs). Em comum: todos sofrem bullying e possuem problemas familiares.

A ideia central no filme é mostrar a formação deste grupo de crianças intitulado "Losers Club" - O Clube dos Perdedores. Isso ocorre de forma fluida e dinâmica. Desde o início já é apresentada a fórmula como isso ocorrerá: o drama que cada criança sofre no seu núcleo familiar e a aparição de personagens ou itens que remetem ao medo. Lembrando que são sete personagens a serem trabalhados pelo Diretor, então, alguns deles não têm o mesmo tempo de profundidade e apresentação que outros. Mas principalmente, a fórmula fica um pouco repetitiva. Enquanto King tem 1104 páginas para formatar isso de uma forma mais diluída, Muschietti possui pouco mais de duas horas.

O assombroso palhaço Pennywise (Bill Skarsgård) é o eixo central das representações do medo. É uma interpretação marcante em que o irreconhecível Skarsgård extrai o terror e maldade com um tom de persuasão macabra. Infelizmente, o uso dos efeitos especiais compromete, por vezes, sua presença em cena. Isso também é notado nas aparições de outros personagens aterrorizantes. Acabou-se optando por uma tecnologia a qual retira o brilho da atuação. Para efeitos comparativos, notem a primeira aparição de Pennywise. O modo como fala, o olhar, o jogo de sombra, tudo isso criou uma tensão para o momento final, sem excessos. Dito isso, é verdade que o filme mescla o terror e a aventura. Mas as opções do Diretor acabam por enveredar à segunda opção.

Já o vilão do universo real Henry Bowers (Nicholas Hamilton), que é aquele que pratica bullying nos outros e persegue os mais fracos, possui algumas cenas bem violentas. Em determinada passagem do filme entendemos a razão para ele extravasar tanta raiva. Mas seu arco é finalizado de forma artificial, quase preguiçosa.

A ambientação do anos 80 com um roteiro centrado na força da amizade e aventura com crianças onde os adultos não são confiáveis, logo nos remetem a Goonies (1985), Conta Comigo (1986), ET (1982), entre outros. Esta é a primeira parte de It que retrata os acontecimentos quando os personagens são jovens. A segunda parte mostrará eles já adultos, quando os estranhos eventos devem voltar a se repetir. A continuação será cheia de expectativas.
Art
Art

22 seguidores 8 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de setembro de 2019
Qualquer coisa que a gente escreva sobre o filme pode ser pouco.
Muito bom, talvez o melhor filme do gênero feito nos últimos anos.
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de setembro de 2017
Um terror raiz, na verdade ele te diverte mais do que assusta. Tem algumas cenas bem bizarras e outras bem pesadas. Bem imersivo, bem atuado, bem dirigido. Gostei muito.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de outubro de 2017
Triste ver que para aparecer um filme excelente, sem jump scare excessivo nem clichês de casas em floresta, seja necessário um roteiro de mais de 30 anos. Sobra recurso e falta inteligência em Hollywood. Stephen King. Sem mais.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de setembro de 2017
Divertido. Assustador. Visual. Palhaço. Amizade. Amigos. Pennywise. Derry. Atuação. Fiel. Terror. Adorei. Balão.
Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de julho de 2022
O palhaço do filme IT é um vilão bem original, quase no início se acreditaria que fosse mais um slasher, com perseguições e tudo mais, mas da para se perceber que é uma história mais ampla e a patrulha de crianças investiga o fenômeno, abandonando a clássica perseguição atrás de novas e antigas vítimas (palhaço e turma). O vilão é bem fraco, a medida que o filme avança pouco inova e somente dá um sustinhos, prende as almas, come uns braços, mordidas na cabeça, etc. O bom é que no filme deixam rolar um pouco de sangue entre as crianças, deixam as crianças darem umas pauladas no palhaço, coisa que talvez rolasse como inaceitável para os moralistas de plantão. O filme claramente se sustenta no casting de atores mirins, que são o que mandam o filme para frete, e diga-se são atores muito bons. Esses atores mirins da nova geração onde incluem Finn Wolfhard (faz a famosa série Stranger Things, do qual não assisto e não me interesso), Wyatt Oleff, Nicholas Hamilton entre outros parecem estar encabeçando um novo estilo de atuação, gostoso e interessante de assistir, mais natural, as crianças se saem bem, evitam fazer encenações, dramatismos desnecessários, a falsidade de trejeitos. Existe uma boa conexão entre os atores, roteiristas e profissionais de coordenação. Porém esse é o primeiro filme que pego dos meninos, muito ator se sai bem na carreira mirim mas não deslancha quando atinge a fase adulta, não são muito despojados e esse estilo de atuação pode ficar muito escrachado na fase adulta, o que poderia comprometer em outros tipos de papéis. Espero que seja só de fase, porque esses atores são muito bons pelo que apresentaram aqui.
Enilson S.
Enilson S.

149 seguidores 167 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de setembro de 2017
É um filme esplêndido onde nos mostra além da terrível maldade do palhaço tema do filme a sociedade cruel em que vivemos, onde nos mostra que existe maldades piores ou iguais a de um palhaço assassino.....
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